8 dicas para inovar na sua empresa

Para inovar ninguém precisa ser um poço de ideias. Ser inovador implica muito mais em estar atento ao que acontece ao seu redor do que ter criatividade. Tudo que melhore o funcionamento da empresa já é inovação.

Confira 8 dias para inovar na sua empresa:

Liderança
Sem o estímulo e o exemplo do líder, dificilmente se cria um ambiente propício para a inovação. Lembre-se: qualquer iniciativa começa pela direção da empresa.

Rede de relacionamento
É muito importante criar e sustentar relacionamentos saudáveis. Podem ser com parceiros, fornecedores, clientes, vizinhança ou investidores. Não esqueça: uma empresa não vive isolada.

Capacitação
Investir na equipe não pode e nem deve ser considerado um custo, mas sim uma oportunidade para ampliar a capacidade de usar melhor os recursos da empresa e desenvolver produtos e serviços diferentes.

Comunicação interna
O empresário deve estimular um ambiente de comunicação acessível. Murais, intranet, jornais internos e blogs corporativos são boas dicas.

Comunicação externa
Dependendo do negócio, é importante investir em canais diferentes e se comunicar de forma simultânea. O formato da comunicação deve ser flexível e estimular a interação com o público.

Concorrência
Procure sempre saber o que a concorrência está realizando. É importante saber o que o mercado está fazendo, as mudanças e onde moram seus diferenciais.

Ouça seus clientes
Essa é a fonte de informação mais barata e importante que existe, mas nem sempre é utilizada pelas empresas. Criar ferramentas que melhorem essa interação podem lhe fornecer boas ideias de oportunidades de negócio para a empresa.

Reconhecimento
Valorizar o esforço pessoal e em equipe, estabelecer objetivos claros e determinar formas de mensuração são fundamentais. As recompensas podem ser financeiras ou podem vir na forma de presentes, placas, troféus, folgas ou até comunicações públicas.

Via Faça Diferente – Sebrae

Quer ter sucesso? Então abandone a autoestima

No lugar dela, cultive a autocompaixão, pois esta pode ser a sua chave da vitória.

Um grupo cada vez maior de pesquisadores e estudiosos está defendendo uma teoria que pode parecer estranha em um primeiro momento: para que você tenha sucesso, é necessário abandonar a sua autoestima. E depois que você se livrar dela, comece a usar uma “atitude” bem parecida: a autocompaixão.

Como explicação, os estudiosos alegam que a autoestima faz com que você se veja obrigado a ser uma pessoa alegre, bem-sucedida e que não comete erros. Quando esses requisitos são alcançados — ou estão bem encaminhados — você já pode se sentir bem e em paz.

O problema começa quando você erra ou quando os seus planos dão errado. Devido a essa “obrigatoriedade” de ser feliz, esses momentos são especialmente trágicos. Dessa maneira, é normal que você encare qualquer situação desfavorável com olhares muito críticos — especialmente em relação às suas atitudes.

Tá, mas e o que é essa autocompaixão?

Quando você sente compaixão por outra pessoa, é normal ver os erros e defeitos dela de maneira compreensiva. Ou seja, a autocompaixão pode ser explicada como o ato de observar os seus próprios erros com brandura — mas sem se esquecer de tentar corrigi-los.

Dessa maneira, você vai entender melhor todos os seus defeitos e vai saber como agir em momentos críticos. Além disso, também vai começar a entender melhor as suas capacitações, de modo que seja possível aceitar momentos negativos sem afetar o seu ego, o que vai pavimentar a sua “trilha do sucesso”.

E quem disse tudo isso?
Essa teoria é baseada em alguns estudos sérios, como o que foi realizado pelas cientistas Juliana Breines e Serena Chen, da Universidade de Berkeley. Elas reuniram diversos voluntários, sendo que uma parte desse grupo falou de si mesmo do ponto de vista da compaixão e a outra da autoestima.

O primeiro grupo soube falar muito bem de todas as suas qualidades e defeitos, sem ser pedante ou injusto com a própria personalidade. Enquanto isso, o segundo teve resultados piores e não conseguiu avançar na pesquisa como os outros.

Fonte:  Tecmundo

Três ferramentas para posicionar melhor sua empresa e seus produtos

Sua empresa vai bem e a cada dia conquista mais clientes? Ou enfrenta uma fase de dificuldades? Fazer uma análise do negócio e dos produtos, além de estudar a concorrência, pode ajudar tanto a superar os obstáculos quanto a crescer mais. Três ferramentas podem ser úteis para esse processo de análise.

Para começar, olhe para dentro da empresa. Como está seu negócio? Que pontos vão bem? O que precisa melhorar? Use a ferramenta  Análise SWOT. Com ela, você consegue olhar para dentro da empresa e analisar os pontos fortes e fracos. Depois, deve voltar-se para fora e observar as oportunidades e as possíveis ameaças ao seu negócio. Em seguida, pode organizar um plano de ação para diminuir os riscos e aumentar as chances de sucesso.

Depois da Análise SWOT, vale a pena dedicar um tempo à  Matriz BCG, para examinar os produtos ou serviços que você oferece. A matriz pode – e deve – ser usada com frequência. Com ela você pode melhorar sua oferta de produtos ou serviços existentes, dando prioridade aos que geram (ou podem gerar) mais caixa e que exigem menor esforço ou menos investimentos para a venda. Na Matriz BCG, os produtos são divididos em quatro categorias: vacas-leiteiras, estrelas, pontos de interrogação e abacaxis. Os dois primeiros são os mais rentáveis, enquanto os abacaxis devem ser eliminados.

Feita a lição de casa de olhar para dentro, chega-se ao momento de voltar a atenção para fora. É a hora de estudar a concorrência. Para isso, use a ferramenta  5 Forças de Porter. Ela serve para analisar o ambiente competitivo em que a empresa está enquadrada. Assim será possível determinar o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes. Ela é útil porque ajuda a dar uma visão mais abrangente da concorrência e de como tirar proveito disso.


Esqueça as tendências. Planeje com base em 4 paradigmas

Nosso país ainda é afoito por novidades, mas estas são passageiras e é preciso mirar em estudos sociológicos de mudanças estruturais.

Ainda que a economia estável e a facilidade de acesso ao crédito tenham fortalecido as marcas nacionais e trazido outras de fora, o mercado brasileiro vive atualmente uma síndrome das tendências. A avidez por novidades, no entanto, não é vista com bons olhos e o país precisa estar preparado para entender novos paradigmas que têm se revelado com o impulso dos negócios. A avaliação é do Future Concept Lab, instituto italiano de pesquisas que após 21 anos na Europa abriu no país sua primeira filial.

De acordo com o grupo, esta diferença conceitual é crucial para que as empresas entendam seu papel, construam estratégias de Marketing, estabeleçam relacionamento mais duradouro com os consumidores e evoluam financeiramente. A tendência é passageira e dura, no máximo, cinco anos. Já o paradigma pode quebrar regras pré-estabelecidas, influenciar a vida e os hábitos de gerações, chegando a durar em média 20 anos.

A confusão gera instabilidade e, na ânsia de melhorar o faturamento, as marcas definem táticas que podem não ser as melhores. “No Brasil é tendência falar sobre tendência, mas não adianta só observá-la, é preciso entendê-la. O país é um laboratório do futuro, só que falta cultura e profundidade para diferenciar o que é evento do que é projeto. As marcas querem resolver os problemas rapidamente, aí surge o relatório de tendências, que pode inclusive piorar a situação. Não adianta, por exemplo, mudar a embalagem, se não há proposta de valor junto”.

Os paradigmas brasileiros
Na avaliação do instituto italiano, antes das empresas traçarem estratégias ousadas de Marketing é preciso entender os quatro paradigmas pelos quais o país vem passando. O primeiro deles é o “Compartilhamento e Confiança”, que mostra a capacidade dos brasileiros de entender que os territórios virtual e real não são opostos e sim complementares e potencializadores um do outro.

Isso significa que na rede é o compartilhamento que dará força para a marca e, por consequência, gerará confiança no consumidor. “As pessoas estão buscando cada vez mais inovação e se tornando especialistas. Só que é impossível uma empresa conseguir seu espaço se não juntar forças em um processo de compartilhamento. É preciso convocar o consumidor, pedir ajuda a ele, trabalhar em co-criação. Não estamos mais na década de 1980 quando os valores eram outros e a publicidade era mais persuasiva. Autenticidade é muito importante, assim como transparência”.

Outro paradigma é o “Único e universal”, conceito que mistura o local com o global, em que ambos funcionam em sintonia e não em contraposição como se pensava anteriormente. O erro, segundo o Future Concept Lab, é ter imaginado que a globalização e a abertura de fronteiras faria do mundo um lugar homogêneo, com consumidores pensando da mesma forma e comprando as mesmas coisas, sem consciência.

Nesse cenário, o destaque foi exatamente para marcas que conseguiram manter características locais com visões globais. A Havaianas é um caso de sucesso nessa área. “Quando um estrangeiro compra Havaianas, compra o imaginário brasileiro. É importante reforçar a identidade local, mas com linguagem universal. Assim como ela, o design e o conceitos dos irmãos Campana são exemplos. Eles olham para a realidade brasileira e conseguem tirar dela algo que vai além do folclore e bem além do artesanato”.

Rápido e sustentável
A possibilidade de consumo do brasileiro abriu as portas também para um modelo mais consciente e rigoroso de compras. O paradigma “Rapidez e profundidade” explica o fato: ao desejo une-se o imediatismo e também a vontade de se aprofundar nas experiências. Ainda que pareça paradoxal, o exemplo, de acordo com o Future Concept Lab, é a “fast good”. “Eu quero uma comida rápida, mas que seja saudável. Por que não?”.

O último paradigma é a “Sustentabilidade”, que nasceu como tendência, mas encontrou no Brasil um discurso engajado por parte das marcas. A diferença, no entanto, está exatamente nos canais que os grupos encontram para falar com seus públicos. “Não adianta fazer camiseta e falar que é sustentável: os processos também precisam ser sustentáveis. O consumidor não quer mais ouvir mensagem de emergência ‘o planeta está acabando’. A gente pode unir ética com estética, sem ser superficial. Essa é a grande mudança e as marcas precisam enxergá-las”.

Entrevista: Sabina Deweik, representante da Future Concept Lab no Brasil.

Fonte: Mundo do Marketing

A grande diferença entre ser bom e ser ótimo

Aqui vai um pequeno resumo dos principais pontos para a transformação de uma empresa:

- O bom é inimigo do ótimo. A maioria das empresas nunca se torna excelente, pois antes torna-se “boa o bastante”. É importante definir bem a estratégia. Concentrar-se naquilo que “se deve fazer”, (mas os dados indicam que as empresas excelentes também estão atentas ao que “não fazer”).

- A empresa precisa de líderes nível 5. Esses líderes são o oposto do egocêntrico. Eles combinam a determinação profissional com a humildade pessoal. Eles se mantêm focados em fazer a coisa certa para o bem da empresa, no longo prazo, e preparam os seus sucessores para um sucesso ainda maior que o deles, e não para o fracasso.

- As pessoas certas nos lugares certos. Em vez de começar com uma nova visão (para onde o ônibus está indo), primeiro colocar no ônibus as pessoas certas, retirar as erradas, colocar as certas nos lugares certos e só então decidir para onde o ônibus vai. “As pessoas não são o seu melhor ativo. As pessoas certas são!”

- Enfrente os fatos brutais (mas mantenha a fé). Não ignore a realidade, mas é preciso manter a fé em que vai dar certo no final. Somente com informações precisas você poderá alcançar o sucesso.

- Conceito porco-espinho. Significa ter um conceito simples e muito claro de que o seu negócio é – por exemplo: é lucrativo, é algo por que você é apaixonado ou que você faz melhor do que ninguém.

- A tecnologia é um acelerador. E não um agente de mudança. Boas empresas a utilizam para melhorar sua performance, mas ela não vai salvar uma empresa medíocre.

Por que a excelência?

Porque não é muito mais difícil ser ótimo do que bom. É preciso ir somente um pouco além. E, se não temos motivação para sermos ótimos no que fazemos atualmente, será que não é hora de considerar alguma outra coisa que nos motive à excelência? Vale a pena refletir!

Fonte: Mulheres Empreendedoras