4 formas de gerar tráfego para o seu site

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Gerar tráfego para o site é um dos pilares do marketing digital, mas nunca deve ser encarado como um fim em si. Isso quer dizer que o trabalho deve ser contínuo e todas as ações realizadas devem ser estratégicas e direcionadas para este objetivo.

O marketing de conteúdo, por exemplo, é uma das formas de gerar tráfego para o seu site. Acaba sendo uma estratégia que reúne diversas vantagens para quem já é seu cliente e também para potenciais clientes. Além disso, ele não exige tanto esforço e custos com ações. Alguns formatos como gifs, quizzes, memes e vídeos fazem bastante sucesso nas redes sociais. Sem falar do blog, que é uma poderosa ferramenta para gerar tráfego para o seu site. Você também pode aliar o growth hacking¹ à sua estratégia de inbound marketing, isso permite um conhecimento maior do seu público e experiências pertinentes às ações desenvolvidas nas suas mídias sociais. – Leia também: Growth hacking: como implementar no seu negócio.

Como se não bastasse atrair a atenção do seu público-alvo e mantê-lo de olho no que você oferece, por ser relevante, sua equipe ainda ganha mais tempo para se dedicar às vendas, você agrega valor à sua empresa, cria proximidade com o seu cliente e ainda conquista a confiança dele. Como o marketing de conteúdo exige um conhecimento mais aprofundado, justamente pela necessidade de estratégias muito bem definidas, vale a pena considerar a procura por uma equipe que trabalhe com isso e priorizar as vendas tão importantes para o seu faturamento.

Trabalhar com o SEO é outro aspecto relevante para gerar tráfego para o seu site, já que ele otimiza as palavras-chaves e permite que você seja encontrado mais facilmente pelos mecanismos de busca do Google. Para isso, é necessário que você tenha muito bem definida a sua buyer persona. – Leia também Buyer Persona: como ela pode ajudar a sua empresa. Basicamente as keywords devem aparecer no título, no primeiro parágrafo, em algum intertítulo, na URL, no alt-text das imagens e, sempre que possível, ao longo do texto. É claro que isso deve ser feito de forma natural, com um estilo de conteúdo bastante amigável e atrativo.

Já falamos aqui no blog sobre o crescimento de acesso à internet via dispositivos móveis, isso revela a necessidade de ter um site responsivo², justamente para que o tráfego para o seu site seja mantido e a permanência dos usuários no seu site também. – Leia também Site responsivo: por que preciso de um?

Para que as ações sejam vistas e os conteúdos promovidos, não poderíamos deixar fora da lista a necessidade de investir em uma boa gestão de redes sociais. Analisar que tipo de conteúdo deve ser postado no Instagram, Facebook, Twitter e LinkedIn é a melhor forma de atingir o seu público-alvo e gerar tráfego para o seu site.

 

¹ Growth hacking: tipo de marketing orientado por experimentos.

² Site responsivo: se adapta a qualquer tipo de tela, sem que haja distorções, além de proporcionar uma boa experiência do usuário durante a navegação.

Quer saber mais sobre o assunto ou tirar dúvidas sobre como gerar tráfego para o seu site? Fale com a nossa equipe: comercial@maxisite.net | (24) 2237-0107

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Comércio eletrônico no Brasil x Experiência do usuário

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O comércio eletrônico cresce a cada ano no Brasil, equalizando fatores fundamentais para o seu bom funcionamento e sucesso: a preocupação com a experiência do usuário e a excelência dos processos operacionais de frete e entrega.

Com o consumidor cada vez mais conectado e engajado, é natural que ele prefira utilizar a web à loja física para pesquisar sobre os produtos e/ou serviços de seu interesse. É o que diz uma pesquisa do Google, que levantou um número gigante de usuários (96%) que pesquisam sobre o que desejam comprar antes de efetuar qualquer compra. Além disso, essa facilidade e rapidez, na hora de saber mais sobre o que ele deseja comprar, tem impacto direto na escolha da web como canal de compra. Isso mostra como o processo de compra começa muito antes da ida ao espaço físico, que às vezes é deixado de lado pelas inúmeras facilidades encontradas.

A jornada do cliente é multicanal, ou seja, não é mais uma jornada linear. – Leia também ZMOT: o momento zero da decisão de compra. Segundo uma pesquisa da Provokers, 96% das pessoas pesquisam online antes de decidir em qual loja física vão comprar; 95% pesquisam na web para escolher os produtos antes de comprar na loja física; 92% dos pesquisados gastam mais tempo pesquisando sobre uma marca ou produto online do que em uma loja física; 93% checam se podem fazer uma compra online para não precisarem ir à loja física; 87% checam online se o produto que querem comprar tem na loja física e 66% já compraram online e retiraram na loja física.

O aumento da confiança dos usuários, no que diz respeito ao comércio eletrônico, também levanta outro ponto importante: a experiência oferecida pelas lojas online. Segundo a Provokers, quando o consumidor tem uma experiência ruim: 43% dos usuários procuram por outra empresa e 41% deles dificilmente retornam ao site. A verdade é que quando o e-commerce possibilita que o cliente se sinta à vontade para a compra via internet, seu retorno para a realização de outras compras é certo. Por isso, no e-commerce o mais importante é oferecer um ambiente seguro que garanta a segurança dos dados dos clientes.

Com a utilização de estratégias certeiras, a sua empresa pode acompanhar de perto a jornada de consumo do seu usuário antes mesmo do fechamento da compra e, até mesmo, contribuir para a conversão. – Leia também Remarketing: como usá-lo a favor do seu negócio.

Outro aspecto que impulsiona o crescimento do comércio eletrônico é a necessidade de empreender. Muitas pessoas estão correndo atrás do próprio sonho, ampliando as possibilidades de negócio e investindo no que sabem fazer.

As novas relações de consumo e a necessidade de saber, conhecer e compreender a pessoa por trás das compras é outro ponto que merece atenção, já que contribui diretamente para que os usuários optem pelo comércio eletrônico. – Leia também People marketing: quem é a pessoa por trás das suas compras?

Agora que você entende um pouquinho mais da relação super importante entre comércio eletrônico e a experiência do usuário, você deve estar querendo saber como ter um e-commerce de sucesso e bombar o seu negócio!

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Relíquias Tecnológicas: ENIAC

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O ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Computer) foi o primeiro computador digital eletrônico do mundo, criado pelos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, a pedido do exército dos EUA para o laboratório de pesquisa balística.

O ENIAC era bem pesado e demandava espaço, com suas 30 toneladas, uma área  de 680m², além de 17.468 tubos de vácuo, diodos de cristal de 7200, 1.500 relés, 70.000 resistores e 10.000 capacitores. Tudo isso justifica o custo de produção, US$ 500 mil na época, atualmente cerca de US$ 6 milhões, e também o consumo de energia. Seu hardware consumia 200 mil watts. Dá pra acreditar?

O sistema operacional do “gigante do cérebro”, como era chamado o ENIAC, era bem diferente do que nós temos em mente nos dias de hoje. Nada mais nada menos do que cartões perfurados comandados por um time de funcionárias do exército. Aliás, as primeiras programadoras que nós temos notícias.

As funcionalidades do ENIAC eram avançadíssimas para época, como executar sequências complexas de operações, incluindo loops, ramificações e sub-rotinas. Como levar as questões para mapeamento da máquina era bastante complexo e demorava semanas, foi necessário um outro processo, mais rápido e objetivo. Por este motivo, houve um período de verificação e depuração, ou seja, foi descoberto um “passo único” para a resolução dessas questões pelo computador.

eniacFoto: Programadoras do ENIAC | Reprodução: Foto E.U.A Exército dos arquivos da Biblioteca Técnica ARL

Vídeo – ENIAC

Quem diria que estaríamos onde estamos hoje, né?

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Realidade aumentada: campanha de natal da coca-cola

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Se você gosta do tradicional e super fofo, diga-se de passagem, urso polar da Coca-Cola, você vai amar esta notícia! A empresa desenvolveu um aplicativo de realidade aumentada, no qual você consegue ficar ainda mais próximo do personagem e sua família, que está completando 25 anos.

O app Natal Coca-Cola, que está disponível para sistemas Android e IOS, dá acesso a um conteúdo exclusivo, passando quatro histórias do símbolo natalino da marca. Para viver esta magia é necessário baixar o aplicativo e escanear as embalagens temáticas da Coca-Cola e Coca-Cola Sem Açúcar. De acordo com a empresa, cada embalagem de 310ml, 350ml, 2L e 3L traz um episódio diferente, todos com áudios e títulos, sendo eles: “Se não consegue, peça ajuda”; “Quando um fala, o outro escuta.”; “Caravanas de Natal” e “Na ceia, todos participam.” Ao escanear as embalagens, elas serão projetadas em ambiente real e uma “porta” se abrirá, “tirando” os ursos da lata e dando vida a eles.

Segundo a Diretora de Comunicação e Marketing da Coca-Cola Brasil, foi encontrada uma oportunidade de trazer esta interação para as embalagens, adicionando tecnologia à magia do Natal, já que cada vez mais pessoas estão conectadas diariamente em seus smartphones.

Além do aplicativo, a marca também traz outras ações para esta época festiva. No e-commerce, combos de ursinho e garrafas de alumínio podem ser personalizadas para presentear ou enfeitar a ceia. Você também encontra bolsas térmicas e garrafinhas de vidro no site. Já na TV, o filme com situações clássicas da data e a mensagem de união podem ser vistos em diversos horários e canais da tv aberta. Temos também as Caravanas, que já estão começando a se espalhar por todas as regiões do país, levando a magia do Natal. Cerca de 80 cidades serão visitadas pelos tradicionais caminhões vermelhos e iluminados da Coca-Cola.

Sabemos que a Coca-Cola sempre traz ideias inovadoras e campanhas de arrasar, mas neste ano eles pensaram bem fora da caixinha e conseguiram criar uma forma de interação familiar, aproximando o cliente da marca e aliando o uso da tecnologia ao nosso lado sentimental. Afinal, quem não quer ver o urso ganhar vida e ficar frente a frente com você?

 

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E-commerce: B2B ou B2C?

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O e-commerce é um poderoso canal de conversão e os modelos de negócio B2B e B2C tem impacto direto em seu desempenho. Não basta só uma boa experiência de compra para o cliente ou a certeza da segurança dos seus dados, é necessário pensarmos no tom da comunicação e estratégias efetivas para conquistar mais clientes.

A sigla B2B representa relações feitas “business to business”, ou seja, negócios entre empresas. Segundo um estudo da Harvard Business Review (2018), há mais de 40 elementos relevantes no B2B para a decisão de compra de uma empresa, como podemos ver nesse esquema abaixo:

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Já a sigla B2C diz respeito a relações feitas “business to customer”, ou seja, da empresa para o cliente final. A buyer persona é fundamental para determinar o comprador ideal no B2C, sendo possível identificar e compreender as necessidades do público-alvo. – Leia mais Buyer persona: como ela pode ajudar a sua empresa e também People marketing: quem é  a pessoa por trás das suas compras?

Como são modelos de negócio diferentes, o B2B e o B2C exigem estratégias diferentes em relação ao e-commerce. No caso do B2B, por exemplo, a autoridade é muito importante junto a um canal de venda exclusivo no site. Já no B2C o e-commerce deve ter canais de vendas com acesso fácil a representantes, justamente para que sejam feitos esclarecimentos e a empresa tire todas as suas dúvidas antes de adquirir seus produtos e/ou serviços. Além disso, o preço também influencia muito a compra e geralmente quando bem utilizados em campanhas diversas atraem muitos clientes.

Nos dois casos é necessário estimular a intenção de compra do cliente, colaborando com a sua jornada de compra. – Leia também ZMOT: o momento zero da decisão de compra.

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