Buyer Persona: como ela pode ajudar a sua empresa

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Quando desenvolvemos estratégias de marketing digital eficientes é necessário ter conhecimento de qual é o público com quem estamos nos comunicando. Fato é que com as mudanças e as transformações do marketing digital há uma preocupação muito maior com o consumidor, que é o protagonista de tudo pensado internamente (estratégias de criação, desenvolvimento, relacionamento e vendas).

Com a finalidade de ter à disposição das empresas um alicerce que pudesse garantir estratégias de marketing alinhadas com seu público-alvo foram criadas as buyer personas. Por isso, o termo pode ser entendido como “cliente ideal”. A partir da criação desse perfil ficcional de “cliente ideal” é possível identificar e compreender as necessidades do público-alvo.

Agora que você sabe que a buyer persona é um personagem que representa o seu cliente ideal, como pode usá-la a favor da sua empresa? Criando as suas próprias buyer personas! Pense em quem é o seu cliente, qual a sua faixa etária, onde ele mora, o que ele gosta de fazer na internet, o que ele faz no seu tempo livre, que tipo de música gosta de ouvir, são infinitas as possibilidades de perguntas. No quesito de consumo, por exemplo, onde o seu cliente ideal costuma fazer a maior parte das compras: na loja física ou online? Ele realiza pesquisas antes de adquirir algum serviço e/ou produto? – Leia também  ZMOT: o marco zero da decisão de compra – Com qual frequência ele realiza compras online? Esses são só alguns exemplos.

A criação de uma buyer persona pode parecer simples, mas a grande maioria das empresas têm dificuldades para a construção do seu cliente ideal ou nem sabe a grandiosidade e importância da buyer persona para a organização do negócio. Por isso, contar com uma empresa especializada em marketing digital é imprescindível para obter sucesso na criação de estratégias eficientes.

 

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ZMOT: o momento zero da decisão de compra

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Você já reparou como antes de se realizar alguma compra é comum a busca por informações confiáveis a respeito daquela empresa, produto e/ou serviço? Todas essas informações são facilmente acessíveis na internet, seja em sites específicos, fóruns, avaliações em redes sociais, vídeos informativos, entre outros.

A sigla ZMOT é uma nova etapa presente na decisão de compra do consumidor, criada pelo Google, e que significa Zero moment of truth, ou seja, o momento zero da verdade. É durante o processo de ZMOT que o consumidor decide quais produtos ou serviços ele vai adquirir, em qual empresa ele vai comprar e onde ele vai compartilhar sua experiência positiva.

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Segundo a definição do livro Marketing 4.0, já mencionado aqui no blog, ZMOT é “uma fase pré-compra na qual os consumidores pesquisam e processam mais informação. Precede a primeira interação com uma marca ou aquilo a que chama o Primeiro Momento da Verdade.” A partir daí é possível compreender a importância do ZMOT para as empresas de forma muito simples. Se os consumidores têm sede de informação e não exitam em pesquisar a respeito antes de tomar sua decisão, qual é o papel das marcas? Respondemos: fazer parte dessa etapa! Produzir informações pertinentes e esclarecer dúvidas relacionadas ao que você oferece, através de materiais digitais, é um ponto fundamental para não se ausentar do ZMOT e perder o seu futuro cliente para a concorrência.

A internet é uma loja que não fecha, está presente 24h por dia, 7 vezes por semana, 365 dias por ano. Não aproveitar as oportunidades para captar a atenção e oferecer soluções para os seus clientes é desperdiçar recursos à sua disposição!

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Mobile first: entenda a importância desse conceito

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Mobile first é um conceito fundamental para todas as empresas que possuem projetos web, isso porque o seu foco é desenvolver projetos direcionados primeiro para os dispositivos móveis. Não é surpresa nenhuma entender a prioridade do mobile first, já que há uma forte preocupação com a experiência do usuário no celular.

Segundo uma pesquisa do Pnad C, divulgada pelo IBGE, em relação aos dispositivos mais acessados para navegar, o celular foi o mais usado nos últimos anos, sendo citado por 94% das pessoas com acesso à internet. Não à toa, a preocupação do mobile first é atender essa demanda, priorizando principalmente: a experiência do usuário, o tamanho das telas, a otimização dos conteúdos e a performance.

Outro fator que colabora para que esse conceito seja cada vez mais propagado é que o posicionamento na busca do Google pode ficar prejudicado, caso o seu site não possua um layout responsivo. – Leia também Site responsivo: por que preciso de um?

Além disso, as compras via celular tiveram um crescimento significativo. Segundo a Atlas, no Relatório Radar E-commerce, houve um crescimento de 22% para 31% das compras realizadas por dispositivos móveis entre 2016 e 2017.

A leitura facilitada, a rapidez de navegação e o conteúdo otimizado para o design do site não são mais diferenciais, mas obrigatórios para qualquer projeto web. Por outro lado, há quem ainda não esteja convencido de que esse é o caminho para não ficar pra trás, o que demonstra uma mentalidade retrógrada, muito atrás dos tempos tecnológicos e extremamente focados na experiência do usuário que vivemos hoje.

A Maxisite oferece o serviço de Projetos Web com o melhor em tecnologia para desktops, tablets ou smartphones, a partir de R$185/mensais. Comece hoje a mudar o seu projeto para o mobile firsthttps://www.maxisite.net/criacao-de-sites

Relíquias Tecnológicas: Polaroid

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Nossa tag Relíquias Tecnológicas está de volta! Dessa vez, a nostalgia é pela primeira câmera que estabeleceu o conceito de fotografia em tempo real: a polaroid. A tecnologia inovadora mudou os rumos da fotografia quando surgiu lá em 1948 com a Polaroid 95, lançada e vendida rapidamente.

A esse surgimento, devemos agradecer à filha de Edwin Land que durante as férias perguntou ao pai porque não poderia ver a foto no exato momento em que ela foi tirada. A solução apareceu anos depois, com o surgimento da primeira câmera instantânea.

No começo era preciso remover uma folha de cima da imagem para obter o resultado esperado. Mais tarde, em 1972, a Polaroid surgiu com um filme automático sem que houvesse a necessidade da intervenção do fotógrafo.

Para quem é fã da Polaroid existem modelos super clássicos disponíveis por aí, exemplo da Polaroid SX-70, a máquina mais vendida na década de 70,  além de algumas outras opções como a Polaroid 300 e a Grey Label.

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Polaroid XS-70, a mais vendida na década de 70

 

E você, tem seu modelo preferido? Conte pra gente!

 

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Growth Hacking: como implementar no meu negócio?

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Você já deve ter ouvido falar em Growth Hacking e se perguntou “o que é isso?” É difícil uma tradução perfeita, mas se pensarmos bem na palavra growth (crescimento) e em hacking, que nesse contexto ganha um sentido de ‘abrir caminhos ou brechas’ o Growth Hacking pode ser definido como “um tipo de marketing orientado por experimentos.”

Essa técnica, por assim dizer, envolve hipóteses e experimentos que buscam o crescimento do seu negócio nas redes sociais,crescimento de leads, tráfego para o site, usuários para o seu aplicativo e assim por diante. Por outro lado, não existe uma receita milagrosa no Growth Hacking. O que existe é o resultado (ou não) de muito trabalho.

Pensar fora da caixa e ter persistência são duas características imprescindíveis se a sua empresa  – seja ela pequena, média ou grande – deseja crescer. Algumas etapas devem ser seguidas no Growth Hacking: a primeira delas é o famoso brainstorming, ou seja, uma série de ideias discutidas e argumentadas pela sua equipe para alcançar o objetivo estipulado. Por exemplo, se o seu objetivo for conseguir mais visitas no seu site, faça a seguinte pergunta: “como vamos gerar mais tráfego para o nosso site?”

Depois da etapa de brainstorming chegamos a etapa de priorização e modelagem. O que isso quer dizer? Que nessa etapa você precisa considerar os possíveis impactos dessa ideia bem como o custo disso. Uma dica quando você estiver nessa etapa do funil é pensar matematicamente, ou seja, “vamos fazer x porque acreditamos que o fazendo vamos atingir y.”

Chegamos a etapa de testes. É hora de colocar a mão na massa! Se o seu objetivo foi gerar tráfego para o site, vale a pena realizar um teste AB e verificar quais serão os resultados disso em relação ao seu objeto inicial. Por que não criar uma campanha nas redes sociais, por exemplo, com algum tipo de desconto por tempo limitado no site? Ter as suas métricas  bem definidas e o seu público segmentado é muito importante nessa fase. Deu certo? Excelente! Não deu? Lembre-se da persistência como uma das características do Growth Hacking e use essa experiência negativa como aprendizado, voltando novamente sua atenção para a geração de novas ideias.

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