People marketing: quem é a pessoa por trás das suas compras?

maxisite_BLOG_11102018

Sabe aqueles 4 p’s que você aprendeu, há muito tempo, quando pensava em estratégias de marketing para o seu negócio? Pois é, o tal do ‘preço, praça, produto e promoção’ perderam espaço! É claro que isso não ocorreu num estalo, mas se deu principalmente pela mudança na forma de nos comunicarmos com o nosso público-alvo.

Muitos segmentos ainda utilizam essa estratégia, ou seja, desenvolvem ou oferecem um bom produto, escolhem um bom preço, uma praça para distribuição, além de uma promoção irresistível. Isso se explica pela necessidade de gerar mais vendas, o que acaba justificando essa estratégia de massa em mercados, por exemplo. O problema é quando o P mais importante acaba sendo deixado de lado, o P de pessoa.

O People Marketing se preocupa com a pessoa por trás de cada interesse, curtida, comentário, clique, visita ao site, compra realizada ou compra abandonada no carrinho. Seu objetivo é permitir que você ofereça ao seu potencial cliente aquilo que ele realmente precisa, o que garante a conversão sem muito esforço. Uma vantagem dessa estratégia é não deixar a pessoa com a sensação de inconveniente, já que você escolherá o melhor momento e canal para contato, além da mensagem mais humanizada possível.

Agora você deve estar se perguntando, mas qual a diferença entre People Marketing e Remarketing? O Remarketing tem por objetivo apenas vender, logo não há uma preocupação do anúncio aparecer em todos os cantos para determinada pessoa. Claro que essa estratégia é bastante pertinente, dependendo dos seus objetivos. – Leia também Remarketing: como usá-lo a favor do seu negócio. Por outro lado, o People Marketing se preocupa com a identificação e necessidade de cada pessoa, a fim de um contato mais humanizado possível, até retê-la enquanto cliente. A jornada do People Marketing seria, então, a de identificação (visitantes) -> engajamento (pessoas) -> conversão (oportunidades) -> retenção (clientes).

Com um consumidor cada vez mais exigente e questionador é necessário que haja uma forte identificação com a sua marca, privilegiando o relacionamento entre empresa e potencial e cliente e só então depois haja a conversão (venda).

 

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