Marketing de conteúdo e escaneabilidade

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Há algum tempo tem se falado a respeito da mudança do perfil do consumidor, certo? Acontece que não foi apenas isso que mudou, mas também sua experiência de leitura. Isto é, o comportamento ao ler um material impresso ou online. O tempo é escasso e a velocidade das informações é absurdamente rápida, por isso ninguém tem “todo o tempo do mundo”, como diria o grande Renato Russo.

Mas o que isso tem a ver com SEO, escaneabilidade e marketing de conteúdo? Tudo e mais um pouco. A escaneabilidade é um pilar gigante na hora de influenciar a experiência de leitura e fazer com que a pessoa permaneça com a aba ou o material impresso diante dos olhos. Para entender melhor do assunto, é importante pensar enquanto leitor. A grande maioria das pessoas está sempre com diversas abas abertas no navegador. Isso faz com que pular de uma aba pra outra seja perfeitamente normal, às vezes por uma necessidade de organização para trabalhar, outras para se informar (ou tentar) de maneira mais rápida, otimizar o rendimento, mas seja qual for o objetivo, a razão é sempre a mesma: dinamismo, rapidez, agilidade.

Para não desperdiçar tempo com algo considerado irrelevante, as pessoas leem seguindo o padrão de leitura F. Isso revela, primeiramente: uma leitura fugaz, aquela que avalia de forma rápida se o que está diante dos olhos é realmente relevante. Segundo: o padrão natural de duas leituras horizontais, que são feitas a partir do 1º e 2º parágrafos. E, por último, para não restar nenhuma dúvida: escaneamento vertical do lado esquerdo da página, dando aquela espiada no conteúdo. Agora você está naquele momento de autoanálise, pensando se você também faz isso. Acredite, isso acontece de forma natural, rápida e ops, já foi: você chegou até aqui!

Como nada na vida é absolutamente imutável, o padrão de leitura F não acontece em materiais impressos. A leitura é feita em formato Z, ou seja, primeiro para o canto superior esquerdo da página, depois para o inferior direito e volta para o superior esquerdo.

Independente do formato que você utiliza, provavelmente ambos, é importantíssimo pensar nesses padrões ao escrever um texto. Isso fará diferença na hora do seu visitante permanecer no seu site, blog ou página e, até mesmo, na conversão.

Existem muitos formatos estratégicos para atrair os seus leitores, um deles é o de pirâmide invertida. Esse modelo privilegia os conteúdos-chaves de cada tópico já no início do parágrafo. Outro exemplo é o da escolha pela voz ativa ou passiva no texto; a primeira é mais prolixa e um pouco mais difícil de ser entendida, dependendo da colocação no texto. Já a voz ativa desperta mais interesse, porque é envolvente e cativante!

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Imagem: exemplo de voz ativa e voz passiva

Seja qual for o formato utilizado, quando bate aquela dúvida na hora de começar, continuar ou finalizar um texto, há sempre o seguinte padrão: site de busca -> pesquisa de palavras-chave -> análise de resultados e escolha por um site ou blog mais confiável -> escaneamento do conteúdo, com o objetivo de verificar se ele tem o que você precisa. Além do mais, alguns fatores influenciam direta ou indiretamente a relevância do conteúdo e o rankeamento das palavras-chave:

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Imagem: influência direta e indireta  na relevância do conteúdo e rankeamento do Google

Influência direta: meta descrição relevante, qualidade, densidade e variações da palavra-chave, descrição das imagens usadas nos conteúdos, bom uso da norma-padrão

Influência indireta: tempo gasto na página, taxa de rejeição, número total de sessões abertas, conversão em CTA’s (call to action) e taxa de compartilhamento nas redes sociais.

Na dúvida, o objetivo deve ser sempre o de oferecer uma  boa experiência para os usuários e, é claro, pensar estrategicamente. Aliás, isso a nossa equipe faz muito bem!

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5 REGRAS DO MACHINE LEARNING

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Você já ouviu falar em machine learning? Trata-se de uma ferramenta capaz de unir importantes etapas para atender às expectativas dos consumidores; com a criação de campanhas de marketing automatizadas em larga escala, levando a mensagem para o perfil de público desejado, na hora e local certos.

O machine learning é utilizado então, basicamente, para aprimorar suas estratégias de marketing digital. O Thinking with Google descobriu que os melhores resultados são obtidos por quem segue cinco regras para ter sucesso nessa era do marketing automatizado! Vamos saber quais são?

1- Otimização = crescimento

Segundo dados do Google, o machine learning só funciona para aquilo que fazemos ele otimizar. Logo, as marcas que têm melhor desempenho são aquelas que buscam crescimento no lucro e possuem uma visão holística do marketing¹.

 Vamos pensar em duas situações diferentes: uma empresa de serviço financeiro de alta performance otimiza todas as compras feitas pela internet, por telefone ou pessoalmente, enquanto outra empresa otimiza apenas os pedidos de informações online. Em qual delas você acha que o algoritmo machine learning vai trazer mais vendas? No primeiro, claro.

 2- Foque nos melhores clientes

 20% dos clientes geram 80% dos lucros, isso quer dizer que você deve conquistar e focar nos melhores clientes. Ao invés de enxergar todos como ‘clientes iguais’ use o machine learning para focar nos clientes mais valiosos a longo prazo, ou seja,aqueles que têm chances de gerar resultado para o seu negócio.

3- Aumente o CLV dos clientes atuais

Aumentando o CLV você ganha tempo para conquistar novos clientes e ainda usa o machine learning para otimizar vendas e reduzir perdas. Para otimizar as vendas, por exemplo, basta mapear o que o cliente está pensando em comprar e anunciar justamente aquele produto para ele. Para reduzir perdas basta identificar os clientes com risco de deixarem de comprar e fazer ofertas imperdíveis para aumentar a retenção.

4- Crie conexões emocionais em cada campanha

Com o marketing digital automatizado é preciso se diferenciar da concorrência e criar conexões emocionais com os potenciais clientes. É como se ele estivesse em um gigante marketplace de bananas e enxergasse todas elas iguais. Qual é o diferencial da sua?

5- Aceite de vez o conceito mobile first

Seu anúncio pode ser incrível, mas se não oferecer uma boa experiência mobile de nada adianta. Sem o conceito mobile first seu anúncio não será convertido! Isso porque, com o marketing automatizado, os algoritmos de lances com machine learning direcionam os clientes automaticamente para sites que convertem melhor. Isso conforta ou assusta sua equipe de marketing digital? Reflita!

 

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¹ visão holística do marketing: estratégia que considera um negócio como um todo e não dividido em partes.

² CLV: lifetime value ou “valor do tempo de vida do cliente” é uma métrica do marketing e vendas que estima a potencial receita e lucro futuros gerados por um cliente.

 

Jornada do consumidor: descubra como antecipar o que ele deseja

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A mudança no comportamento do consumidor revelou a necessidade de lidar com um público que deseja respostas imediatas, isso pode ser bom ou ruim para a sua empresa; vai depender do quanto você trabalha para antecipar o que ele deseja e ajudá-lo a ter uma boa experiência.

As respostas imediatas têm sido buscadas cada vez mais pelas pessoas, principalmente via mobile. Exemplo disso é a busca por  “aberto” + “agora” + “perto de mim”, que cresceu mais de 200% nos últimos anos¹. Não é nenhuma surpresa que ninguém goste de perder tempo, e não é muito diferente na hora da compra. Todo trabalho para encontrar as informações certas tem que ser o menor possível, assim como o pós-venda ou resolução de problemas, caso surja.

 

Nem todas as marcas conseguem acompanhar essa tendência, mas fato é que aquelas que a acompanham, e antecipam o que o seu consumidor deseja e precisa, conseguem manter a satisfação do cliente nas nuvens e garantir a tão necessária confiança no seu negócio.

 

A melhor forma de antecipar o que o consumidor deseja é ficando de olho nas buscas mais comuns:

 

  • Buscas mobile por “Posso/comprar” + “perto de mim” aumentaram 6 vezes nos últimos anos (Dados do Google). Por exemplo: “onde posso comprar canecas perto de mim”, “ lugares para comprar bonés perto de mim”, entre outras.

  • Buscas mobile por “rastrear” + “pacote” cresceram mais de 120% (Dados do Google). As pessoas querem ter a atualização do status do pedido realizado.

  • Buscas mobile por “24h” + “SAC” cresceram mais de 400% também nos últimos anos (Dados do Google). Isso mostra que o novo consumidor procura por atendimento instantâneo.

 

Sabendo disso, você pode:

 

  • Estar disponível na hora em que o seu cliente precisa: não importa qual o contexto – quantidade de produtos em estoque, informação, previsão de entrega, reclamação – seus clientes querem encontrar resposta na hora em que eles precisam.

  • Seja relevante, inclusive nos períodos mais críticos: utilizar a automação é uma boa escolha na hora de mostrar apenas anúncios de produtos disponíveis. É bem comum que algumas empresas façam anúncios de produtos que não estão mais disponíveis para compra, o que é um grande erro e acaba com a confiança do consumidor.

  • Seja transparente: se o seu prazo de entrega não for incrível, ganhe da concorrência em outros aspectos: através da informação de produtos e características, previsão de entrega, disponibilidade de serviços de atendimento, links de rastreamento e pós-venda, como “Oi, fulano! Tudo bem? Você comprou x produto tal dia e gostaríamos de saber se você gostou dele!” ou então, uma comunicação mais informal: “E aí, fulano, curtindo a sua compra? Esperamos que sim <3 Mande seu feedback pra gente! Um beijo, equipe x.”

 

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¹ 1 Dados do Google, EUA, julho 2015–dez. 2015 vs. julho 2017–dez. 2017.

 

5 boas razões para ter um blog

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Você já deve ter ouvido por aí que é muito importante ter um blog do seu negócio, mas será que conhece boas razões para ter um? O blog é uma excelente oportunidade para aumentar a geração de leads, criar um relacionamento mais forte com o seu público-alvo, além de fidelizar seus clientes. – Leia também 3 dicas para fidelizar seus clientes.

Quem se preocupa com os conteúdos oferecidos no blog, ou seja, faz marketing de conteúdo, aumenta suas chances de atrair visitantes e convertê-los em clientes. Isso explica porque as empresas B2B que investem nesse tipo de estratégia atraem 67% de mais leads do que aquelas que não possuem um blog.

Uma outra vantagem de investir no seu blog é que o custo não é alto, perto do ROI (return over investment). O que isso quer dizer? Quando você resolve propagar seus conteúdos estratégicos não está só veiculando informações, mas também vendendo seus produtos e/ou serviços. Isso permite que você aumente seu ROI, ou seja, tenha um retorno sobre o seu investimento.

Com as mudanças no comportamento do consumidor é raro que uma empresa subestime o poder que um cliente tem de atrair novos clientes. Pois é, o famoso boca a boca ainda existe e tem muita influência em negócios de todos os segmentos. Por outro lado, grande parte das pessoas prefere pesquisar por conta própria sobre a empresa no Google. Se você não estiver lá, sua concorrência estará.

O blog é a melhor maneira de dizer para o seu cliente “eu me importo com você.” E o melhor de tudo: durante 24 horas, 7 dias por semana, 365 dias por ano. – Leia também Site responsivo: por que preciso de um?

 

O único investimento é tempo, mas até com ele você não precisa se preocupar! Nós cuidamos disso pra você!

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Growth Hacking: como implementar no meu negócio?

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Você já deve ter ouvido falar em Growth Hacking e se perguntou “o que é isso?” É difícil uma tradução perfeita, mas se pensarmos bem na palavra growth (crescimento) e em hacking, que nesse contexto ganha um sentido de ‘abrir caminhos ou brechas’ o Growth Hacking pode ser definido como “um tipo de marketing orientado por experimentos.”

Essa técnica, por assim dizer, envolve hipóteses e experimentos que buscam o crescimento do seu negócio nas redes sociais,crescimento de leads, tráfego para o site, usuários para o seu aplicativo e assim por diante. Por outro lado, não existe uma receita milagrosa no Growth Hacking. O que existe é o resultado (ou não) de muito trabalho.

Pensar fora da caixa e ter persistência são duas características imprescindíveis se a sua empresa  – seja ela pequena, média ou grande – deseja crescer. Algumas etapas devem ser seguidas no Growth Hacking: a primeira delas é o famoso brainstorming, ou seja, uma série de ideias discutidas e argumentadas pela sua equipe para alcançar o objetivo estipulado. Por exemplo, se o seu objetivo for conseguir mais visitas no seu site, faça a seguinte pergunta: “como vamos gerar mais tráfego para o nosso site?”

Depois da etapa de brainstorming chegamos a etapa de priorização e modelagem. O que isso quer dizer? Que nessa etapa você precisa considerar os possíveis impactos dessa ideia bem como o custo disso. Uma dica quando você estiver nessa etapa do funil é pensar matematicamente, ou seja, “vamos fazer x porque acreditamos que o fazendo vamos atingir y.”

Chegamos a etapa de testes. É hora de colocar a mão na massa! Se o seu objetivo foi gerar tráfego para o site, vale a pena realizar um teste AB e verificar quais serão os resultados disso em relação ao seu objeto inicial. Por que não criar uma campanha nas redes sociais, por exemplo, com algum tipo de desconto por tempo limitado no site? Ter as suas métricas  bem definidas e o seu público segmentado é muito importante nessa fase. Deu certo? Excelente! Não deu? Lembre-se da persistência como uma das características do Growth Hacking e use essa experiência negativa como aprendizado, voltando novamente sua atenção para a geração de novas ideias.

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