Landing pages: conheça suas vantagens

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Você já ouviu falar em landing pages? As landing pages ou páginas de destino são criadas para captar e converter leads em clientes. De forma geral, são portas de entrada para os usuários no seu site. Ao invés de deixar o usuário acessá-lo sozinho você o direciona para um conteúdo específico. Conheça suas principais vantagens:

Acessível financeiramente

Já foi o tempo em que as pessoas que podiam ter landing pages eram privilegiadas, atualmente sua criação é bastante acessível e está disponível para qualquer empreendedor que tenha o interesse de converter determinado tipo de público.

Responsiva

A responsividade é indispensável para qualquer página na web, já que 95% dos usuários de internet se conectam pelo celular (IBGE).

Taxas de conversão excelentes

Para garantir que isso aconteça, a sua página precisa ser otimizada com frequência, além de ter dados claros e objetivos para não confundir o usuário. Investir no SEO, utilizando palavras-chave, também é uma importante estratégia.

Criação de campanhas variadas

Quando você cria diversas campanhas é possível medir qual delas funciona melhor, o que é indispensável para a persona da sua empresa. – Leia também Buyer persona: como ela pode ajudar a sua empresa O intuito é repetir a ideia central daquelas que foram um sucesso e otimizar as que não obtiveram o resultado esperado.

Ajuda a manter o relacionamento com o cliente

Se a sua landing page foi criada com o intuito de disponibilizar um e-book, por exemplo, e muitas pessoas se cadastraram, é a sua oportunidade de manter o contato. Já que o cadastro quer dizer que um determinado número de pessoas se interessa por aquele assunto, argumentos não faltarão para retomar o contato.

 

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5 REGRAS DO MACHINE LEARNING

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Você já ouviu falar em machine learning? Trata-se de uma ferramenta capaz de unir importantes etapas para atender às expectativas dos consumidores; com a criação de campanhas de marketing automatizadas em larga escala, levando a mensagem para o perfil de público desejado, na hora e local certos.

O machine learning é utilizado então, basicamente, para aprimorar suas estratégias de marketing digital. O Thinking with Google descobriu que os melhores resultados são obtidos por quem segue cinco regras para ter sucesso nessa era do marketing automatizado! Vamos saber quais são?

1- Otimização = crescimento

Segundo dados do Google, o machine learning só funciona para aquilo que fazemos ele otimizar. Logo, as marcas que têm melhor desempenho são aquelas que buscam crescimento no lucro e possuem uma visão holística do marketing¹.

 Vamos pensar em duas situações diferentes: uma empresa de serviço financeiro de alta performance otimiza todas as compras feitas pela internet, por telefone ou pessoalmente, enquanto outra empresa otimiza apenas os pedidos de informações online. Em qual delas você acha que o algoritmo machine learning vai trazer mais vendas? No primeiro, claro.

 2- Foque nos melhores clientes

 20% dos clientes geram 80% dos lucros, isso quer dizer que você deve conquistar e focar nos melhores clientes. Ao invés de enxergar todos como ‘clientes iguais’ use o machine learning para focar nos clientes mais valiosos a longo prazo, ou seja,aqueles que têm chances de gerar resultado para o seu negócio.

3- Aumente o CLV dos clientes atuais

Aumentando o CLV você ganha tempo para conquistar novos clientes e ainda usa o machine learning para otimizar vendas e reduzir perdas. Para otimizar as vendas, por exemplo, basta mapear o que o cliente está pensando em comprar e anunciar justamente aquele produto para ele. Para reduzir perdas basta identificar os clientes com risco de deixarem de comprar e fazer ofertas imperdíveis para aumentar a retenção.

4- Crie conexões emocionais em cada campanha

Com o marketing digital automatizado é preciso se diferenciar da concorrência e criar conexões emocionais com os potenciais clientes. É como se ele estivesse em um gigante marketplace de bananas e enxergasse todas elas iguais. Qual é o diferencial da sua?

5- Aceite de vez o conceito mobile first

Seu anúncio pode ser incrível, mas se não oferecer uma boa experiência mobile de nada adianta. Sem o conceito mobile first seu anúncio não será convertido! Isso porque, com o marketing automatizado, os algoritmos de lances com machine learning direcionam os clientes automaticamente para sites que convertem melhor. Isso conforta ou assusta sua equipe de marketing digital? Reflita!

 

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¹ visão holística do marketing: estratégia que considera um negócio como um todo e não dividido em partes.

² CLV: lifetime value ou “valor do tempo de vida do cliente” é uma métrica do marketing e vendas que estima a potencial receita e lucro futuros gerados por um cliente.

 

Black Friday 2018: como se preparar?

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É evidente que a disputa pela atenção do consumidor só cresce, principalmente numa ocasião como a Black Friday. Focar nas redes sociais é uma forma de aumentar as chances de ser visto e, é claro, vender mais.

Segundo a Hello Research (2014) e Provokers (Julho/2018), em 2014 apenas 27% das pessoas tinham conhecimento da Black Friday. Atualmente, o número de pessoas chega a 99,5%. A mesma pesquisa levantou as principais barreiras entre os entrevistados que nunca compraram na Black Friday. Entre elas, 42% das pessoas disseram que nunca compraram porque não tinham dinheiro; 38% porque não confiavam nas ofertas ou nas lojas que fizeram a promoção; 30% disseram que as ofertas não valiam a pena. Isso nos mostra a importância não só dos preços divulgados, mas principalmente a preocupação que se deve ter com a imagem da marca. Transparecer credibilidade e confiabilidade não só nessa época, mas desde sempre é fundamental para a construção de uma marca sólida no mercado.

A Black Friday abre portas para as vendas em e-commerces, porque todos querem aproveitar bons preços e oportunidades de compras bacanas – pra si ou pra sua própria casa – com a justificativa de “eu mereço.” Muito embora a crise deixe os consumidores um pouco mais inseguros e racionais em relação ao consumo, é uma época em que as pessoas pesquisam sobre o que querem comprar. O que é muito pertinente pra quem divulga suas promoções e está sempre presente nas redes sociais.

Já falamos recentemente sobre a importância de conhecer a pessoa por trás das compras na sua loja, é esse o intuito do People Marketing . A pessoa por trás de cada interesse, curtida, comentário, clique, visita ao site, compra realizada ou compra abandonada no carrinho importa.

O mobile first é outro aspecto que chama atenção, 70% das buscas na Black Friday em 2017 foram feitas por smartphones ou tablets e 36,9% das compras também (Hello Research e Provokers). – Leia também: Mobile First: entenda a importância desse conceito.

Mas como se preparar? Usando todas as ferramentas ao seu alcance! O Instagram, por exemplo, é uma rede social muito poderosa no período da Black Friday. Ao longo deste ano lançou diversos recursos que integram o aplicativo e as lojas online, o que facilitou a forma do consumidor saber os preços sem ter que sair do stories ou do feed do Instagram da loja preferida. – Leia também: Instagram Stories: segredos do recurso para vender mais. Destacamos aqui o Instagram, mas nada impede que você faça ações nas outras redes sociais. Basta conhecer o seu público-alvo e pensar em estratégias efetivas pra que as vendas ocorram efetivamente.

Pensar em oferecer um diferencial também é importante diante de tanta concorrência. Lembra que falamos sobre isso no post 5 estratégias para vender mais na sua loja online?

O cross-selling é outra estratégia pertinente não só na Black Friday, mas durante todo o ano. A técnica consiste em oferecer produtos complementares aquele que o seu cliente comprou ou está disposto a comprar. –  Leia também: Cross-selling: 3 maneiras de usá-lo para vender mais.

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Desejamos boas vendas e boa sorte! ☘☘☘

5 ESTRATÉGIAS PARA VENDER MAIS NA SUA LOJA ONLINE

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Já se perguntou alguma vez “o que estou fazendo de errado na minha loja?” Com certeza, você não está sozinho. Para que as coisas comecem a dar certo no seu negócio é importante ter uma visão geral do que realmente importa. A partir daí nasce a parte estratégica, ou seja, pensar em ações que possam trazer resultados.

A primeira impressão é a que fica faz todo o sentido em qualquer contexto, principalmente no de vendas. Por isso, investir não só no visual, mas também na responsividade da sua loja virtual é imprescindível. –  Leia também Site responsivo: por que preciso de um? Você pode, por exemplo, dedicar um espaço da sua loja somente aos produtos mais populares/mais vendidos, além de criar formas de tornar a visita do seu potencial cliente mais agradável.

Todo cliente gosta de se sentir especial, isso é um fato muitas vezes ignorado. Mas por que será que isso acontece? Existe uma falsa ideia de que quem realmente gosta da sua loja vai retornar e fazer outra compra sem que seja necessário algum tipo de esforço. No entanto, para que isso ocorra efetivamente é necessário alimentar constantemente o desejo dos seus clientes pelos seus produtos e/ou serviços. Uma das formas de fazer com que o seu cliente se sinta especial é personalizando a experiência dele. – Leia também Atendimento ou experiência: entenda a diferença.

Sabe quando você está comprando algum produto e aparece algo como “você também pode gostar de”, essa estratégia recebe o nome de cross-selling e costuma ser eficiente quando o assunto é vender mais. O cross-selling consiste em oferecer produtos complementares aquele que você comprou ou está disposto a comprar. Agora imagina que o seu cliente está fechando uma compra na sua loja online e vê outros produtos relacionados ou não com o que ele comprou, mas sobretudo produtos que ele vai gostar de ver. Isso é aliar o útil ao agradável e vender mais sem que haja aquela sensação de inconveniente.
– Leia também Cross-selling: 3 maneiras de usá-lo para vender mais.

Fazer remarketing é outra estratégia que vale a pena levar em consideração, em se tratando de uma ferramenta que identifica as pesquisas dos usuários na internet para  depois oferecer resultados em forma de anúncios. Existem basicamente 4 etapas em que podemos enquadrar os clientes no remarketing: a da descoberta, consideração, decisão e fidelização. Na primeira etapa, ele fica a par da necessidade ou desejo de adquirir algum produto e/ou – Leia também Remarketing: como usá-lo a favor do seu negócio.

Nem precisamos falar da necessidade de oferecer um diferencial, né? Vamos supor que sua loja esteja vendendo uma camisa por 80, e a loja concorrente por 70.  Você pode somar a essa camisa um bottom, como brinde. Dessa forma, mesmo que seu preço seja superior ao do concorrente, você atrai seus potenciais clientes muito mais facilmente. Isso acontece porque você oferece uma sensação de vantagem para o cliente, que mesmo vendo que o preço não é o mesmo, enxerga a compra na sua loja como um ganho a mais.

 

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People marketing: quem é a pessoa por trás das suas compras?

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Sabe aqueles 4 p’s que você aprendeu, há muito tempo, quando pensava em estratégias de marketing para o seu negócio? Pois é, o tal do ‘preço, praça, produto e promoção’ perderam espaço! É claro que isso não ocorreu num estalo, mas se deu principalmente pela mudança na forma de nos comunicarmos com o nosso público-alvo.

Muitos segmentos ainda utilizam essa estratégia, ou seja, desenvolvem ou oferecem um bom produto, escolhem um bom preço, uma praça para distribuição, além de uma promoção irresistível. Isso se explica pela necessidade de gerar mais vendas, o que acaba justificando essa estratégia de massa em mercados, por exemplo. O problema é quando o P mais importante acaba sendo deixado de lado, o P de pessoa.

O People Marketing se preocupa com a pessoa por trás de cada interesse, curtida, comentário, clique, visita ao site, compra realizada ou compra abandonada no carrinho. Seu objetivo é permitir que você ofereça ao seu potencial cliente aquilo que ele realmente precisa, o que garante a conversão sem muito esforço. Uma vantagem dessa estratégia é não deixar a pessoa com a sensação de inconveniente, já que você escolherá o melhor momento e canal para contato, além da mensagem mais humanizada possível.

Agora você deve estar se perguntando, mas qual a diferença entre People Marketing e Remarketing? O Remarketing tem por objetivo apenas vender, logo não há uma preocupação do anúncio aparecer em todos os cantos para determinada pessoa. Claro que essa estratégia é bastante pertinente, dependendo dos seus objetivos. – Leia também Remarketing: como usá-lo a favor do seu negócio. Por outro lado, o People Marketing se preocupa com a identificação e necessidade de cada pessoa, a fim de um contato mais humanizado possível, até retê-la enquanto cliente. A jornada do People Marketing seria, então, a de identificação (visitantes) -> engajamento (pessoas) -> conversão (oportunidades) -> retenção (clientes).

Com um consumidor cada vez mais exigente e questionador é necessário que haja uma forte identificação com a sua marca, privilegiando o relacionamento entre empresa e potencial e cliente e só então depois haja a conversão (venda).

 

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