5 REGRAS DO MACHINE LEARNING

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Você já ouviu falar em machine learning? Trata-se de uma ferramenta capaz de unir importantes etapas para atender às expectativas dos consumidores; com a criação de campanhas de marketing automatizadas em larga escala, levando a mensagem para o perfil de público desejado, na hora e local certos.

O machine learning é utilizado então, basicamente, para aprimorar suas estratégias de marketing digital. O Thinking with Google descobriu que os melhores resultados são obtidos por quem segue cinco regras para ter sucesso nessa era do marketing automatizado! Vamos saber quais são?

1- Otimização = crescimento

Segundo dados do Google, o machine learning só funciona para aquilo que fazemos ele otimizar. Logo, as marcas que têm melhor desempenho são aquelas que buscam crescimento no lucro e possuem uma visão holística do marketing¹.

 Vamos pensar em duas situações diferentes: uma empresa de serviço financeiro de alta performance otimiza todas as compras feitas pela internet, por telefone ou pessoalmente, enquanto outra empresa otimiza apenas os pedidos de informações online. Em qual delas você acha que o algoritmo machine learning vai trazer mais vendas? No primeiro, claro.

 2- Foque nos melhores clientes

 20% dos clientes geram 80% dos lucros, isso quer dizer que você deve conquistar e focar nos melhores clientes. Ao invés de enxergar todos como ‘clientes iguais’ use o machine learning para focar nos clientes mais valiosos a longo prazo, ou seja,aqueles que têm chances de gerar resultado para o seu negócio.

3- Aumente o CLV dos clientes atuais

Aumentando o CLV você ganha tempo para conquistar novos clientes e ainda usa o machine learning para otimizar vendas e reduzir perdas. Para otimizar as vendas, por exemplo, basta mapear o que o cliente está pensando em comprar e anunciar justamente aquele produto para ele. Para reduzir perdas basta identificar os clientes com risco de deixarem de comprar e fazer ofertas imperdíveis para aumentar a retenção.

4- Crie conexões emocionais em cada campanha

Com o marketing digital automatizado é preciso se diferenciar da concorrência e criar conexões emocionais com os potenciais clientes. É como se ele estivesse em um gigante marketplace de bananas e enxergasse todas elas iguais. Qual é o diferencial da sua?

5- Aceite de vez o conceito mobile first

Seu anúncio pode ser incrível, mas se não oferecer uma boa experiência mobile de nada adianta. Sem o conceito mobile first seu anúncio não será convertido! Isso porque, com o marketing automatizado, os algoritmos de lances com machine learning direcionam os clientes automaticamente para sites que convertem melhor. Isso conforta ou assusta sua equipe de marketing digital? Reflita!

 

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¹ visão holística do marketing: estratégia que considera um negócio como um todo e não dividido em partes.

² CLV: lifetime value ou “valor do tempo de vida do cliente” é uma métrica do marketing e vendas que estima a potencial receita e lucro futuros gerados por um cliente.

 

Relíquias Tecnológicas: Máquina de escrever

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Nós estamos sempre por dentro das novidades do universo tecnológico, mas é só lembrar de algum objeto que tenha feito parte da nossa história para bater aquela nostalgia. O Relíquias Tecnológicas de hoje vai direto para o túnel do tempo de 1714. E você vai embarcar nessa viagem com a gente! Bora? Recordar é viver!

 

Foi em 1974, na antiga Grã-Bretanha, que a rainha Anne concedeu ao engenheiro Mill a primeira patente de que se tem notícia. O objetivo era construir um objeto capaz de imprimir todas as letras em um papel, pano ou qualquer outro material que fosse capaz de transmitir mensagens tão nítidas quanto as de imprensa da época. O resultado não foi muito feliz, porque nem chegou a existir.

 

Mais tarde, durante o século XIX, pessoas de diferentes áreas tentaram aperfeiçoar a ideia do engenheiro. As invenções eram muito desajustadas e algumas pareciam até um piano. Como o objetivo era criar uma máquina capaz de escrever mais rapidamente do que de próprio punho, ninguém teve muita sorte. Até que o inteligentíssimo tipógrafo americano Christopher Latham Sholes (1819-1890), de Milwaukee Wisconsin, fabricou a primeira máquina de escrever que realmente atendia a proposta inicial.

 

Mais tarde, o tipógrafo resolver aperfeiçoar sua invenção e pediu ajuda de seus sócios, Carlos Glidden e Samuel W. Soule. Com algumas adaptações, a máquina passou a imprimir também conjuntos de sinais gráficos, letras e números, sendo muito útil nas repartições públicas e escritórios em geral, que tinham uma coisa em comum: mais pareciam escolas de caligrafia.

 

O segundo modelo, patenteado em 1868, passou por algumas melhorias mecânicas, além de permitir uma escrita mais veloz que a pena. Foi quando a máquina foi levada para o Estado de Nova York para ser produzida em larga escala. No entanto, só em 1873 que o pioneirismo de Sholes somado ao tino comercial de dois especialistas do ramo,  Densmore e Remington, o negócio começou a dar certo: as máquinas passaram a ser produzidas em série e postas à venda.

 

Mais de um século depois de sua invenção, pouca coisa mudou na máquina de escrever. Foi quando em 1872, Thomas Alva Edison projetou a primeira máquina elétrica.

 

Em 1914, outro americano, James Field Smathers, criou a primeira máquina com motor elétrico, que começou a ser produzida seis anos depois.

 

O grande salto foi nos anos 60, quando a máquina de escrever ganhou um disco giratório que continha os tipos de movimento ao longo do papel. E você, já viu uma de perto?

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Jornada do consumidor: descubra como antecipar o que ele deseja

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A mudança no comportamento do consumidor revelou a necessidade de lidar com um público que deseja respostas imediatas, isso pode ser bom ou ruim para a sua empresa; vai depender do quanto você trabalha para antecipar o que ele deseja e ajudá-lo a ter uma boa experiência.

As respostas imediatas têm sido buscadas cada vez mais pelas pessoas, principalmente via mobile. Exemplo disso é a busca por  “aberto” + “agora” + “perto de mim”, que cresceu mais de 200% nos últimos anos¹. Não é nenhuma surpresa que ninguém goste de perder tempo, e não é muito diferente na hora da compra. Todo trabalho para encontrar as informações certas tem que ser o menor possível, assim como o pós-venda ou resolução de problemas, caso surja.

 

Nem todas as marcas conseguem acompanhar essa tendência, mas fato é que aquelas que a acompanham, e antecipam o que o seu consumidor deseja e precisa, conseguem manter a satisfação do cliente nas nuvens e garantir a tão necessária confiança no seu negócio.

 

A melhor forma de antecipar o que o consumidor deseja é ficando de olho nas buscas mais comuns:

 

  • Buscas mobile por “Posso/comprar” + “perto de mim” aumentaram 6 vezes nos últimos anos (Dados do Google). Por exemplo: “onde posso comprar canecas perto de mim”, “ lugares para comprar bonés perto de mim”, entre outras.

  • Buscas mobile por “rastrear” + “pacote” cresceram mais de 120% (Dados do Google). As pessoas querem ter a atualização do status do pedido realizado.

  • Buscas mobile por “24h” + “SAC” cresceram mais de 400% também nos últimos anos (Dados do Google). Isso mostra que o novo consumidor procura por atendimento instantâneo.

 

Sabendo disso, você pode:

 

  • Estar disponível na hora em que o seu cliente precisa: não importa qual o contexto – quantidade de produtos em estoque, informação, previsão de entrega, reclamação – seus clientes querem encontrar resposta na hora em que eles precisam.

  • Seja relevante, inclusive nos períodos mais críticos: utilizar a automação é uma boa escolha na hora de mostrar apenas anúncios de produtos disponíveis. É bem comum que algumas empresas façam anúncios de produtos que não estão mais disponíveis para compra, o que é um grande erro e acaba com a confiança do consumidor.

  • Seja transparente: se o seu prazo de entrega não for incrível, ganhe da concorrência em outros aspectos: através da informação de produtos e características, previsão de entrega, disponibilidade de serviços de atendimento, links de rastreamento e pós-venda, como “Oi, fulano! Tudo bem? Você comprou x produto tal dia e gostaríamos de saber se você gostou dele!” ou então, uma comunicação mais informal: “E aí, fulano, curtindo a sua compra? Esperamos que sim <3 Mande seu feedback pra gente! Um beijo, equipe x.”

 

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¹ 1 Dados do Google, EUA, julho 2015–dez. 2015 vs. julho 2017–dez. 2017.

 

Empatia artificial: a revolução do antagonismo na era digital

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Apesar de duas palavras antagônicas, a empatia artificial vem ganhando espaço e faz parte da grande transformação digital que está ocorrendo no mundo. Pode parecer estranho que, muitas vezes, as pessoas não tenham a empatia necessária para lidar com os problemas nas empresas, enquanto a tecnologia encontra as respostas e vai além; programa soluções criativas que resolvem pequenos ou grandes problemas num estalo. Mas empatia não é uma capacidade psicológica do indivíduo?

A empatia consiste em tentar compreender sentimentos, emoções e necessidades de outra pessoa. Não é isso que a tecnologia faz com primor? Com o mundo cada vez mais conectado as pessoas não tem dado mais tanta importância a qualidade, mas dão ao fato de não se sentirem compreendidas. Exemplo claro disso é não ficar tão decepcionado com a qualidade de um produto, mas ficar realmente desapontado com o atendimento que o levou a comprá-lo.

Não se pode falar em empatia e atendimento sem falar no marketing conversacional, que tem como principal objetivo criar uma experiência de compra mais humana e personalizada. É o caso do chatbot com inteligência artificial para atender várias pessoas ao mesmo tempo, de forma ininterrupta e personalizada. Essa humanização nas interações faz parte de uma estratégia crucial para tornar cada contato mais próximo. Em outras palavras, todos falam a mesma língua. O resultado parece mágico, e você se sente praticamente no filme do Spike Jonze!

 

Claro que ainda não existe tecnologia como a do filme, mas ele ilustra muito bem como seria a relação entre humanos e computadores se eles tivessem sentimentos.

De volta para o mundo real, pessoal! O Google Duplex é a clara demonstração de como a empatia artificial é capaz de transformar nossas experiências, criando soluções para diversas necessidades. Trata-se de um assistente virtual capaz de realizar reservas de forma humanizada, como você pode ver no vídeo abaixo:

 

Parece que não há limites para o impossível, é o que acontece quando cruzamos habilidades inteligentes a nosso favor e a favor do nosso entendimento em relação às necessidades das outras pessoas, no caso, nossos clientes. Sim, essa transformação digital está realmente acontecendo e ela se chama empatia artificial!

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Relíquias Tecnológicas: ENIAC

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O ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Computer) foi o primeiro computador digital eletrônico do mundo, criado pelos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, a pedido do exército dos EUA para o laboratório de pesquisa balística.

O ENIAC era bem pesado e demandava espaço, com suas 30 toneladas, uma área  de 680m², além de 17.468 tubos de vácuo, diodos de cristal de 7200, 1.500 relés, 70.000 resistores e 10.000 capacitores. Tudo isso justifica o custo de produção, US$ 500 mil na época, atualmente cerca de US$ 6 milhões, e também o consumo de energia. Seu hardware consumia 200 mil watts. Dá pra acreditar?

O sistema operacional do “gigante do cérebro”, como era chamado o ENIAC, era bem diferente do que nós temos em mente nos dias de hoje. Nada mais nada menos do que cartões perfurados comandados por um time de funcionárias do exército. Aliás, as primeiras programadoras que nós temos notícias.

As funcionalidades do ENIAC eram avançadíssimas para época, como executar sequências complexas de operações, incluindo loops, ramificações e sub-rotinas. Como levar as questões para mapeamento da máquina era bastante complexo e demorava semanas, foi necessário um outro processo, mais rápido e objetivo. Por este motivo, houve um período de verificação e depuração, ou seja, foi descoberto um “passo único” para a resolução dessas questões pelo computador.

eniacFoto: Programadoras do ENIAC | Reprodução: Foto E.U.A Exército dos arquivos da Biblioteca Técnica ARL

Vídeo – ENIAC

Quem diria que estaríamos onde estamos hoje, né?

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