People marketing: quem é a pessoa por trás das suas compras?

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Sabe aqueles 4 p’s que você aprendeu, há muito tempo, quando pensava em estratégias de marketing para o seu negócio? Pois é, o tal do ‘preço, praça, produto e promoção’ perderam espaço! É claro que isso não ocorreu num estalo, mas se deu principalmente pela mudança na forma de nos comunicarmos com o nosso público-alvo.

Muitos segmentos ainda utilizam essa estratégia, ou seja, desenvolvem ou oferecem um bom produto, escolhem um bom preço, uma praça para distribuição, além de uma promoção irresistível. Isso se explica pela necessidade de gerar mais vendas, o que acaba justificando essa estratégia de massa em mercados, por exemplo. O problema é quando o P mais importante acaba sendo deixado de lado, o P de pessoa.

O People Marketing se preocupa com a pessoa por trás de cada interesse, curtida, comentário, clique, visita ao site, compra realizada ou compra abandonada no carrinho. Seu objetivo é permitir que você ofereça ao seu potencial cliente aquilo que ele realmente precisa, o que garante a conversão sem muito esforço. Uma vantagem dessa estratégia é não deixar a pessoa com a sensação de inconveniente, já que você escolherá o melhor momento e canal para contato, além da mensagem mais humanizada possível.

Agora você deve estar se perguntando, mas qual a diferença entre People Marketing e Remarketing? O Remarketing tem por objetivo apenas vender, logo não há uma preocupação do anúncio aparecer em todos os cantos para determinada pessoa. Claro que essa estratégia é bastante pertinente, dependendo dos seus objetivos. – Leia também Remarketing: como usá-lo a favor do seu negócio. Por outro lado, o People Marketing se preocupa com a identificação e necessidade de cada pessoa, a fim de um contato mais humanizado possível, até retê-la enquanto cliente. A jornada do People Marketing seria, então, a de identificação (visitantes) -> engajamento (pessoas) -> conversão (oportunidades) -> retenção (clientes).

Com um consumidor cada vez mais exigente e questionador é necessário que haja uma forte identificação com a sua marca, privilegiando o relacionamento entre empresa e potencial e cliente e só então depois haja a conversão (venda).

 

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Inbound marketing x Outbound marketing

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Quando falamos em inbound e outbound marketing estamos falando de duas estratégias ou modelos completamente diferentes, será que você já sabe que diferenças são essas e como elas repercutem no seu negócio?

A primeira coisa que precisamos desmistificar é a ideia de que há um modelo perfeito. Ambos podem ser eficazes, dependendo das suas necessidades e objetivos. Enquanto no Inbound Marketing a atenção é voltada para o cliente de forma espontânea e orgânica, no Outbound Marketing temos uma abordagem bem mais agressiva, movimentada principalmente pelas vendas.

A estratégia no Inbound Marketing é movida pela ideia de que é preciso nutrir o público-alvo, com conteúdos relevantes, gerando tráfego e leads, a fim de manter essas pessoas engajadas para que elas se tornem clientes. Não é nenhuma novidade que uma das ferramentas mais usadas no Inbound Marketing é o SEO. Afinal, você precisa ter um bom posicionamento nos mecanismos de busca a partir das principais palavras-chave relacionadas ao seu negócio.

Mas e na conversão? Landing pages podem ser uma excelente opção na captação de leads e conversão em clientes, por exemplo. Outros exemplos que podem ser usados no funil de vendas são: criação de conteúdos para blog e google adwords para atração de tráfego; criação de landing pages e uso de call to action para conversão desse tráfego em leads e, finalmente, marketing de conteúdo nas redes sociais para converter leads em clientes. E tem mais, com o Inbound Marketing você gasta bem menos do que no Outbound Marketing, já vimos o porquê – atração orgânica.

Do mesmo modo que a palavra cativar diz muito a respeito do Inbound Marketing, a expressão ir direto ao ponto diz muito sobre o Outbound Marketing. Embora muitas empresas prefiram o Inbound Marketing, ainda há empresas que utilizam o Outbound Marketing. Nesse modelo é possível montar um banco de dados com informações pertinentes para o departamento comercial sobre os clientes, no entanto o nível de rejeição é bem grande – o telemarketing é um exemplo.

Com um perfil de consumidor cada vez mais exigente e questionador, uma ferramenta poderosa como as redes sociais,  que facilita e viabiliza o relacionamento entre empresa e consumidor com um baixo custo, o Inbound Marketing é uma estratégia eficaz para todos os tipos de segmentos de mercado.

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Buyer Persona: como ela pode ajudar a sua empresa

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Quando desenvolvemos estratégias de marketing digital eficientes é necessário ter conhecimento de qual é o público com quem estamos nos comunicando. Fato é que com as mudanças e as transformações do marketing digital há uma preocupação muito maior com o consumidor, que é o protagonista de tudo pensado internamente (estratégias de criação, desenvolvimento, relacionamento e vendas).

Com a finalidade de ter à disposição das empresas um alicerce que pudesse garantir estratégias de marketing alinhadas com seu público-alvo foram criadas as buyer personas. Por isso, o termo pode ser entendido como “cliente ideal”. A partir da criação desse perfil ficcional de “cliente ideal” é possível identificar e compreender as necessidades do público-alvo.

Agora que você sabe que a buyer persona é um personagem que representa o seu cliente ideal, como pode usá-la a favor da sua empresa? Criando as suas próprias buyer personas! Pense em quem é o seu cliente, qual a sua faixa etária, onde ele mora, o que ele gosta de fazer na internet, o que ele faz no seu tempo livre, que tipo de música gosta de ouvir, são infinitas as possibilidades de perguntas. No quesito de consumo, por exemplo, onde o seu cliente ideal costuma fazer a maior parte das compras: na loja física ou online? Ele realiza pesquisas antes de adquirir algum serviço e/ou produto? – Leia também  ZMOT: o marco zero da decisão de compra – Com qual frequência ele realiza compras online? Esses são só alguns exemplos.

A criação de uma buyer persona pode parecer simples, mas a grande maioria das empresas têm dificuldades para a construção do seu cliente ideal ou nem sabe a grandiosidade e importância da buyer persona para a organização do negócio. Por isso, contar com uma empresa especializada em marketing digital é imprescindível para obter sucesso na criação de estratégias eficientes.

 

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3 DICAS PARA FIDELIZAR SEUS CLIENTES

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Você já parou para pensar que na grande maioria das vezes o sucesso do seu negócio está ligado não ao que você vende, mas como vende? Esse é um princípio do processo de fidelização B2B (Business to Business).

Independente do segmento ou porte da sua empresa: pequeno, médio ou grande; para a grande maioria dos clientes o que importa é ter suas necessidades atendidas. Nesse sentido, as empresas que investem em entender os desejos dos seus clientes e nas soluções de seus problemas conseguem fortalecer sua presença no mercado.

Se fidelizar um cliente é mantê-lo fiel ao que você oferece, seja uma experiência, um produto ou um serviço, você precisa saber como fazer isso de maneira mais assertiva. Confira 3 dicas para fidelizar seus clientes!

1- Invista em um programa de fidelidade

Quem não gosta de ganhar uma promoção? Com o seu cliente não é diferente! Um programa de fidelidade, como o cartão fidelidade digital, permite que você crie as promoções que quiser no seu estabelecimento e conquiste cada vez mais clientes. Você disponibiliza promoções no celular do seu cliente e aplica as estrelas que desejar diretamente na sua área administrativa. Além disso, uma excelente vantagem do app é poder divulgar o seu cartão fidelidade através das redes sociais e manter os seus clientes informados das novidades no seu estabelecimento através de notificações push.

2- Conheça as necessidades do seu cliente

Não há como gerenciar suas estratégias de venda sem medir suas ações. Por isso, conhecer as necessidades do seu cliente e medir as ações que dão certo são duas medidas fundamentais para que ele continue fiel a sua empresa. Exemplos disso são o mapeamento do nível de satisfação com o seu produto e/ou serviço, uma comunicação mais efetiva e um relacionamento mais próximo com o seu cliente.

3- Lembre-se do pós-venda

Oferecer uma boa experiência para o seu cliente será um grande diferencial, já que grande parte das empresas não investe no pós-venda como deveria. Vendeu um produto e/ou serviço para o seu cliente? Agende um período após a primeira compra, que pode variar de 7 a 30 dias (de acordo com o seu segmento ou preferência), para entrar em contato e perguntar o que ele achou, se teve suas necessidades atendidas, entre outras coisas que podem ser pertinentes para o seu feedback e para demonstrar que o seu cliente é importante para a sua empresa.

 

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Relíquias Tecnológicas: Pager

2018-06-22

Se você é da época que tinha que ligar pra uma central para anotarem a sua mensagem para o pager de alguém, seja bem-vindo ao relíquias tecnológicas!

O pager surgiu em 1949, quando foi inventado por Alfred J. Gross para ser utilizado no Hospital de New York Jewish, e foi liberado para fins comerciais só 10 anos depois. O aparelhinho era um walkie talkie mais desenvolvido que utilizava o sistema de rádio. Foi nos anos 80 e 90 que ele ficou popular.

Até 1992 ele era conhecido como “bip” por quase todos que o utilizavam, por causa da função de apitar ou vibrar ao avisar que uma mensagem tinha sido enviada para a central. Já os mais moderninhos exibiam a mensagem no visor do cristal líquido.

Quem nunca viu o tal do pager deve estar se perguntando como essa troca de mensagens funcionava. O envio das mensagens era feita a partir de uma central de atendimento, para a qual a pessoa ligava do telefone convencional e ditava a mensagem desejada para um atendente no style “Um momento, senhor, estamos enviando a sua mensagem.”

Você deve estar pensando “e quando o celular surgiu?”. Os dois tiveram um período de convívio pacífico até que os celulares começaram a ficar mais baratos e acessíveis e aí, é claro, o uso do pager acabou sendo descontinuado. E você, conheceu e usou o pager?

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Reprodução: Pinterest

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