Think with Google: Inteligência artificial e os melhores insights

maxisite_blog_02042019Dados do Google revelaram que 60% das empresas está em fase de implementação da inteligência artificial. – Leia também Think with Google: inteligência artificial e futuro sustentável Pois é, parece que a inteligência artificial está com tudo! E não é à toa, já que há uma série de novidades pra lá de interessantes relacionadas às iniciativas de marketing. – Leia também Marketing digital: 10 previsões globais para 2019.

Agora você deve estar se perguntando o que a inteligência artificial pode acrescentar ao marketing, já que uma máquina não pode entender sentimentos como humanos. Evidente que não na mesma proporção, mas compreende que a tristeza é próxima da melancolia e bem distante da felicidade, por exemplo. Essa percepção tem diversas aplicações no marketing, desde a análise de sentimentos nas mídias sociais até o atendimento do consumidor. Outro exemplo de como a IA pode ser utilizada é no atendimento prioritário de emails. Como assim? A partir de insights a respeito das emoções, a empresa pode encontrar a pessoa mais capacitada para lidar com cada tipo de emoção. A rapidez desses insights está cada vez maior e consequentemente a resposta ao consumidor.

O machine learning é uma tendência nas empresas que se preocupam com a otimização e tem sido amplamente utilizado para aprimorar as estratégias de marketing digital. – Leia também: 5 regras do Machine Learning. Em testes recentes, pesquisadores do Google descobriram padrões comuns dos melhores anúncios, ou seja, quando os usuários pulavam partes do vídeo no Youtube. Isso permitiu que fossem feitas otimizações de conteúdo, algo muito pertinente para fazer dar certo o vídeo.

Em anúncios de batons, por exemplo, o Google descobriu  que os pincéis têm maior retenção do que o lápis labial. Da mesma forma que em vídeos de beleza as mulheres de cabelos castanhos ou escuros capturam mais atenção do que as mulheres loiras. Além disso, o Google também descobriu que usar modelos e supermodelos funcionam melhor. A partir daí surgiu uma pergunta relacionada a IA, que foi a seguinte: qual a diferença entre uma modelo e uma supermodelo para uma máquina? A resposta descoberta foi cabelos ao vento, ou seja, basta ligar o ventilador. Este insight demorou menos de 10 minutos para ser obtido.

Futuramente será possível não só usar os insights, mas a IA para acelerar a obtenção desses dados, como já acontece em alguns lugares do mundo.

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Marketing digital: 10 previsões globais para 2019

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A gente está sempre antenado no mundo das tendências do marketing digital. Experiências mobile, chatbots revolucionários, vídeos e a consolidação de conteúdo offline e online são apenas algumas das tendências divulgadas pelos principais experts em diversos países no mundo para este ano. Bora conferir?

1. Omnichannel

Lembrou da experiência multicanal? Pois é, agora ela deu espaço ao omnichannel, uma abordagem mais unificada. O objetivo é aproveitar todos os recursos online, redes sociais e apps mobile para tornar a interação com as marcas mais contínua.

Por exemplo, o Cartão Fidelidade Digital usado por estabelecimentos para fidelizar clientes pode aplicar estrelas/pontos pela área administrativa, pelo app ou diretamente na loja.

2. Mobile first

Esse conceito retoma o primeiro. Se você deseja oferecer ao seu cliente uma experiência omnichannel, precisa oferecer soluções rápidas e eficientes através de apps e sites. De acordo com o Google, 53% das pessoas saem de sites cujos downloads demoram mais que 3 segundos. Esse ano as marcas mais relevantes serão, portanto, aquelas que valorizarem seus usuários.

3. Chatbots revolucionários

Os bots estão sendo cada vez mais usados para o relacionamento entre marcas e clientes e até 2020, 85% dessas interações serão feitas por robôs.

4. Vídeos online

Eles vão dominar as telas em todo o mundo, já que a previsão é a de que o tempo médio mundial assistindo vídeos online será de 84 minutos, até 2020. Os formatos que poderão ser utilizados vão desde reportagens, entrevistas e vlogs até debates. Além disso, a autenticidade do conteúdo e falta de tratamento e montagem do vídeo poderão suprir o desejo das pessoas que buscam pelo que é real.

5. Serviços de voz

A tendência é o boom do ano, diversas ferramentas de marketing, como aplicativos, delivery e portais de notícias, serão integradas a serviços de voz. Já pensou comprar por voz o seu delivery?

6. Parcerias

Em 2019 uma mão lavará a outra, as parcerias serão aquele empurrão para crescer no varejo. Isso acontecerá, principalmente, pelo crescimento da tecnologia, da digitalização e da necessidade de abrir os olhos para novas oportunidades. Fazer parcerias ajudará a descobrir oportunidades de sucesso, talentos, além de atrair tecnologia e investimento! $

7. Data-driven

Há anos o objetivo das empresas que estão de olho na inovação é oferecer experiências completas para os seus clientes. Nesse sentido, integrar estratégias de marketing data-driven, seguindo os 5As: audiência, assets, acesso, distribuição e automação, traz muitas vantagens competitivas.

8. Consolidação do conteúdo offline e online

Empresas que consolidarem o offline e online para facilitar atribuição, mensuração de visitas a lojas, conseguirão gerar compras programadas. Isso já ocorreu com um dos maiores varejistas na Arábia Saudita, a rede Landmark Group integrou os dados do cartão de lealdade Shukran ao Google Analytics para conectar anúncios online às vendas offline.

9. Realidade aumentada amplificada

Segundo estimativas da Harvard Business Review, os investimentos globais para o desenvolvimento de AR vão passar de US$ 60 bilhões até 2020. Vale lembrar do recente exemplo da Coca-cola, que criou um app patrocinado para transmitir corridas da NASCAR em realidade aumentada.

10. Conteúdo personalizado = alto valor

A confiabilidade das informações é o critério mais importante para a audiência online, segundo o Google. Fotos e vídeos que ofereçam credibilidade e aumentem a lealdade dos clientes, esse é o segredo para 2019!

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Think with Google: inteligência artificial (IA) e futuro sustentável

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Em 2018, a demanda global por recursos foi 1,7 vezes maior do que a Terra pôde aguentar em um ano, o que ocorreu devido ao aumento da população e, consequentemente, do consumo. Esse dado, somado a outros, levanta (ou pelo menos deveria) a bandeira mundial da necessidade de mudança em todos os setores da economia.

Se pararmos pra pensar no padrão seguido pela nossa sociedade veremos que, muito embora esses dados sejam amplamente divulgados, ainda estamos no efeito manada de pegar, produzir e desperdiçar. O objetivo das nações deve ser então o de evitar, de uma vez por todas, o desperdício. Parece difícil? Esse ideal segue a linha da economia circular, já que nossos recursos são finitos.

Quem nunca ouviu a frase “na natureza nada se cria, tudo se transforma”? No modelo dela tudo que é produzido é reaproveitado. A planta cresce a partir da energia do sol e do solo, cresce, se desenvolve e, assim que ela morre, serve de adubo para abastecer outra vida. Trazendo para a nossa realidade: carros, refrigeradores, roupas, embalagens, entre outras coisas, precisam ganhar um novo propósito.

De acordo com uma pesquisa recentemente publicada pelo Google, realizada com a Ellen MacArthur Foundation e a McKinsey & Company, a Inteligência Artificial (IA) não só pode acelerar essa grande e necessária mudança para um futuro mais sustentável, mas também gerar mais valor.

Uma economia circular significa uma economia da qual todos façam parte e para que a mudança aconteça, precisamos:

Projetar a durabilidade nos nossos produtos: o valor deles precisa ser mantido por mais tempo ou cada produto precisa ser criado com a finalidade da reutilização. Inclusive, a inteligência artificial já está no processo de descoberta e produção de novos materiais que podem ajudar nessa missão. Existe um projeto chamado Accelerated Metallurgy, conduzido pela Agência Espacial Europeia, junto com um grupo de fabricantes, universidades e designers, que utilizou a tecnologia de IA de maneira extraordinariamente rápida para produzir e testar novas ligas metálicas, que podem substituir produtos químicos danosos para o meio ambiente e materiais menos duráveis.

Otimizar a infraestrutura: lembra do atual modelo de desperdício? Pois é, otimizando a infraestrutura os aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e veículos, por exemplo, poderiam ser adquiridos por aluguel e devolvidos para revenda ou refabricados para que praticamente nenhum material novo precise ser extraído do solo. Claro que isso exige eficiência, mas a inteligência artificial pode ajudar melhorando os processos para triagem de materiais reciclados e de produtos desmontados.

Maximizar novos modelos de negócios: é preciso abrir espaço para serviços por assinatura ou de aluguel, priorizando a eliminação do desperdício. Neste sentido, a inteligência artificial ajuda aumentando o valor desses modelos, combinando históricos e, em tempo real, ajudando na tomada de melhores decisões sobre previsão de preços e demanda, manutenção preventiva e gestão inteligente de inventários.

O Google, além de analisar maneiras de aplicar a inteligência artificial em seus produtos, está realizando um concurso intitulado Circular Economy 2030 (Economia Circular 2030). Esse evento, que ainda não está aberto para o mercado brasileiro, é um convite aos empreendedores sociais do mundo inteiro que desejam apresentar propostas e ideias geradoras de renda,  que usem análise de dados e machine learning para desenvolver uma economia circular. – Leia também 5 regras do machine learning.

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Relíquias Tecnológicas: 5 mega bytes

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Você reclama constantemente da memória do seu celular de 16,32 e 64 gigabytes ou que o seu pen drive não cabe muita coisa, incluindo arquivos de música e documentos?

Estamos tão acostumados a ter tudo ao nosso alcance, que nem paramos para pensar no tamanho físico dos aparelhos. Como o ditado diz “uma imagem vale mais do que mil palavras”, então dá só uma olhada nessa enorme caixa de metal que em 1956 carregava a incrível quantidade de 5mb de informações! A foto registra o momento de uma transferência de dados para o um avião da PanAm.

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1956, A 5MB IBM hard drive being loaded onto a PanAm plane.The HDD weighed over a ton. Reprodução: Multitech History

Falando no assunto, muitas pessoas não têm ideia do que significa a expressão “você tem direito a X mega”, quando recebem ofertas de operadores de internet (fixa ou móvel). Existe uma diferença entre megabyte e megabit, por exemplo. O bit é a unidade mais simples de armazenamento, enquanto o byte é o equivalente a 8 bits. Isso quer dizer que um megabit é 8 vezes menor do que um megabyte!

É bem comum pensar quando alguém fala “10 mega por segundo” de velocidade, que um arquivo de 10 megabytes será baixado em 1 segundo, mas isso não é verdade.  Aquele arquivo de 10 megabytes que você resolveu fazer download, em uma conexão de 10 “mega por segundo”, não vai ser baixado em 1 segundo, e sim em 8 (supondo que ele seja baixado na velocidade máxima do pacote).

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MWC: 4 inovações fantásticas propostas no Mobile World Congress 2019

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O MWC é um dos eventos mais importantes sobre inovações no universo de dispositivos móveis. Este ano, a proposta de Mark Zuckerberg – fundador do Facebook – foi totalmente diferente: tecnologia social. Como assim? Sob o lema “a conectividade é um direito humano” a proposta foi universalizar o acesso à internet. Ficou arrepiado? Nós também!

Para que haja conectividade em qualquer lugar do mundo é preciso financiamento das redes de colaboração, até para desenvolvê-la nos lugares mais distantes. Confira os projetos do Facebook que rolaram no MWC!

A grande estrela do evento: internet para todos

O projeto é uma parceria entre a Telefónica de Perú, responsável pelo know-how do ramo, o Banco Internacional de Desenvolvimento, o Banco de Desenvolvimento da América Latina e o Facebook. O objetivo é criar novos negócios baseados na colaboração, livre acesso, legislação e inovação com um modelo network as service. O protótipo será lançado no Peru e aplicado em grande escala na América Latina.

Destacamos também três projetos fantásticos: o Express wi-fi, o Magma e o Terragraph. O Express-wifi já é um serviço atuante em lugares como Indonésia, Quênia, Índia, Tanzânia e Nigéria há 4 anos. Este ano foi expandido para países da África do Sul, Ghana e FIlipinas. Trata-se de uma conectividade gratuita, com pontos de acesso de baixo custo e banda larga, realizada pelo Facebook em parceria com outras marcas, como Nokia, Sansung, MediaTek, entre outras. Super legal, né? O objetivo é promover o desenvolvimento de países emergentes!

O Magma, resumidamente, preconiza a conectividade para as pessoas poderem aprender, ensinar e ganhar uma remuneração por isso. Trata-se de um software de código aberto para criar redes móveis, tudo isso pensando na automatização de processos. O projeto foi criado para gerar desenvolvimento, redes de colaboração, inclusão digital e monetização por meio na web.

O Telegraph, por sua vez, é  uma banda sem fio, acessível e de altíssima velocidade que conecta as cidades. O projeto visa ajudar as empresas a superarem os desafios enfrentados diariamente para um mundo, de fato, globalizado.

 

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