Business Intelligence: o que é e para o que serve?

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Você já ouviu falar em BI, ou melhor, business intelligence? Por décadas os empreendedores usavam a experiência no mercado para tomar decisões importantes, mas com o grande avanço tecnológico essa forma de lidar com o próprio negócio mudou de cenário. Abriu-se um espaço para a tomada de decisões estratégicas baseadas em coletas de dados, informações essas adquiridas de algum sistema para ação e monitoramento dos melhores resultados para o seu negócio.

A percepção dos insights e o monitoramento de ações são só algumas das vantagens do business intelligence, você ainda pode contar com novas janelas de oportunidades, identificar custos excedentes e, a partir disso, otimizar preços, além de ter uma gestão muito mais eficiente e otimizada do seu negócio de maneira geral.

Imagine que você tem um sexshop e que seu carro-chefe sempre foi um vibrador da marca x, que já está há algum tempo no mercado. Com o software específico de BI, além do seu e-commerce, você também monitora o interesse pelo produto através das redes sociais, um importante e pertinente indicador para o seu segmento. No entanto, com uma análise detalhada, o produto que antes era seu nº 1 no ranking de vendas teve uma queda brusca de vendas, cerca de 50%. Informação identificada, você descobre que outro produto da mesma marca, só que mais moderno e com mais funcionalidades – com 3 modos de vibração a mais que a versão anterior e à prova d’água – teve um aumento na procura, em cliques e vendas. A partir daí, é possível relacionar cada um dos modelos a uma experiência e proposta diferente um do outro. Como assim? O modelo que é à prova d’água, por exemplo, vai bem na mala se você for viajar pra algum lugar diferente e quiser relaxar, unindo a experiência de conhecer um lugar novo a experiência de conhecer novos modos de vibração. Por que não?

Para continuar no mercado é necessário conhecer as tendências e os hábitos de compra do seu cliente, só assim você saberá qual direção deve tomar para alcançar melhores resultados.

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Inbound marketing x Outbound marketing

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Quando falamos em inbound e outbound marketing estamos falando de duas estratégias ou modelos completamente diferentes, será que você já sabe que diferenças são essas e como elas repercutem no seu negócio?

A primeira coisa que precisamos desmistificar é a ideia de que há um modelo perfeito. Ambos podem ser eficazes, dependendo das suas necessidades e objetivos. Enquanto no Inbound Marketing a atenção é voltada para o cliente de forma espontânea e orgânica, no Outbound Marketing temos uma abordagem bem mais agressiva, movimentada principalmente pelas vendas.

A estratégia no Inbound Marketing é movida pela ideia de que é preciso nutrir o público-alvo, com conteúdos relevantes, gerando tráfego e leads, a fim de manter essas pessoas engajadas para que elas se tornem clientes. Não é nenhuma novidade que uma das ferramentas mais usadas no Inbound Marketing é o SEO. Afinal, você precisa ter um bom posicionamento nos mecanismos de busca a partir das principais palavras-chave relacionadas ao seu negócio.

Mas e na conversão? Landing pages podem ser uma excelente opção na captação de leads e conversão em clientes, por exemplo. Outros exemplos que podem ser usados no funil de vendas são: criação de conteúdos para blog e google adwords para atração de tráfego; criação de landing pages e uso de call to action para conversão desse tráfego em leads e, finalmente, marketing de conteúdo nas redes sociais para converter leads em clientes. E tem mais, com o Inbound Marketing você gasta bem menos do que no Outbound Marketing, já vimos o porquê – atração orgânica.

Do mesmo modo que a palavra cativar diz muito a respeito do Inbound Marketing, a expressão ir direto ao ponto diz muito sobre o Outbound Marketing. Embora muitas empresas prefiram o Inbound Marketing, ainda há empresas que utilizam o Outbound Marketing. Nesse modelo é possível montar um banco de dados com informações pertinentes para o departamento comercial sobre os clientes, no entanto o nível de rejeição é bem grande – o telemarketing é um exemplo.

Com um perfil de consumidor cada vez mais exigente e questionador, uma ferramenta poderosa como as redes sociais,  que facilita e viabiliza o relacionamento entre empresa e consumidor com um baixo custo, o Inbound Marketing é uma estratégia eficaz para todos os tipos de segmentos de mercado.

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Relíquias Tecnológicas: Jogo eletrônico “desafio”

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Do que você tem saudade? Estamos de volta aos anos 80, com uma relíquia que fez a alegria de muita gente! Com teclas super coloridas, de formato redondo e quase um instrumento musical, o Desafio era motivo pra reunir a criançada dessa geração.

Adivinhou de qual brinquedo estamos falando? Desafio, um jogo de oito sequências de cores e sons que deveria ser repetida pelo jogador “amador” ou “profissional”. A diferença da modalidade estava na velocidade de resposta que o jogador tinha que dar. Quem escolhia o modo amador tinha, claro, mais tempo para pensar na resposta. No modo profissional a resposta tinha que ser praticamente imediata.

O Desafio tinha outra funcionalidade além do jogo. Na função “órgão” ele poderia ser usado como um instrumento, cada cor reproduzia uma nota diferente. Uma brincadeira super divertida pra quem tocava e nem tanto assim pra quem ouvia.

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Desafio, o jogo eletrônico de 2ª geração

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Buyer Persona: como ela pode ajudar a sua empresa

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Quando desenvolvemos estratégias de marketing digital eficientes é necessário ter conhecimento de qual é o público com quem estamos nos comunicando. Fato é que com as mudanças e as transformações do marketing digital há uma preocupação muito maior com o consumidor, que é o protagonista de tudo pensado internamente (estratégias de criação, desenvolvimento, relacionamento e vendas).

Com a finalidade de ter à disposição das empresas um alicerce que pudesse garantir estratégias de marketing alinhadas com seu público-alvo foram criadas as buyer personas. Por isso, o termo pode ser entendido como “cliente ideal”. A partir da criação desse perfil ficcional de “cliente ideal” é possível identificar e compreender as necessidades do público-alvo.

Agora que você sabe que a buyer persona é um personagem que representa o seu cliente ideal, como pode usá-la a favor da sua empresa? Criando as suas próprias buyer personas! Pense em quem é o seu cliente, qual a sua faixa etária, onde ele mora, o que ele gosta de fazer na internet, o que ele faz no seu tempo livre, que tipo de música gosta de ouvir, são infinitas as possibilidades de perguntas. No quesito de consumo, por exemplo, onde o seu cliente ideal costuma fazer a maior parte das compras: na loja física ou online? Ele realiza pesquisas antes de adquirir algum serviço e/ou produto? – Leia também  ZMOT: o marco zero da decisão de compra – Com qual frequência ele realiza compras online? Esses são só alguns exemplos.

A criação de uma buyer persona pode parecer simples, mas a grande maioria das empresas têm dificuldades para a construção do seu cliente ideal ou nem sabe a grandiosidade e importância da buyer persona para a organização do negócio. Por isso, contar com uma empresa especializada em marketing digital é imprescindível para obter sucesso na criação de estratégias eficientes.

 

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Mobile first: entenda a importância desse conceito

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Mobile first é um conceito fundamental para todas as empresas que possuem projetos web, isso porque o seu foco é desenvolver projetos direcionados primeiro para os dispositivos móveis. Não é surpresa nenhuma entender a prioridade do mobile first, já que há uma forte preocupação com a experiência do usuário no celular.

Segundo uma pesquisa do Pnad C, divulgada pelo IBGE, em relação aos dispositivos mais acessados para navegar, o celular foi o mais usado nos últimos anos, sendo citado por 94% das pessoas com acesso à internet. Não à toa, a preocupação do mobile first é atender essa demanda, priorizando principalmente: a experiência do usuário, o tamanho das telas, a otimização dos conteúdos e a performance.

Outro fator que colabora para que esse conceito seja cada vez mais propagado é que o posicionamento na busca do Google pode ficar prejudicado, caso o seu site não possua um layout responsivo. – Leia também Site responsivo: por que preciso de um?

Além disso, as compras via celular tiveram um crescimento significativo. Segundo a Atlas, no Relatório Radar E-commerce, houve um crescimento de 22% para 31% das compras realizadas por dispositivos móveis entre 2016 e 2017.

A leitura facilitada, a rapidez de navegação e o conteúdo otimizado para o design do site não são mais diferenciais, mas obrigatórios para qualquer projeto web. Por outro lado, há quem ainda não esteja convencido de que esse é o caminho para não ficar pra trás, o que demonstra uma mentalidade retrógrada, muito atrás dos tempos tecnológicos e extremamente focados na experiência do usuário que vivemos hoje.

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