Relíquias Tecnológicas: 5 mega bytes

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Você reclama constantemente da memória do seu celular de 16,32 e 64 gigabytes ou que o seu pen drive não cabe muita coisa, incluindo arquivos de música e documentos?

Estamos tão acostumados a ter tudo ao nosso alcance, que nem paramos para pensar no tamanho físico dos aparelhos. Como o ditado diz “uma imagem vale mais do que mil palavras”, então dá só uma olhada nessa enorme caixa de metal que em 1956 carregava a incrível quantidade de 5mb de informações! A foto registra o momento de uma transferência de dados para o um avião da PanAm.

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1956, A 5MB IBM hard drive being loaded onto a PanAm plane.The HDD weighed over a ton. Reprodução: Multitech History

Falando no assunto, muitas pessoas não têm ideia do que significa a expressão “você tem direito a X mega”, quando recebem ofertas de operadores de internet (fixa ou móvel). Existe uma diferença entre megabyte e megabit, por exemplo. O bit é a unidade mais simples de armazenamento, enquanto o byte é o equivalente a 8 bits. Isso quer dizer que um megabit é 8 vezes menor do que um megabyte!

É bem comum pensar quando alguém fala “10 mega por segundo” de velocidade, que um arquivo de 10 megabytes será baixado em 1 segundo, mas isso não é verdade.  Aquele arquivo de 10 megabytes que você resolveu fazer download, em uma conexão de 10 “mega por segundo”, não vai ser baixado em 1 segundo, e sim em 8 (supondo que ele seja baixado na velocidade máxima do pacote).

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MWC: 4 inovações fantásticas propostas no Mobile World Congress 2019

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O MWC é um dos eventos mais importantes sobre inovações no universo de dispositivos móveis. Este ano, a proposta de Mark Zuckerberg – fundador do Facebook – foi totalmente diferente: tecnologia social. Como assim? Sob o lema “a conectividade é um direito humano” a proposta foi universalizar o acesso à internet. Ficou arrepiado? Nós também!

Para que haja conectividade em qualquer lugar do mundo é preciso financiamento das redes de colaboração, até para desenvolvê-la nos lugares mais distantes. Confira os projetos do Facebook que rolaram no MWC!

A grande estrela do evento: internet para todos

O projeto é uma parceria entre a Telefónica de Perú, responsável pelo know-how do ramo, o Banco Internacional de Desenvolvimento, o Banco de Desenvolvimento da América Latina e o Facebook. O objetivo é criar novos negócios baseados na colaboração, livre acesso, legislação e inovação com um modelo network as service. O protótipo será lançado no Peru e aplicado em grande escala na América Latina.

Destacamos também três projetos fantásticos: o Express wi-fi, o Magma e o Terragraph. O Express-wifi já é um serviço atuante em lugares como Indonésia, Quênia, Índia, Tanzânia e Nigéria há 4 anos. Este ano foi expandido para países da África do Sul, Ghana e FIlipinas. Trata-se de uma conectividade gratuita, com pontos de acesso de baixo custo e banda larga, realizada pelo Facebook em parceria com outras marcas, como Nokia, Sansung, MediaTek, entre outras. Super legal, né? O objetivo é promover o desenvolvimento de países emergentes!

O Magma, resumidamente, preconiza a conectividade para as pessoas poderem aprender, ensinar e ganhar uma remuneração por isso. Trata-se de um software de código aberto para criar redes móveis, tudo isso pensando na automatização de processos. O projeto foi criado para gerar desenvolvimento, redes de colaboração, inclusão digital e monetização por meio na web.

O Telegraph, por sua vez, é  uma banda sem fio, acessível e de altíssima velocidade que conecta as cidades. O projeto visa ajudar as empresas a superarem os desafios enfrentados diariamente para um mundo, de fato, globalizado.

 

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Landing pages: conheça suas vantagens

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Você já ouviu falar em landing pages? As landing pages ou páginas de destino são criadas para captar e converter leads em clientes. De forma geral, são portas de entrada para os usuários no seu site. Ao invés de deixar o usuário acessá-lo sozinho você o direciona para um conteúdo específico. Conheça suas principais vantagens:

Acessível financeiramente

Já foi o tempo em que as pessoas que podiam ter landing pages eram privilegiadas, atualmente sua criação é bastante acessível e está disponível para qualquer empreendedor que tenha o interesse de converter determinado tipo de público.

Responsiva

A responsividade é indispensável para qualquer página na web, já que 95% dos usuários de internet se conectam pelo celular (IBGE).

Taxas de conversão excelentes

Para garantir que isso aconteça, a sua página precisa ser otimizada com frequência, além de ter dados claros e objetivos para não confundir o usuário. Investir no SEO, utilizando palavras-chave, também é uma importante estratégia.

Criação de campanhas variadas

Quando você cria diversas campanhas é possível medir qual delas funciona melhor, o que é indispensável para a persona da sua empresa. – Leia também Buyer persona: como ela pode ajudar a sua empresa O intuito é repetir a ideia central daquelas que foram um sucesso e otimizar as que não obtiveram o resultado esperado.

Ajuda a manter o relacionamento com o cliente

Se a sua landing page foi criada com o intuito de disponibilizar um e-book, por exemplo, e muitas pessoas se cadastraram, é a sua oportunidade de manter o contato. Já que o cadastro quer dizer que um determinado número de pessoas se interessa por aquele assunto, argumentos não faltarão para retomar o contato.

 

Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o nosso trabalho: www.maxisite.net e fale com a nossa equipe comercial@maxisite.net

5 REGRAS DO MACHINE LEARNING

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Você já ouviu falar em machine learning? Trata-se de uma ferramenta capaz de unir importantes etapas para atender às expectativas dos consumidores; com a criação de campanhas de marketing automatizadas em larga escala, levando a mensagem para o perfil de público desejado, na hora e local certos.

O machine learning é utilizado então, basicamente, para aprimorar suas estratégias de marketing digital. O Thinking with Google descobriu que os melhores resultados são obtidos por quem segue cinco regras para ter sucesso nessa era do marketing automatizado! Vamos saber quais são?

1- Otimização = crescimento

Segundo dados do Google, o machine learning só funciona para aquilo que fazemos ele otimizar. Logo, as marcas que têm melhor desempenho são aquelas que buscam crescimento no lucro e possuem uma visão holística do marketing¹.

 Vamos pensar em duas situações diferentes: uma empresa de serviço financeiro de alta performance otimiza todas as compras feitas pela internet, por telefone ou pessoalmente, enquanto outra empresa otimiza apenas os pedidos de informações online. Em qual delas você acha que o algoritmo machine learning vai trazer mais vendas? No primeiro, claro.

 2- Foque nos melhores clientes

 20% dos clientes geram 80% dos lucros, isso quer dizer que você deve conquistar e focar nos melhores clientes. Ao invés de enxergar todos como ‘clientes iguais’ use o machine learning para focar nos clientes mais valiosos a longo prazo, ou seja,aqueles que têm chances de gerar resultado para o seu negócio.

3- Aumente o CLV dos clientes atuais

Aumentando o CLV você ganha tempo para conquistar novos clientes e ainda usa o machine learning para otimizar vendas e reduzir perdas. Para otimizar as vendas, por exemplo, basta mapear o que o cliente está pensando em comprar e anunciar justamente aquele produto para ele. Para reduzir perdas basta identificar os clientes com risco de deixarem de comprar e fazer ofertas imperdíveis para aumentar a retenção.

4- Crie conexões emocionais em cada campanha

Com o marketing digital automatizado é preciso se diferenciar da concorrência e criar conexões emocionais com os potenciais clientes. É como se ele estivesse em um gigante marketplace de bananas e enxergasse todas elas iguais. Qual é o diferencial da sua?

5- Aceite de vez o conceito mobile first

Seu anúncio pode ser incrível, mas se não oferecer uma boa experiência mobile de nada adianta. Sem o conceito mobile first seu anúncio não será convertido! Isso porque, com o marketing automatizado, os algoritmos de lances com machine learning direcionam os clientes automaticamente para sites que convertem melhor. Isso conforta ou assusta sua equipe de marketing digital? Reflita!

 

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¹ visão holística do marketing: estratégia que considera um negócio como um todo e não dividido em partes.

² CLV: lifetime value ou “valor do tempo de vida do cliente” é uma métrica do marketing e vendas que estima a potencial receita e lucro futuros gerados por um cliente.

 

Relíquias Tecnológicas: Máquina de escrever

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Nós estamos sempre por dentro das novidades do universo tecnológico, mas é só lembrar de algum objeto que tenha feito parte da nossa história para bater aquela nostalgia. O Relíquias Tecnológicas de hoje vai direto para o túnel do tempo de 1714. E você vai embarcar nessa viagem com a gente! Bora? Recordar é viver!

 

Foi em 1974, na antiga Grã-Bretanha, que a rainha Anne concedeu ao engenheiro Mill a primeira patente de que se tem notícia. O objetivo era construir um objeto capaz de imprimir todas as letras em um papel, pano ou qualquer outro material que fosse capaz de transmitir mensagens tão nítidas quanto as de imprensa da época. O resultado não foi muito feliz, porque nem chegou a existir.

 

Mais tarde, durante o século XIX, pessoas de diferentes áreas tentaram aperfeiçoar a ideia do engenheiro. As invenções eram muito desajustadas e algumas pareciam até um piano. Como o objetivo era criar uma máquina capaz de escrever mais rapidamente do que de próprio punho, ninguém teve muita sorte. Até que o inteligentíssimo tipógrafo americano Christopher Latham Sholes (1819-1890), de Milwaukee Wisconsin, fabricou a primeira máquina de escrever que realmente atendia a proposta inicial.

 

Mais tarde, o tipógrafo resolver aperfeiçoar sua invenção e pediu ajuda de seus sócios, Carlos Glidden e Samuel W. Soule. Com algumas adaptações, a máquina passou a imprimir também conjuntos de sinais gráficos, letras e números, sendo muito útil nas repartições públicas e escritórios em geral, que tinham uma coisa em comum: mais pareciam escolas de caligrafia.

 

O segundo modelo, patenteado em 1868, passou por algumas melhorias mecânicas, além de permitir uma escrita mais veloz que a pena. Foi quando a máquina foi levada para o Estado de Nova York para ser produzida em larga escala. No entanto, só em 1873 que o pioneirismo de Sholes somado ao tino comercial de dois especialistas do ramo,  Densmore e Remington, o negócio começou a dar certo: as máquinas passaram a ser produzidas em série e postas à venda.

 

Mais de um século depois de sua invenção, pouca coisa mudou na máquina de escrever. Foi quando em 1872, Thomas Alva Edison projetou a primeira máquina elétrica.

 

Em 1914, outro americano, James Field Smathers, criou a primeira máquina com motor elétrico, que começou a ser produzida seis anos depois.

 

O grande salto foi nos anos 60, quando a máquina de escrever ganhou um disco giratório que continha os tipos de movimento ao longo do papel. E você, já viu uma de perto?

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