WEB 3.0

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Há algum tempo vem se falando da chegada da Web 3.0, a web semântica ou inteligente. Mas exatamente quando ela vai chegar e o que vai significar, de fato, ainda é um tema polêmico. Segundo Mark Zuckerberg, dono do Facebook, a nova tecnologia não vai mexer somente com a forma que nos relacionamos com a internet, mas também a que nos relacionamos com o mundo. “Não importa aonde você vá queremos garantir que toda experiência que tenha seja social”.

Especialistas vem debatendo sobre o assunto e a conclusão que se chega é que o sistema de leitura das máquinas tende a se aproximar muito do mundo da inteligência artificial. O que isso significa na prática? Os sites de busca, por exemplo, vão sofrer um grande impacto com a nova tecnologia. Uma rede interligada vai conseguir associar tudo o que o usuário escreve, curte e posta em redes sociais com o que ele pesquisa. Assim, ao invés de uma lista de respostas padronizadas para cada conjunto de palavras chave, o resultado será personalizado e certeiro de acordo com o perfil de cada usuário. É como se o computador agisse de forma intuitiva e adivinhasse que quando um usuário que curte a página do Nirvana, por exemplo, pesquisa por “atrações culturais”, ele está interessado em eventos diferentes do que um outro usuário que curte a página do Justin Bieber.

Essa mudança não vai acontecer de um dia para o outro, as empresas vão ter tempo para ir se adaptando ao novo mecanismo e aprender como entrar no mundo de seus clientes para continuarem aparecendo para eles. A atenção ao cliente vai ter que ser redobrada. Especialistas em traçar perfil do público alvo vão ser essenciais para que a empresa apareça para os clientes em potencial. Além disso, vão ter que se habituar em criar ofertas e campanhas personalizadas para cada cliente. Os usuários, aos poucos vão começar a perceber as diferenças, algumas, inclusive, já em vigor. O site Netflix, por exemplo, premedita o que o usuário provavelmente gostará de assistir; Ou então, os links patrocinados do Facebook, que permitem traçar o perfil do público alvo para direcionar a campanha; O conselho de amizade, também do Facebook, analisa amigos em comum e outros dados para tentar “adivinhar” quem o usuário conhece; Entre outros.

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