Dados curiosos do mundo virtual

Inserir uma marca na Internet deixou de ser uma opção, a fatia de mercado que toma decisões ou é influenciada pelo mundo virtual passou a ser grande demais para ser ignorada.

E com esses avanços, fatos curiosos e que merecem ser analisados surgem todos os dias. Veja alguns dos dados mais recentes revelados pelo Socialnomics:

 

1- Se fossem países, o Facebook teria a 3ª maior população e o Whatsapp a 5ª maior.

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2- 53% dos jovens preferem perder o olfato do que perder contato com a tecnologia.

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3- Mais pessoas no mundo possuem um dispositivo móvel (celular, tablet…) do que uma escova de dente.

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4- Todos os dias, 20% do que é digitado no Google nunca foi procurado antes.

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5- 53% dos usuários do Twitter recomendam produtos em seus tweets.

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6- 93% das decisões de compra dos consumidores são influenciadas pelas redes sociais.

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Horário nobre do Facebook

O período da noite é o horário preferido dos 67 milhões de brasileiros cadastrados no Facebook para acessar a rede social, que tem a quinta-feira como o dia mais movimentado. Os dados são da empresa Scup, especializada em monitoramento e análise das mídias sociais, que identificou o “horário nobre” da internet brasileira pelo segundo ano consecutivo.

De acordo com o levantamento, que levou em conta o conteúdo de 34 milhões de posts e comentários publicados em 2012, a quinta e sexta-feira são os dias da semana em que o Facebook tem maior movimento. Nas quintas, quando a atividade online atinge seu máximo, são publicados 15,85% dos posts e comentários.

Aos fins de semana, por outro lado, o movimento é mais fraco. O pico de calmaria acontece durante os domingos, dia da semana em que há 27% menos conteúdo publicado na rede social em comparação às quintas.

O horário de mais movimento é à noite, geralmente entre 20 e 21 horas. A exceção fica por conta das segundas-feiras, dia em que as pessoas atualizam suas páginas um pouco mais tarde: entre 21h e 22h. O segundo horário de maior audiência acontece perto da hora do almoço, entre as 11 e 12h.

Desconsiderando os picos, o movimento no Facebook é bastante intenso ao longo do dia (entre 10h e 23h). Depois disso, o nível de atividade começa a cair até alcançar um mínimo, o que ocorre entre as 4h r 5h da madrugada. Às segundas-feiras e aos sábados, entretanto, o horário de menor atividade é entre 5h e 6h.

Fonte: Intelligenza

Redes sociais: cinco previsões para 2013

Espere por evoluções e não revoluções.

O que está por vir em 2013? Aqui estão algumas previsões:

 

1. Se sua companhia não está falando sobre tecnologias sociais, ela vai falar.

‘A locomotiva social’ está correndo, e sua empresa precisa pular a bordo ou será deixada para trás. 2013 pode não ser o ano que sua companhia pule no vagão – ou mesmo mergulhe os pés – no Social Business. Entretanto, até o final do ano, qualquer organização que queira ser competitiva em seu campo estará falando ou planejando sobre como as tecnologias sociais podem e devem ser usadas.

2. As tecnologias sociais entrarão na sua empresa “pela porta dos fundos”.

Sua organização pode ou não decidir proativamente por usar as tecnologias sociais este ano, mas o Social terá presença dentro de casa. Seja como um teste do diretor de comunicação da página do Facebook, clientes reclamando ou elogiando sua companhia no Twitter, ou, mais tradicional, as aplicações corporativas podem sofrer atualizações com capacidades sociais. Ai estará o Social Business. E é por isso que sua empresa deve ter algumas políticas em torno dessas tecnologias, não importa onde esteja o espectro social.

3. As aplicações corporativas vão integrar mais funcionalidades sociais.

Como foi citado no tópico anterior, uma das maneiras que as organizações começarão a ver as tecnologias sociais será através das atualizações de aplicações existentes ou integração de novos produtos. Do CRM aos apps de produtividade, até aos sistemas de business intelligence, as capacidades sociais, como colaboração e busca especializada, traçarão seus caminhos para dentro de mais e mais produtos que sua empresa já usa.

4. Você será julgado pela sua presença social.

Uma das primeiras coisas que os gestores responsáveis por contratações vão fazer é verificar a sua presença na mídia social pública. Entretanto, mesmo que você não tenha intenção de deixar seu atual posto, alguém que você contratará, ou fará uma reunião com você, ou até mesmo que trabalhe contigo, vai conferir seu perfil no Twitter, Facebook e, especialmente, o LinkedIn. Você se mostra entendido das redes sociais? Sua presença nas redes sociais é livre e transparente para qualquer coisa que você não queira que seu chefe ou sua mãe veja? Você ao menos tem presença nessas redes?

Ouvimos alguns profissionais dizerem que ter presença não importa e que as redes sociais são um fardo. Mas importa e não é um fardo, e algumas pessoas procuraram saber de você pelas redes sociais – de maneira mais forte este ano.

5. O Facebook terá menos importância; Twitter e Pinterest terão mais importância.

Acreditamos que as empresas vão frear um pouco a presença delas no Facebook e saltar para alternativas como Twitter e Pinterest.

 

Este ano será o ponto de partida das tecnologias sociais ganharem espaço e presença garantida dentro do mundo dos negócios. Elas continuarão a ganhar caminho dentro dos produtos corporativos e as empresas continuarão a experimentar novas práticas de colaboração social.

 

Fonte: Itweb

 

 

9 tendências em redes sociais para 2013

A consultoria e.Life, especializada no monitoramento e análises de informações de rede sociais, divulgou na manhã de quarta-feira quais serão as principais tendências deste setor para 2013. As previsões, explicou Alessandro Barbosa Lima, CEO da empresa, foram baseadas em estudos e observações empíricas sobre as principais redes sociais. Confira abaixo:

 

1 – Pequenas e médias empresas vão investir cada vez mais em redes sociais:

 

De acordo com Lima, as chamadas PMEs, sejam elas pequenas agências de comunicação ou restaurantes, por exemplo, vão apostar em aumentar a sua presença nas redes sociais. Segundo o executivo, pesquisas realizadas pela revista EXAME PME mostram que 65% das pequenas e médias empresas desejam melhorar a sua relação com seus clientes através das redes.

 

2 – Métricas dão lugar aos Key Performance Indicators (KPIs)

 

As métricas refletem o comportamento da marca em uma determinada rede social como, por exemplo, o número de “curtir” que um post recebe no Facebook ou a quantidade de retuítes de uma empresa no Twitter. Não ajudam, contudo, na elaboração de planos de negócio.

“As redes são importantes fornecedores de dados de inteligência que poucas empresas sabem utilizar isso“, explica o executivo. E é por isso, considera, que o maior desafio das empresas no ano que vem será o de associar métricas às KPIs, juntando essas informações e convertendo-as em ações concretas de planos de negócio.

 

3 – Big Data

 

Uma marca como “iPhone”, explica Lima, pode trazer mais de um milhão de publicações mensais em sites de relacionamento no Brasil. Segundo ele, analisar o volume de dados que circula nas redes sociais, para que se retirem dele ideias de negócios, será um desafio para as marcas. As empresas vão precisar de mais servidores e bancos de dados, por exemplo, para dar conta de tanta informação.

 

4 – Segunda tela e curadoria social

 

Ao analisar o comportamento das pessoas nas redes sociais, a e.Life percebeu que metade dos usuários assiste à televisão enquanto navega pela internet. “Recolhemos os Trending Topics no Twitter e podemos afirmar, sem erro, que mais de 50% deles tem relação direta com a programação da TV”, explica.

Como exemplo, Lima cita as ações do Itaú, Banco do Brasil e Nike que utilizaram expressões acompanhadas de hashtags em suas campanhas. “Quando a marca usa a hashtag, o engajamento de sua ação nas redes sobe de 1,6% para 14%”, explica. Por este motivo, campanhas veiculadas na TV e que incentivem a interatividade dos usuários nas redes sociais serão boas oportunidades em 2013.

 

5 – Ascensão do mobile

 

O país assistiu a um crescimento na quantidade de dispositivos móveis. “O número de tablets dobrou de 2011 para 2012 e os smartphones continuam a subir”, pontua. Para Lima, portanto, a base mobile ainda crescerá no próximo ano o que fará com que, cada vez mais, as redes sociais sejam acessadas através destes dispositivos.

 

6 – Social CRM

 

Segundo Lima, 1 a 3% de todo o atendimento ao consumidor das marcas atendidas pela e.Life já é feito via redes sociais. A empresa estima ainda que, em 2013, essa percentagem suba para 5%. Neste ponto, o executivo percebe que há uma mudança nos hábitos dos consumidores que desacreditaram dos call centers. “Hoje eles preferem o atendimento mais rápido ao postar nas redes sociais”, pontua.

Mas, além disso, Lima aposta no crescimento de uma nova modalidade de atendimento, o chamado unsourcing: quando o consumidor tem suas dúvidas respondidas sem a ajuda da empresa, mas com o auxílio de outras pessoas.

 

7 – Softwares as Service

 

Outra tendência para 2013 são os chamados Softwares as Service, que ficam armazenados na nuvem e, para utilizá-los, basta que os clientes paguem uma taxa mensal. De acordo com ele, esse segmento de serviço para pequenas e médias empresas é praticamente inexplorado, mas deve crescer no ano que vem.

 

8 – Varejo Social e Conectado

 

Este tipo de ação integra o ponto físico de vendas ao mundo das redes sociais através dos check-ins, permitindo que os consumidores compartilhem as experiências com os amigos. “A tendência ainda está muito no início, mas irá se fortalecer em 2013”, pontua Lima.

Como exemplo de ações similares, ele cita a Cielo que integrou suas máquinas de pagamento ao Facebook. A iniciativa permitirá que as pessoas publiquem seus check-ins e recomendações sobre estabelecimentos ou serviços diretamente em sua Linha do Tempo.

 

9 – Realidade Aumentada

 

Para Lima, a realidade aumentada irá proporcionar ao consumidor o acesso a outras dimensões, além do ponto físico de vendas. “Ele poderá conversar com a vendedora enquanto vê as informações sobre o produto em realidade aumentada”, explica. Assim, com “gôndolas virtuais”, é possível que um shopping, por exemplo, aumente o número de lojas sem precisar se preocupar em ampliar seu espaço físico.

 

Via: Exame.com