Retrospectiva dos maiores momentos nas mídias sociais em 2012

 

Se existe um mundo que às vezes parece difícil de acompanhar é o das mídias sociais. Uma hora algo vira um sucesso instantâneo para depois ser esquecido no mês seguinte; uma frase ou imagem viralizam em questões de minutos e até uma pessoa pode ser tornar uma celebridade instantânea da noite para o dia.

O site The SEO Company com a ajuda do Nowsourcing fez um infográfico bem bacana trazendo uma retrospectiva sobre os grandes momentos na mídia social. O divertido mesmo é que eles dividem tudo por meses e finalmente dá para organizar na sua cabeça o que foi relevante. A seguir, confira um resumo dos mais marcantes e acrescento alguns dos momentos que foram mais importantes aqui no Brasil.

 

Janeiro:

- Pinterest é eleita a melhor startup de 2011.

- Timeline do Facebook é completamente integrada aos perfis dos usuários depois de ser lançada no final de 2011.

 

Abril:

- Instagram é comprado pelo Facebook pela bagatela de US$ 1 bilhão.

- O grupo de hackers Anonymous é nomeado a “pessoa” mais influente pela revista Time.

 

Maio:

- O tumblr brasileiro Como Eu Me Sinto Quando se torna o terceiro mais lido de todo o mundo.

- Facebook faz o seu IPO e suas ações chegaram ao valor de US$ 38 no primeiro dia, para atingir preços decepcionantes nos dias seguintes.

 

Agosto:

- Rede Spoletto transforma um vídeo de crítica feito por um grupo de humor em uma resposta divertida sobre possíveis problemas de atendimento em seus restaurantes.

- Perfil da Gina Indelicada, que utiliza a personagem da caixa de palitos de madeira em interações mal-humoradas com usuários do Facebook, alcança 1 milhão de fãs em apenas uma semana.

 

Setembro:

- A loja de e-commerce brasileira Visou ganha fama na internet por desrespeitar cliente, que levou toda a discussão a público.

 

Outubro:

- LinkedIn alcança a marca de 10 milhões de usuários no Brasil.

- Red Bull consegue realizar seu salto espacial nesse domingo, conquistando inúmeros recordes, incluindo o de maior exibição ao vivo via YouTube: foram mais de 8 milhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo ao pulo.

- Facebook atinge 1 bilhão de usuários ativos.

 

Dezembro:

- Instagram muda sua política de privacidade e deixa usuários irritados com a falsa possibilidade de vendas de suas fotos. Logo depois, a equipe do aplicativo voltou atrás e permaneceu com suas antigas regras.

- O vídeo “Gangnam Style”, do rapper coreano PSY, alcança a marca de 1 bilhão de visualizações, no YouTube, se tornando o vídeo mais visto na história da rede.

 

Retrospectiva mídias sociais 2012

 

 

 

Para conferir o gráfico completo, clique na imagem ao lado.

Fonte: Revista PEGN – Globo

 

 

 

 

 

 

9 tendências em redes sociais para 2013

A consultoria e.Life, especializada no monitoramento e análises de informações de rede sociais, divulgou na manhã de quarta-feira quais serão as principais tendências deste setor para 2013. As previsões, explicou Alessandro Barbosa Lima, CEO da empresa, foram baseadas em estudos e observações empíricas sobre as principais redes sociais. Confira abaixo:

 

1 – Pequenas e médias empresas vão investir cada vez mais em redes sociais:

 

De acordo com Lima, as chamadas PMEs, sejam elas pequenas agências de comunicação ou restaurantes, por exemplo, vão apostar em aumentar a sua presença nas redes sociais. Segundo o executivo, pesquisas realizadas pela revista EXAME PME mostram que 65% das pequenas e médias empresas desejam melhorar a sua relação com seus clientes através das redes.

 

2 – Métricas dão lugar aos Key Performance Indicators (KPIs)

 

As métricas refletem o comportamento da marca em uma determinada rede social como, por exemplo, o número de “curtir” que um post recebe no Facebook ou a quantidade de retuítes de uma empresa no Twitter. Não ajudam, contudo, na elaboração de planos de negócio.

“As redes são importantes fornecedores de dados de inteligência que poucas empresas sabem utilizar isso“, explica o executivo. E é por isso, considera, que o maior desafio das empresas no ano que vem será o de associar métricas às KPIs, juntando essas informações e convertendo-as em ações concretas de planos de negócio.

 

3 – Big Data

 

Uma marca como “iPhone”, explica Lima, pode trazer mais de um milhão de publicações mensais em sites de relacionamento no Brasil. Segundo ele, analisar o volume de dados que circula nas redes sociais, para que se retirem dele ideias de negócios, será um desafio para as marcas. As empresas vão precisar de mais servidores e bancos de dados, por exemplo, para dar conta de tanta informação.

 

4 – Segunda tela e curadoria social

 

Ao analisar o comportamento das pessoas nas redes sociais, a e.Life percebeu que metade dos usuários assiste à televisão enquanto navega pela internet. “Recolhemos os Trending Topics no Twitter e podemos afirmar, sem erro, que mais de 50% deles tem relação direta com a programação da TV”, explica.

Como exemplo, Lima cita as ações do Itaú, Banco do Brasil e Nike que utilizaram expressões acompanhadas de hashtags em suas campanhas. “Quando a marca usa a hashtag, o engajamento de sua ação nas redes sobe de 1,6% para 14%”, explica. Por este motivo, campanhas veiculadas na TV e que incentivem a interatividade dos usuários nas redes sociais serão boas oportunidades em 2013.

 

5 – Ascensão do mobile

 

O país assistiu a um crescimento na quantidade de dispositivos móveis. “O número de tablets dobrou de 2011 para 2012 e os smartphones continuam a subir”, pontua. Para Lima, portanto, a base mobile ainda crescerá no próximo ano o que fará com que, cada vez mais, as redes sociais sejam acessadas através destes dispositivos.

 

6 – Social CRM

 

Segundo Lima, 1 a 3% de todo o atendimento ao consumidor das marcas atendidas pela e.Life já é feito via redes sociais. A empresa estima ainda que, em 2013, essa percentagem suba para 5%. Neste ponto, o executivo percebe que há uma mudança nos hábitos dos consumidores que desacreditaram dos call centers. “Hoje eles preferem o atendimento mais rápido ao postar nas redes sociais”, pontua.

Mas, além disso, Lima aposta no crescimento de uma nova modalidade de atendimento, o chamado unsourcing: quando o consumidor tem suas dúvidas respondidas sem a ajuda da empresa, mas com o auxílio de outras pessoas.

 

7 – Softwares as Service

 

Outra tendência para 2013 são os chamados Softwares as Service, que ficam armazenados na nuvem e, para utilizá-los, basta que os clientes paguem uma taxa mensal. De acordo com ele, esse segmento de serviço para pequenas e médias empresas é praticamente inexplorado, mas deve crescer no ano que vem.

 

8 – Varejo Social e Conectado

 

Este tipo de ação integra o ponto físico de vendas ao mundo das redes sociais através dos check-ins, permitindo que os consumidores compartilhem as experiências com os amigos. “A tendência ainda está muito no início, mas irá se fortalecer em 2013”, pontua Lima.

Como exemplo de ações similares, ele cita a Cielo que integrou suas máquinas de pagamento ao Facebook. A iniciativa permitirá que as pessoas publiquem seus check-ins e recomendações sobre estabelecimentos ou serviços diretamente em sua Linha do Tempo.

 

9 – Realidade Aumentada

 

Para Lima, a realidade aumentada irá proporcionar ao consumidor o acesso a outras dimensões, além do ponto físico de vendas. “Ele poderá conversar com a vendedora enquanto vê as informações sobre o produto em realidade aumentada”, explica. Assim, com “gôndolas virtuais”, é possível que um shopping, por exemplo, aumente o número de lojas sem precisar se preocupar em ampliar seu espaço físico.

 

Via: Exame.com

O impacto das redes sociais em uma empresa

As redes sociais já deixaram de ser apenas sites de compartilhamento de mensagens a muito tempo, hoje elas são uma das maiores e mais poderosas mídias de divulgação existentes. Estar presente de forma ativa e coerente nesse ambiente é uma necessidade cada vez maior para qualquer empresa.

Praticamente qualquer pessoa que tenha uma conexão com a internet hoje em dia (e esta conexão já deixou de ser apenas através de computadores) participa de alguma rede social. Embora apenas uma meia duzia seja “popular” para a maioria (Facebook, Twitter, Tumblr, etc) existem dezenas de redes sociais espalhadas pela internet. Assim como qualquer outro site, toda rede social tem um ciclo de vida: algumas conseguem durar anos sem serem esquecida, outras sequer chegam a se tornar sucesso.

Com base nesse interesse geral da população, as empresas começaram a usar das redes sociais para marcar presença e reforçar sua estratégia e marca. Uma tática inteligente, capaz de trazer uma infinidade de benefícios para a empresa, infelizmente ainda vemos uma série de problemas sérios em perfis empresariais.

É comum, muitas vezes para evitar os custos, empresários destinem a manutenção das redes sociais a profissionais que não são especializados, ou que façam eles mesmo esta manutenção. Com isso, a imagem da marca (quando falo marca me refiro ao contexto geral de uma organização, não a sua assinatura visual), muitas vezes lapidada durante anos perante o público, se desfaz pelo gerenciamento inadequado.

Por que investir?

Porque as redes sociais permitem um estreitamento de laços entre cliente e serviço. Através delas é possível humanizar a relação que os usuários tem com as empresas, além de que a exposição dos clientes as notícias da empresa é muito maior nas redes sociais.

Por mais que alguém goste muito da sua empresa, raramente essa pessoa vai pesquisar todo dia as atualizações dela. Investir em publicidade em mídias impressas e televisivas é uma alternativa  mas, investir em redes sociais é outra forma, muito eficiente, de atingir seu público com as devidas informações.

No entanto, é importante que o empresário tenha em mente, que assim como qualquer investimento, sempre é preciso um “tempo de incubação”, ou seja, um período no qual não haverá muito retorno do que for investido nas redes sociais. Isso se deve ao período necessário para difundir a empresa no meio virtual e ao tempo que levamos para adaptar a empresa a esse meio.

Algumas empresas já nascem com a proposta de serem exclusivamente, ou majoritariamente virtuais, sendo assim é muito mais fácil inseri-las nesse contexto. Empresas mais antigas e mais tradicionais geralmente tendem a demandar de um período maior para adequarem seus princípios ao novo ambiente, mas qualquer organização pode, e deve, participar desse meio de comunicação.

Gere opiniões

A internet é um ambiente que permite aos usuário uma coisa que no cotidiano eles tem muito pouco: sigilo. É possível fazer o comentário que se quer em uma publicação, sem o menor respeito, coisa que muitas pessoas fazem usando mão do anonimato de um perfil falso. Por isso, quando adentramos esse ambiente é importante ter em mente que esse tipo de atitude vai acontecer, e saber que alimentar discussões desse tipo não leva a lugar nenhum.

No entanto, as redes sociais também permitem que os clientes tenham um ponto de contato muito mais rápido e pratico com as empresas. Fazer uma reclamação, elogio, sugestão, etc através de uma fanpage costuma ser muito mais fácil que através da central telefônica. Com isso a empresa pode estipular seus padrões de qualidade perante seu público, e acima de tudo, buscando soluções para os problemas apontados.

Hoje as mídias sociais são um das maiores (senão o maior) pontos de comunicação empresa/cliente. Estar de fora delas pode ser um ato de suicídio empresarial, mas a falta de planejamento adequado na hora de entrar para o meio pode acabar trazendo muito mais problemas do que soluções. A dica é: invista em pessoal especializado. A princípio pode parecer um dinheiros posto fora, mas a médio prazo os resultados virão e justificarão tudo aquilo que foi investido.

E sua empresa, vai continuar sem uma estratégia planejada?

Fonte: Design.blog

90,8% dos internautas brasileiros acessam redes sociais

Qual é o perfil atual do brasileiro em cada uma das redes sociais? O que ele faz, com qual frequência usa as plataformas, tempo de permanência e ranking de visitas? Este belo infográfico mostra como está se movimentando o cenário das mídias sociais no país.

Via: Novas Digitais

Fonte: Galileu