4 mitos sobre o cérebro na publicidade

NeuromarketingA dificuldade de saber exatamente o que funciona nos anúncios publicitários dá espaço à disseminação de mitos, que embora aceitos e aplicados pelos profissionais de propaganda mais experientes, não se justificam diante das pesquisas em neuromarketing.

Apesar dos recursos técnicos e estratégicos cada vez mais presentes na publicidade, ainda é difícil mensurar os resultados de uma campanha. Seu sucesso reside em fatores bastante subjetivos como a retenção da marca e o seu posicionamento, a argumentação e até mesmo o efeito nas vendas, que apesar do caráter objetivo, tende a resultar de uma composição de vários fatores e não somente daquela última propaganda veiculada.

A dificuldade de saber exatamente o que funciona nos anúncios dá espaço à disseminação de mitos, que embora aceitos e aplicados pelos profissionais de propaganda mais experientes, não se justificam diante das pesquisas em neuromarketing, responsáveis por avaliar o comportamento do cérebro – e por consequência, das pessoas – diante das campanhas publicitárias.

1) Sexo vende

É verdade que as imagens sensuais atraem a atenção das pessoas, graças a uma região do cérebro chamada de amídalas (não, não são aquelas da garganta). Talvez por isso ainda perdure o mito de que “as propagandas com conteúdo sexual são as mais eficientes”. Na prática, essa atenção é direcionada ao componente erótico da imagem, deixando de lado aspectos mais importantes como o produto em si ou a sua marca, reduzindo em cerca de 50% o índice de retenção do público consumidor. Ou seja, é mais fácil lembrar-se do produto anunciado em propagandas livres de conteúdo sexual.

2) Fazer merchandise em programas de TV é sempre um bom negócio

A oportunidade de apresentar um produto em meio à rotina de um programa de televisão parece ser uma aposta certeira, afinal, os telespectadores já estariam naturalmente interessados pelo conteúdo, bastando que a marca aparecesse para ser lembrada. Na prática não é tão simples assim. Apesar dos milhões investidos nesse tipo de propaganda, ela tende gerar uma lembrança muito pequena em seu público consumidor, que por vezes chega até mesmo a confundir com marcas concorrentes, quando questionado.

Para que a ação de merchandise seja bem sucedida é necessário que haja um envolvimento emocional constante entre a marca e a narrativa do programa, caso contrário, ela se torna um mero barulho, facilmente esquecido.

3) Imagens trágicas desestimulam comportamentos

Combater o tabagismo é uma obrigação política na maioria dos países. Faz sentido, já que essa é a terceira maior causa de mortes evitáveis no mundo. O problema é a estratégia. Vamos pegar o caso das figuras tenebrosas estampadas nas embalagens de cigarro. Ao questionar um fumante sobre a sua vontade de fumar depois de ver essas imagens, ele deverá se declarar menos motivado, afinal, essa parece ser a resposta certa. No entanto, as fotos estimulam uma região do cérebro que lida ao mesmo tempo com a estimativa de riscos e a construção de desejos: o chamado núcleo accumbens, quando exposto a tal circunstância, tende a estimular a vontade de fumar, ao invés de inibir.

4) Estatísticas são os melhores argumentos

Você já percebeu como o sofrimento de uma única pessoa pode ser mais comovente do que o massacre de centenas delas? A aparente incoerência não é culpa da mídia, mas sim da forma como o cérebro adquire as informações. O primeiro caso gera imagens e sentimentos, o segundo apresenta estatísticas. Prevalece aquele que consegue ser mais facilmente visualizado, dando pontos ao caso da “garotinha desaparecida em meio aos escombros” em detrimento aos “mais de 300 civis mortos no ataque”. A publicidade que se apoia sobre números ou dados técnicos tende a ser sempre mais frágil do que aquela capaz de transmitir emoções, contrariando o mito de que conceitos objetivos (apolíneos) são os mais eficientes.

Fonte: Administradores

Infográfico: A história da publicidade em ordem cronológica

Na Antiguidade Clássica, mais precisamente em Pompeia, foram encontrados vestígios de tabuletas que anunciavam combates entre gladiadores. Os egípcios também esculpiam avisos públicos em pedaços de ferro.

Buscando contar um pouco da História da Publicidade, o pessoal da Infolinks criou o infográfico abaixo, que traça uma linha do tempo de curiosidades de 2000 a. C. até 2012.

E aí, curtiu? ;)

20 Sacadas publicitárias em anúncios criativos

Hoje em dia, o marketing está muito concentrado na web interativa, temos campanhas virais que dão um resultado muito significante aos clientes. Os anúncios impressos continuam sendo também uma arma muito poderosa, porém com muito mais difículdade de atração do leitor. Muitas vezes, vemos alguns anúncios e ficamos pensando “O que que eles quiseram dizer com isso?”, ultimamente se utiliza muito a combinação anúncio publicitário + humor, para atrair o usuário a ter um sentimento a mais sobre uma simples folha de papel. Neste post, vamos apresentar 20 Sacadas publicitárias em anúncios criativos.

Inspire-se!

Via: Criatives

Slogans publicitários criativos e sinceros

Slogan é uma frase de fácil memorização que resume as características de um produto, serviço ou até mesmo pessoa e na publicidade ele é frequentemente usado agregando valor único a empresa produto ou serviço, e vendo um tumblr sobre slogans sinceros onde os leitores criam e mandam para o tumblr, achamos uns muito engraçados e super sinceros.

Confira os melhores reunidos aqui:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E aí, na sua opinião qual é o mais sincero?

Via: Criatives

A arte da persuasão. Você domina?

A palavra persuasão origina-se do termo “Persuadere” que faz referência ao ato de “levar alguém a praticar determinada ação e/ou pensamento”. Apesar de confundirmos persuasão com convencimento, persuadir uma pessoa é muito diferente de convencer uma pessoa. A persuasão apela para as questões emocionais e sentimentais, enquanto o convencimento apela para a razão e inteligência do individuo. Sendo assim, a melhor maneira de persuadir uma pessoa é através da busca pela conquista emocional, uma comunicação agradável e um grande nível de empatia entre ambos. Ao definir a retórica como “a arte de descobrir o que há de persuasivo em cada assunto”, Aristóteles afirma que devemos apelar para a vontade das pessoas, depois para sua sensibilidade e por fim para sua inteligência, dando ênfase, porém para aquele ponto em que a pessoa se deixa por influenciar de maneira mais fácil e vulnerável.

Como se tornar mais persuasivo?


01.   Seja seu maior fã.

Se nem você acreditar em si próprio, quem acreditará? A autoconfiança é o ponto inicial para ser reconhecido pelo mercado, mas, ainda assim é preciso reconhecer que apesar de tudo todos nós estamos propensos a aprender com as situações e as pessoas. Se julgar é necessário desde que isso seja feito de maneira saudável. Perceber seus pontos fortes e reforça-los para que isso seja uma qualidade a mais na sua personalidade. Observar os pontos fracos, questionar-se sobre o que fazer para mudar esse fator e estimule-se a encontrar uma perspectiva que o torne interessante aos olhos do mercado.

02.   Tenha o que oferecer.

Leia, se inspire, questione-se.  Para que uma pessoa se sinta persuadida por algum tema é necessário que você saiba muito bem sobre o assunto que se trata a conversa. Quando você mostra que sabe o que está falando as pessoas tenderam a prestar mais atenção ao que você diz. Uma boa gramática e nada de gírias atribuirá relevância ao seu discurso. Cumpra metas, honre prazos, e nunca chegue atrasados aos compromissos, ter credibilidade e se mostrar responsável te trarão maiores benefícios.

03.   Não desista nunca.

Quem quer vencer nunca desiste! A persistência é uma importante arma para quem deseja ser uma pessoa persuasiva quando é usada com bom senso. A resposta natural para qualquer coisa que pedimos será sempre a negativa, sendo assim não tenha medo de contestar um “não” e vá em busca de uma boa resposta. Corra atrás e atingirá seu objetivo.

04.   Tenha um objetivo, sempre.

Tudo tem o por que. Por mais clichê que seja a oração anterior tem o seu valor. É necessário que se tenha um objetivo antes de sair por aí traçando metas e tomando atitudes. Sendo assim, toda ação sempre terá uma causa e a consequência desta dependerá de suas atitudes. Trace metas, estimule caminhos, determine pontos e atinja seu objetivo.

05.   Silêncio é a melhor comemoração.

Após conseguir persuadir uma pessoa e estar certo de que seus argumentos foram suficientes para leva-la a acreditar naquilo que você acredite o melhor, se cale. Ter paciência e humildade para se manter calado após uma persuasão bem executada é uma arma importantíssima para o arsenal de um bom influenciador.

Via: Mídia Publicitária