Você já ouviu falar de marketing de atribuição?

marketing de atribuição

As possibilidades de comunicação nos canais digitais – redes sociais, sites, e-mail – são múltiplas. Essa diversidade é uma oportunidade para as marcas que querem conversar com os seus públicos, mas também gera um problema: como fazer um plano integrado se as informações estão dispersas em diferentes canais? Essa é a questão que o chamado Marketing de Atribuição quer ajudar a responder.

Segundo Edmardo Galli, country manager da Ignition One no Brasil, o grande problema no marketing digital é que há diferentes canais gerando informações que não se comunicam. Isso acarreta um grande trabalho operacional e, muitas vezes, análises equivocadas dos resultados. A grande questão por trás disso tudo é saber de maneira precisa como as ações em diferentes canais estão impactando os clientes e quais estão gerando mais conversões – e, portanto, devem receber um volume maior de recursos e investimento.

Para isso, as agências e empresas que atuam com marketing digital estão investindo para criar um digital marketing suite  (DMS), um método centralizado que possa medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada canal contribuiu para a conversão do cliente. Sobre essa questão, um adendo: a empresa precisa ter de forma clara o que entende como conversão. Pode ser a venda de um produto, quando se trata de um canal de e-commerce, a geração de um seed (um cliente que pede o teste de um produto ou uma visita de um vendedor) ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca.

“A atribuição é a prática de alocar valores para cada canal (jogadores) na jornada do cliente até a conversão ou venda (o gol)”, diz Galli. A ideia é poder fazer o tracking da jornada de cada usuário. Um exemplo? Uma jovem inglesa procura um carro popular. Ela faz uma busca no Google com a expressão “carro popular barato” e é impactada por um link patrocinado de uma montadora. Ela acessa o site, vê algumas informações, mas é apenas isso. Dias depois, ela é impactada por um post sobre o mesmo veículo no Facebook. Volta ao site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão do algoritmo que calcula a temperatura do usuário. Ainda assim, não faz o pedido de teste do automóvel. Como o sistema já sabe que essa jovem está interessada em um carro, é capaz de gerar um banner a partir das informações emitidas por ela com uma promoção desse mesmo modelo de veículo em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada. Algumas semanas mais tarde, ela finalmente faz uma busca diretamente pelo nome do veículo, entra no site, e realiza o pedido do test drive. Como saber qual foi o momento de exposição que teve o peso mais importante nesse processo? O primeiro clique, no link patrocinado, ou o último? “Historicamente, a atribuição não considera a experiência do usuário (engajamento) considerando apenas a conversão final e dando grande peso ao último clique”, diz Galli.

Com o sistema integrado, é possível fazer uma atribuição dinâmica, baseada na experiência de cada usuário, o que pode ser chamado também de atribuição de comportamento. “A internet sempre foi uma comunicação para todo o mundo. A ideia, a partir de agora, é que o usuário seja impactado por coisas que ele realmente goste, realmente tenha interesse”, afirma.

Fonte: PEGN

Redes sociais: cinco previsões para 2013

Espere por evoluções e não revoluções.

O que está por vir em 2013? Aqui estão algumas previsões:

 

1. Se sua companhia não está falando sobre tecnologias sociais, ela vai falar.

‘A locomotiva social’ está correndo, e sua empresa precisa pular a bordo ou será deixada para trás. 2013 pode não ser o ano que sua companhia pule no vagão – ou mesmo mergulhe os pés – no Social Business. Entretanto, até o final do ano, qualquer organização que queira ser competitiva em seu campo estará falando ou planejando sobre como as tecnologias sociais podem e devem ser usadas.

2. As tecnologias sociais entrarão na sua empresa “pela porta dos fundos”.

Sua organização pode ou não decidir proativamente por usar as tecnologias sociais este ano, mas o Social terá presença dentro de casa. Seja como um teste do diretor de comunicação da página do Facebook, clientes reclamando ou elogiando sua companhia no Twitter, ou, mais tradicional, as aplicações corporativas podem sofrer atualizações com capacidades sociais. Ai estará o Social Business. E é por isso que sua empresa deve ter algumas políticas em torno dessas tecnologias, não importa onde esteja o espectro social.

3. As aplicações corporativas vão integrar mais funcionalidades sociais.

Como foi citado no tópico anterior, uma das maneiras que as organizações começarão a ver as tecnologias sociais será através das atualizações de aplicações existentes ou integração de novos produtos. Do CRM aos apps de produtividade, até aos sistemas de business intelligence, as capacidades sociais, como colaboração e busca especializada, traçarão seus caminhos para dentro de mais e mais produtos que sua empresa já usa.

4. Você será julgado pela sua presença social.

Uma das primeiras coisas que os gestores responsáveis por contratações vão fazer é verificar a sua presença na mídia social pública. Entretanto, mesmo que você não tenha intenção de deixar seu atual posto, alguém que você contratará, ou fará uma reunião com você, ou até mesmo que trabalhe contigo, vai conferir seu perfil no Twitter, Facebook e, especialmente, o LinkedIn. Você se mostra entendido das redes sociais? Sua presença nas redes sociais é livre e transparente para qualquer coisa que você não queira que seu chefe ou sua mãe veja? Você ao menos tem presença nessas redes?

Ouvimos alguns profissionais dizerem que ter presença não importa e que as redes sociais são um fardo. Mas importa e não é um fardo, e algumas pessoas procuraram saber de você pelas redes sociais – de maneira mais forte este ano.

5. O Facebook terá menos importância; Twitter e Pinterest terão mais importância.

Acreditamos que as empresas vão frear um pouco a presença delas no Facebook e saltar para alternativas como Twitter e Pinterest.

 

Este ano será o ponto de partida das tecnologias sociais ganharem espaço e presença garantida dentro do mundo dos negócios. Elas continuarão a ganhar caminho dentro dos produtos corporativos e as empresas continuarão a experimentar novas práticas de colaboração social.

 

Fonte: Itweb

 

 

Retrospectiva dos maiores momentos nas mídias sociais em 2012

 

Se existe um mundo que às vezes parece difícil de acompanhar é o das mídias sociais. Uma hora algo vira um sucesso instantâneo para depois ser esquecido no mês seguinte; uma frase ou imagem viralizam em questões de minutos e até uma pessoa pode ser tornar uma celebridade instantânea da noite para o dia.

O site The SEO Company com a ajuda do Nowsourcing fez um infográfico bem bacana trazendo uma retrospectiva sobre os grandes momentos na mídia social. O divertido mesmo é que eles dividem tudo por meses e finalmente dá para organizar na sua cabeça o que foi relevante. A seguir, confira um resumo dos mais marcantes e acrescento alguns dos momentos que foram mais importantes aqui no Brasil.

 

Janeiro:

- Pinterest é eleita a melhor startup de 2011.

- Timeline do Facebook é completamente integrada aos perfis dos usuários depois de ser lançada no final de 2011.

 

Abril:

- Instagram é comprado pelo Facebook pela bagatela de US$ 1 bilhão.

- O grupo de hackers Anonymous é nomeado a “pessoa” mais influente pela revista Time.

 

Maio:

- O tumblr brasileiro Como Eu Me Sinto Quando se torna o terceiro mais lido de todo o mundo.

- Facebook faz o seu IPO e suas ações chegaram ao valor de US$ 38 no primeiro dia, para atingir preços decepcionantes nos dias seguintes.

 

Agosto:

- Rede Spoletto transforma um vídeo de crítica feito por um grupo de humor em uma resposta divertida sobre possíveis problemas de atendimento em seus restaurantes.

- Perfil da Gina Indelicada, que utiliza a personagem da caixa de palitos de madeira em interações mal-humoradas com usuários do Facebook, alcança 1 milhão de fãs em apenas uma semana.

 

Setembro:

- A loja de e-commerce brasileira Visou ganha fama na internet por desrespeitar cliente, que levou toda a discussão a público.

 

Outubro:

- LinkedIn alcança a marca de 10 milhões de usuários no Brasil.

- Red Bull consegue realizar seu salto espacial nesse domingo, conquistando inúmeros recordes, incluindo o de maior exibição ao vivo via YouTube: foram mais de 8 milhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo ao pulo.

- Facebook atinge 1 bilhão de usuários ativos.

 

Dezembro:

- Instagram muda sua política de privacidade e deixa usuários irritados com a falsa possibilidade de vendas de suas fotos. Logo depois, a equipe do aplicativo voltou atrás e permaneceu com suas antigas regras.

- O vídeo “Gangnam Style”, do rapper coreano PSY, alcança a marca de 1 bilhão de visualizações, no YouTube, se tornando o vídeo mais visto na história da rede.

 

Retrospectiva mídias sociais 2012

 

 

 

Para conferir o gráfico completo, clique na imagem ao lado.

Fonte: Revista PEGN – Globo

 

 

 

 

 

 

Onde você gasta seu tempo na web?

Infográfico: mídias sociais já respondem por 18% do tempo gasto por internautas

 

O tempo médio gasto em redes sociais mais do que duplicou desde 2006, passando de 2,7 horas para 6,9 horas por mês. Enquanto 24% dos americanos tinham um perfil na mídia social em 2008, agora já são 56 por cento. O infográfico abaixo, do blog Morrison Foerster’s Socially Aware, mostra o comportamento online dos americanos, incluindo os hábitos e padrões demográficos.

O usuário do Facebook gasta em média quase sete horas por mês na rede social – à frente do Tumblr e Pinterest, que empata em segundo lugar. A média dos visitantes do Twitter, LinkedIn e Google+ é menor do que meia hora por mês.

 

 

Fonte: Mashable

Via: Proxxima

O impacto das redes sociais em uma empresa

As redes sociais já deixaram de ser apenas sites de compartilhamento de mensagens a muito tempo, hoje elas são uma das maiores e mais poderosas mídias de divulgação existentes. Estar presente de forma ativa e coerente nesse ambiente é uma necessidade cada vez maior para qualquer empresa.

Praticamente qualquer pessoa que tenha uma conexão com a internet hoje em dia (e esta conexão já deixou de ser apenas através de computadores) participa de alguma rede social. Embora apenas uma meia duzia seja “popular” para a maioria (Facebook, Twitter, Tumblr, etc) existem dezenas de redes sociais espalhadas pela internet. Assim como qualquer outro site, toda rede social tem um ciclo de vida: algumas conseguem durar anos sem serem esquecida, outras sequer chegam a se tornar sucesso.

Com base nesse interesse geral da população, as empresas começaram a usar das redes sociais para marcar presença e reforçar sua estratégia e marca. Uma tática inteligente, capaz de trazer uma infinidade de benefícios para a empresa, infelizmente ainda vemos uma série de problemas sérios em perfis empresariais.

É comum, muitas vezes para evitar os custos, empresários destinem a manutenção das redes sociais a profissionais que não são especializados, ou que façam eles mesmo esta manutenção. Com isso, a imagem da marca (quando falo marca me refiro ao contexto geral de uma organização, não a sua assinatura visual), muitas vezes lapidada durante anos perante o público, se desfaz pelo gerenciamento inadequado.

Por que investir?

Porque as redes sociais permitem um estreitamento de laços entre cliente e serviço. Através delas é possível humanizar a relação que os usuários tem com as empresas, além de que a exposição dos clientes as notícias da empresa é muito maior nas redes sociais.

Por mais que alguém goste muito da sua empresa, raramente essa pessoa vai pesquisar todo dia as atualizações dela. Investir em publicidade em mídias impressas e televisivas é uma alternativa  mas, investir em redes sociais é outra forma, muito eficiente, de atingir seu público com as devidas informações.

No entanto, é importante que o empresário tenha em mente, que assim como qualquer investimento, sempre é preciso um “tempo de incubação”, ou seja, um período no qual não haverá muito retorno do que for investido nas redes sociais. Isso se deve ao período necessário para difundir a empresa no meio virtual e ao tempo que levamos para adaptar a empresa a esse meio.

Algumas empresas já nascem com a proposta de serem exclusivamente, ou majoritariamente virtuais, sendo assim é muito mais fácil inseri-las nesse contexto. Empresas mais antigas e mais tradicionais geralmente tendem a demandar de um período maior para adequarem seus princípios ao novo ambiente, mas qualquer organização pode, e deve, participar desse meio de comunicação.

Gere opiniões

A internet é um ambiente que permite aos usuário uma coisa que no cotidiano eles tem muito pouco: sigilo. É possível fazer o comentário que se quer em uma publicação, sem o menor respeito, coisa que muitas pessoas fazem usando mão do anonimato de um perfil falso. Por isso, quando adentramos esse ambiente é importante ter em mente que esse tipo de atitude vai acontecer, e saber que alimentar discussões desse tipo não leva a lugar nenhum.

No entanto, as redes sociais também permitem que os clientes tenham um ponto de contato muito mais rápido e pratico com as empresas. Fazer uma reclamação, elogio, sugestão, etc através de uma fanpage costuma ser muito mais fácil que através da central telefônica. Com isso a empresa pode estipular seus padrões de qualidade perante seu público, e acima de tudo, buscando soluções para os problemas apontados.

Hoje as mídias sociais são um das maiores (senão o maior) pontos de comunicação empresa/cliente. Estar de fora delas pode ser um ato de suicídio empresarial, mas a falta de planejamento adequado na hora de entrar para o meio pode acabar trazendo muito mais problemas do que soluções. A dica é: invista em pessoal especializado. A princípio pode parecer um dinheiros posto fora, mas a médio prazo os resultados virão e justificarão tudo aquilo que foi investido.

E sua empresa, vai continuar sem uma estratégia planejada?

Fonte: Design.blog