10 características para o empreendedor focar em seu negócio digital

Há alguns anos, as empresas.com destacam-se no mercado. Com faturamentos enormes elas têm chamado a atenção de investidores por todo o mundo. Com modelos de negócios cada vez mais inovadores.

Mas, no Brasil, como está o mercado digital e como estão os empreendedores? Sobre a penetração do uso da internet, de acordo com a Ipsos Marplan, o Brasil mostra que tem público para investidores online com uma penetração de usuários de internet com 41% em Salvador, 39% em São Paulo e 36% em Porto Alegre, de toda a população. São 62 milhões de usuários, de acordo com a Ibope Nielsen, sendo o sétimo melhor mercado mundial de internet. E de acordo com o Deloitte, o internauta brasileiro passa três vezes mais tempo no computador do que na televisão.

Com um mercado tão receptivo assim, qual o motivo de não termos empreendedores no meio digital no Brasil? Talvez por questões de investimentos, já que estes empreendedores são jovens, não possuem capital suficiente para fazer um investimento, ou até mesmo conseguir o apoio de um Anjo Investidor. Mas, além das questões de financiamento, há também as características de empreendedorismo, que vão além de uma boa idéia. Segue abaixo as 10 características que todo empreendedor deve ter para fazer o seu negócio digital sob orientação e metodologia do SEBRAE.

Busca de oportunidade e iniciativa: Manter-se informado sobre o mercado e sobre novas tecnologias é fundamental para empreender. Mais importante do que isso, é antecipar-se em idéias e criar negócios inovadores.

Persistência: Empreender não é fácil, dar a “cara à tapa” ao mercado e ser o primeiro a levar dói e, apesar do destaque, há a incredulidade dos investidores e clientes, principalmente por que muitos tem receio do que é novo. O empreendedor digital mais do que qualquer um deve ser persistente.

Correr riscos calculados: O empreendedor que não se arrisca não é empreendedor. Sendo um negócio inovador, ele por si só é arriscado. Mais importante do que simplesmente correr risco, é calculá-los, saber até onde é o limite e o quanto o mercado está preparado para a inovação.

Exigência de qualidade e eficiência: Manter padrões, atender bem os clientes e eficiência é fundamental, o público do mercado digital é bem mais crítico e é mais fácil essas críticas se propagarem.

Comprometimento: Por mais que os empreendedores digitais sejam jovens, negócio não é brincadeira, mesmo tendo um ar de divertimento, e muitas vezes pertencendo ao mercado de entretenimento, um negócio é algo que deve ser encarado com maturidade e seriedade.

Busca de informações: Seja no planejamento inicial ou para manter o negócio, no mercado digital as informações valem mais do que nos demais mercados. Uma nova metodologia, tendência ou tecnologia pode mudar totalmente o mercado. Talvez por isso tantos serviços sejam substituídos por outros na internet.

Estabelecimento de metas: Uma tendência da Geração Y é não valorizar tanto a organização e gestão como as gerações anteriores. Porém estabelecer metas de longo e curto prazos são fundamentais e estimulantes para o seu negócio.

Planejamento e monitoramento sistemáticos: Outro fator que a geração Y possui dificuldade. Desenvolver um bom planejamento, minimizar erros, verificar operações que estão falhando, é importante não somente no início, mas também durante todo o processo.

Persuasão e rede de contatos: Está aí algo que a internet favorece muito, pois no mercado digital é tudo muito expansivo, facilmente divulgado e interativo. Basta ter um serviço de qualidade e uma boa estratégia, aliados com um bom relacionamento com parceiros, colaboradores e clientes, a rede só tende a crescer.

Independência e autoconfiança: É natural da Geração Y ser autoconfiante, porém eles não são muito independentes. Mas é interessante buscar autonomia no mercado e em seu negócio para poder tomar decisões quando for necessário.

Estas são as dez características do empreendedor, claro que não existe empreendedor com todas, uns possuem mais uma característica do que outras. Porém é essencial focar nas que são menos desenvolvidas, para conseguir se superar e fazer o seu empreendimento se destacar no mercado.

Fonte : Mídia Boom

Você já ouviu falar de marketing de atribuição?

marketing de atribuição

As possibilidades de comunicação nos canais digitais – redes sociais, sites, e-mail – são múltiplas. Essa diversidade é uma oportunidade para as marcas que querem conversar com os seus públicos, mas também gera um problema: como fazer um plano integrado se as informações estão dispersas em diferentes canais? Essa é a questão que o chamado Marketing de Atribuição quer ajudar a responder.

Segundo Edmardo Galli, country manager da Ignition One no Brasil, o grande problema no marketing digital é que há diferentes canais gerando informações que não se comunicam. Isso acarreta um grande trabalho operacional e, muitas vezes, análises equivocadas dos resultados. A grande questão por trás disso tudo é saber de maneira precisa como as ações em diferentes canais estão impactando os clientes e quais estão gerando mais conversões – e, portanto, devem receber um volume maior de recursos e investimento.

Para isso, as agências e empresas que atuam com marketing digital estão investindo para criar um digital marketing suite  (DMS), um método centralizado que possa medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada canal contribuiu para a conversão do cliente. Sobre essa questão, um adendo: a empresa precisa ter de forma clara o que entende como conversão. Pode ser a venda de um produto, quando se trata de um canal de e-commerce, a geração de um seed (um cliente que pede o teste de um produto ou uma visita de um vendedor) ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca.

“A atribuição é a prática de alocar valores para cada canal (jogadores) na jornada do cliente até a conversão ou venda (o gol)”, diz Galli. A ideia é poder fazer o tracking da jornada de cada usuário. Um exemplo? Uma jovem inglesa procura um carro popular. Ela faz uma busca no Google com a expressão “carro popular barato” e é impactada por um link patrocinado de uma montadora. Ela acessa o site, vê algumas informações, mas é apenas isso. Dias depois, ela é impactada por um post sobre o mesmo veículo no Facebook. Volta ao site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão do algoritmo que calcula a temperatura do usuário. Ainda assim, não faz o pedido de teste do automóvel. Como o sistema já sabe que essa jovem está interessada em um carro, é capaz de gerar um banner a partir das informações emitidas por ela com uma promoção desse mesmo modelo de veículo em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada. Algumas semanas mais tarde, ela finalmente faz uma busca diretamente pelo nome do veículo, entra no site, e realiza o pedido do test drive. Como saber qual foi o momento de exposição que teve o peso mais importante nesse processo? O primeiro clique, no link patrocinado, ou o último? “Historicamente, a atribuição não considera a experiência do usuário (engajamento) considerando apenas a conversão final e dando grande peso ao último clique”, diz Galli.

Com o sistema integrado, é possível fazer uma atribuição dinâmica, baseada na experiência de cada usuário, o que pode ser chamado também de atribuição de comportamento. “A internet sempre foi uma comunicação para todo o mundo. A ideia, a partir de agora, é que o usuário seja impactado por coisas que ele realmente goste, realmente tenha interesse”, afirma.

Fonte: PEGN

Retrospectiva dos maiores momentos nas mídias sociais em 2012

 

Se existe um mundo que às vezes parece difícil de acompanhar é o das mídias sociais. Uma hora algo vira um sucesso instantâneo para depois ser esquecido no mês seguinte; uma frase ou imagem viralizam em questões de minutos e até uma pessoa pode ser tornar uma celebridade instantânea da noite para o dia.

O site The SEO Company com a ajuda do Nowsourcing fez um infográfico bem bacana trazendo uma retrospectiva sobre os grandes momentos na mídia social. O divertido mesmo é que eles dividem tudo por meses e finalmente dá para organizar na sua cabeça o que foi relevante. A seguir, confira um resumo dos mais marcantes e acrescento alguns dos momentos que foram mais importantes aqui no Brasil.

 

Janeiro:

- Pinterest é eleita a melhor startup de 2011.

- Timeline do Facebook é completamente integrada aos perfis dos usuários depois de ser lançada no final de 2011.

 

Abril:

- Instagram é comprado pelo Facebook pela bagatela de US$ 1 bilhão.

- O grupo de hackers Anonymous é nomeado a “pessoa” mais influente pela revista Time.

 

Maio:

- O tumblr brasileiro Como Eu Me Sinto Quando se torna o terceiro mais lido de todo o mundo.

- Facebook faz o seu IPO e suas ações chegaram ao valor de US$ 38 no primeiro dia, para atingir preços decepcionantes nos dias seguintes.

 

Agosto:

- Rede Spoletto transforma um vídeo de crítica feito por um grupo de humor em uma resposta divertida sobre possíveis problemas de atendimento em seus restaurantes.

- Perfil da Gina Indelicada, que utiliza a personagem da caixa de palitos de madeira em interações mal-humoradas com usuários do Facebook, alcança 1 milhão de fãs em apenas uma semana.

 

Setembro:

- A loja de e-commerce brasileira Visou ganha fama na internet por desrespeitar cliente, que levou toda a discussão a público.

 

Outubro:

- LinkedIn alcança a marca de 10 milhões de usuários no Brasil.

- Red Bull consegue realizar seu salto espacial nesse domingo, conquistando inúmeros recordes, incluindo o de maior exibição ao vivo via YouTube: foram mais de 8 milhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo ao pulo.

- Facebook atinge 1 bilhão de usuários ativos.

 

Dezembro:

- Instagram muda sua política de privacidade e deixa usuários irritados com a falsa possibilidade de vendas de suas fotos. Logo depois, a equipe do aplicativo voltou atrás e permaneceu com suas antigas regras.

- O vídeo “Gangnam Style”, do rapper coreano PSY, alcança a marca de 1 bilhão de visualizações, no YouTube, se tornando o vídeo mais visto na história da rede.

 

Retrospectiva mídias sociais 2012

 

 

 

Para conferir o gráfico completo, clique na imagem ao lado.

Fonte: Revista PEGN – Globo

 

 

 

 

 

 

Onde você gasta seu tempo na web?

Infográfico: mídias sociais já respondem por 18% do tempo gasto por internautas

 

O tempo médio gasto em redes sociais mais do que duplicou desde 2006, passando de 2,7 horas para 6,9 horas por mês. Enquanto 24% dos americanos tinham um perfil na mídia social em 2008, agora já são 56 por cento. O infográfico abaixo, do blog Morrison Foerster’s Socially Aware, mostra o comportamento online dos americanos, incluindo os hábitos e padrões demográficos.

O usuário do Facebook gasta em média quase sete horas por mês na rede social – à frente do Tumblr e Pinterest, que empata em segundo lugar. A média dos visitantes do Twitter, LinkedIn e Google+ é menor do que meia hora por mês.

 

 

Fonte: Mashable

Via: Proxxima