Impactos da Mídia Social no seu negócio

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Você sabia que, de acordo com o Social Media Examiner, 85% dos empresários, que usam a mídia social, não são claros sobre quais ferramentas são mais adequadas para o próprio negócio? Isso demonstra o quão fundamental é ter um gerenciamento  de qualidade dessas mídias, ou seja, um marketing digital eficiente, e que atenda às necessidades específicas de cada empresa.
A presença nas mídias sociais é fundamental para a exposição da sua marca, serviço, produto e empresa, já que o primeiro local de busca, em qualquer nicho ou negócio, é no Google. Se a sua empresa aparece não uma, mas diversas vezes e marca presença, você mostra que é referência e possui liderança, ainda diante de uma concorrência a altura.

10 características para o empreendedor focar em seu negócio digital

Há alguns anos, as empresas.com destacam-se no mercado. Com faturamentos enormes elas têm chamado a atenção de investidores por todo o mundo. Com modelos de negócios cada vez mais inovadores.

Mas, no Brasil, como está o mercado digital e como estão os empreendedores? Sobre a penetração do uso da internet, de acordo com a Ipsos Marplan, o Brasil mostra que tem público para investidores online com uma penetração de usuários de internet com 41% em Salvador, 39% em São Paulo e 36% em Porto Alegre, de toda a população. São 62 milhões de usuários, de acordo com a Ibope Nielsen, sendo o sétimo melhor mercado mundial de internet. E de acordo com o Deloitte, o internauta brasileiro passa três vezes mais tempo no computador do que na televisão.

Com um mercado tão receptivo assim, qual o motivo de não termos empreendedores no meio digital no Brasil? Talvez por questões de investimentos, já que estes empreendedores são jovens, não possuem capital suficiente para fazer um investimento, ou até mesmo conseguir o apoio de um Anjo Investidor. Mas, além das questões de financiamento, há também as características de empreendedorismo, que vão além de uma boa idéia. Segue abaixo as 10 características que todo empreendedor deve ter para fazer o seu negócio digital sob orientação e metodologia do SEBRAE.

Busca de oportunidade e iniciativa: Manter-se informado sobre o mercado e sobre novas tecnologias é fundamental para empreender. Mais importante do que isso, é antecipar-se em idéias e criar negócios inovadores.

Persistência: Empreender não é fácil, dar a “cara à tapa” ao mercado e ser o primeiro a levar dói e, apesar do destaque, há a incredulidade dos investidores e clientes, principalmente por que muitos tem receio do que é novo. O empreendedor digital mais do que qualquer um deve ser persistente.

Correr riscos calculados: O empreendedor que não se arrisca não é empreendedor. Sendo um negócio inovador, ele por si só é arriscado. Mais importante do que simplesmente correr risco, é calculá-los, saber até onde é o limite e o quanto o mercado está preparado para a inovação.

Exigência de qualidade e eficiência: Manter padrões, atender bem os clientes e eficiência é fundamental, o público do mercado digital é bem mais crítico e é mais fácil essas críticas se propagarem.

Comprometimento: Por mais que os empreendedores digitais sejam jovens, negócio não é brincadeira, mesmo tendo um ar de divertimento, e muitas vezes pertencendo ao mercado de entretenimento, um negócio é algo que deve ser encarado com maturidade e seriedade.

Busca de informações: Seja no planejamento inicial ou para manter o negócio, no mercado digital as informações valem mais do que nos demais mercados. Uma nova metodologia, tendência ou tecnologia pode mudar totalmente o mercado. Talvez por isso tantos serviços sejam substituídos por outros na internet.

Estabelecimento de metas: Uma tendência da Geração Y é não valorizar tanto a organização e gestão como as gerações anteriores. Porém estabelecer metas de longo e curto prazos são fundamentais e estimulantes para o seu negócio.

Planejamento e monitoramento sistemáticos: Outro fator que a geração Y possui dificuldade. Desenvolver um bom planejamento, minimizar erros, verificar operações que estão falhando, é importante não somente no início, mas também durante todo o processo.

Persuasão e rede de contatos: Está aí algo que a internet favorece muito, pois no mercado digital é tudo muito expansivo, facilmente divulgado e interativo. Basta ter um serviço de qualidade e uma boa estratégia, aliados com um bom relacionamento com parceiros, colaboradores e clientes, a rede só tende a crescer.

Independência e autoconfiança: É natural da Geração Y ser autoconfiante, porém eles não são muito independentes. Mas é interessante buscar autonomia no mercado e em seu negócio para poder tomar decisões quando for necessário.

Estas são as dez características do empreendedor, claro que não existe empreendedor com todas, uns possuem mais uma característica do que outras. Porém é essencial focar nas que são menos desenvolvidas, para conseguir se superar e fazer o seu empreendimento se destacar no mercado.

Fonte : Mídia Boom

Horário nobre do Facebook

O período da noite é o horário preferido dos 67 milhões de brasileiros cadastrados no Facebook para acessar a rede social, que tem a quinta-feira como o dia mais movimentado. Os dados são da empresa Scup, especializada em monitoramento e análise das mídias sociais, que identificou o “horário nobre” da internet brasileira pelo segundo ano consecutivo.

De acordo com o levantamento, que levou em conta o conteúdo de 34 milhões de posts e comentários publicados em 2012, a quinta e sexta-feira são os dias da semana em que o Facebook tem maior movimento. Nas quintas, quando a atividade online atinge seu máximo, são publicados 15,85% dos posts e comentários.

Aos fins de semana, por outro lado, o movimento é mais fraco. O pico de calmaria acontece durante os domingos, dia da semana em que há 27% menos conteúdo publicado na rede social em comparação às quintas.

O horário de mais movimento é à noite, geralmente entre 20 e 21 horas. A exceção fica por conta das segundas-feiras, dia em que as pessoas atualizam suas páginas um pouco mais tarde: entre 21h e 22h. O segundo horário de maior audiência acontece perto da hora do almoço, entre as 11 e 12h.

Desconsiderando os picos, o movimento no Facebook é bastante intenso ao longo do dia (entre 10h e 23h). Depois disso, o nível de atividade começa a cair até alcançar um mínimo, o que ocorre entre as 4h r 5h da madrugada. Às segundas-feiras e aos sábados, entretanto, o horário de menor atividade é entre 5h e 6h.

Fonte: Intelligenza

Marcas se reinventam nas mídias sociais

Não é de hoje que os publicitários descobriram que mexer com as emoções das pessoas é uma fórmula infalível para conquistar a atenção. Sim, infalível quando bem feita, claro. Fazer chorar e fazer rir são os maiores desafios na hora da criação, por que não se trata de uma pessoa, e sim de uma massa que você precisa comover.

O bom humor é bem aceito. Quando bem aplicado, sutil e natural, é uma delícia de ver e “vende”. Nas redes sociais é unânime que as coisas mais engraçadas são as que mais viralizam. E para quem trabalha com Social Media, o difícil é fazer os clientes entenderem que lá nas suas páginas sociais, eles precisam ser descontraídos, deixar aquela postura institucional e séria de lado, e relacionar-se com os seus consumidores da forma mais natural possível, sem formalidades e sobre assuntos diferentes, inusitados, corriqueiros.

 

Sim, porque ninguém tá na rede social para se relacionar com um computador ou uma marca chata que não aceita críticas ou brincadeiras, correto? Pessoas se relacionam, e muito bem, com pessoas. O jeito então é? Ser uma marca humana!

 

Pois bem, este post é um salve para as marcas que estão se reinventando nas redes sociais e tirando de letra essa lição. É muito bacana ver as marcas aproveitando as oportunidades que seus próprios consumidores criam para elas. Algumas entram na dança dos memes, outras revertem uma situação de crise e saem muito bem na fita.

Seguem alguns exemplos que andaram chamando a atenção. Começando pelo Bradesco. Exemplo de um banco que aposta na postura descontraída nas redes sociais, e caiu até na brincadeira do véi na boa:

 

 

É só dar uma passada rápida para ver como a linguagem é bem simples e casual. Com dicas disfarçadas de brincadeiras, bordões e em um português bem claro.

Algumas marcas já foram alvo de sátiras, mas entraram na brincadeira e se deram bem: Spoletto e Coca-Cola Zero. Depois da repercussão dos vídeos do Porta dos Fundos, as empresas não ficaram #chatiadas e geraram ainda mais buzz por reagirem positivamente. (palmas!)

Outro exemplo, é a Starbucks, que driblou seu problema de fidelização de clientes abrindo canais para ouvir a opinião de seus consumidores (O My Starbucks Idea) . Conquistou o carinho e o respeito deles, e hoje é exemplo de relacionamento e atendimento. Em sua página no Facebook, aproveita o conteúdo de seus usuários no Instagram para gerar ainda mais interação.

Ah! O Ponto Frio também é um case muito intrigante. No Twitter, construiu um canal de comunicação bem divertido, descontraído, cheio de piadas e sacadinhas:

 

 

Cada uma dá o seu jeitinho para se virar nas redes sociais, chamar a atenção e conquistar engajamento. Elas têm reinventado sua comunicação, criado multiplataformas de relacionamento, canais de venda e vão continuar fazendo tudo o que for preciso para estar presente onde seu público está.

A P&G é totalmente focada nas mulheres, transmite muita atenção e carinho à mães por meio de dicas e frases que causam identificação e motivam!

 

 

Vale tudo por engajamento? Não exatamente, é preciso planejamento, conteúdo de qualidade e adequação à identidade e essência da empresa. Mas, vale tudo por relacionamento, sim, porque os resultados quantitativos são pura consequência.

Ah! E relacionamento é uma via de mão-dupla, é aproveitar o engajamento conquistado com mais conteúdo, e respostas à sugestões, ideias, elogios e críticas. Marcas que ignoram os fãs nas redes sociais dão os primeiros passos para o fracasso nesse relacionamento.

 

Via: Publistagram

 

 

Estudo mostra que 88% das empresas brasileiras estão nas redes sociais

Um estudo publicado nesta quarta (16) mostrou que 88% das empresas brasileiras estão nas rede sociais. A Burson-Marsteller realizou o estudo chamado de Latin America Social Media Check-up, em que examina como as 25 maiores empresas do Brasil e de outros países da América Latina utilizam as plataformas das redes sociais mais populares: o Twitter, o Facebook, o YouTube, blogs e o Google Plus.

O estudo descobriu que 88% das companhias brasileiras utilizam pelo menos uma das mídias sociais analisadas como plataforma de comunicação, o que representa um aumento de 25 pontos percentuais desde 2010. O índice está acima da média da América Latina, de 65%, e global, de 87%. O Twitter se destacou como a plataforma que mais cresceu, sendo utilizado por 53% das empresas analisadas na América Latina, contra 50% do Facebook. Desde 2010, a média de seguidores por perfil corporativo analisado saltou de 19.023 para 66.958.

“O estudo mostra não só o aumento da presença das empresas nas redes sociais, mais um crescente engajamento das organizações”, afirma Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller para a America Latina. “Mais da metade das organizações conversa com seus seguidores através das respostas (@) e retweets. O número de “Likes” por página no Facebook cresceu exponencialmente. Hoje, as empresas não divulgam conteúdo, mas estabelecem diálogo com suas audiências?.

Foram analisadas 25 maiores empresas em faturamento na Argentina, Colombia, Chile, Mexico, Peru, Porto Rico, Uruguai e Venezuela, além do Brasil.

Fonte: Mundo Bit