Facebook ainda é a melhor rede para Marketing Digital

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Muitos questionam por quanto tempo irá durar a liderança do Facebook como rede social mais popular, mas por enquanto ele segue firme na frente e se revela no topo da lista de melhores redes sociais para o Marketing em 2014, de acordo com profissionais da área.

A pesquisa, feita pelo Direct Marketing Association, pediu para que 171 profissionais de Marketing pontuassem de 1 a 10 os diversos sites, levando em conta: performance para planejamento, execução e otimização das estratégias de marketing.

A média do Facebook foi de 4.39, seguido pelo LinkedIn com 4.10 pontos e o Twitter com 4.02.

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Horário nobre do Facebook

O período da noite é o horário preferido dos 67 milhões de brasileiros cadastrados no Facebook para acessar a rede social, que tem a quinta-feira como o dia mais movimentado. Os dados são da empresa Scup, especializada em monitoramento e análise das mídias sociais, que identificou o “horário nobre” da internet brasileira pelo segundo ano consecutivo.

De acordo com o levantamento, que levou em conta o conteúdo de 34 milhões de posts e comentários publicados em 2012, a quinta e sexta-feira são os dias da semana em que o Facebook tem maior movimento. Nas quintas, quando a atividade online atinge seu máximo, são publicados 15,85% dos posts e comentários.

Aos fins de semana, por outro lado, o movimento é mais fraco. O pico de calmaria acontece durante os domingos, dia da semana em que há 27% menos conteúdo publicado na rede social em comparação às quintas.

O horário de mais movimento é à noite, geralmente entre 20 e 21 horas. A exceção fica por conta das segundas-feiras, dia em que as pessoas atualizam suas páginas um pouco mais tarde: entre 21h e 22h. O segundo horário de maior audiência acontece perto da hora do almoço, entre as 11 e 12h.

Desconsiderando os picos, o movimento no Facebook é bastante intenso ao longo do dia (entre 10h e 23h). Depois disso, o nível de atividade começa a cair até alcançar um mínimo, o que ocorre entre as 4h r 5h da madrugada. Às segundas-feiras e aos sábados, entretanto, o horário de menor atividade é entre 5h e 6h.

Fonte: Intelligenza

Você já ouviu falar de marketing de atribuição?

marketing de atribuição

As possibilidades de comunicação nos canais digitais – redes sociais, sites, e-mail – são múltiplas. Essa diversidade é uma oportunidade para as marcas que querem conversar com os seus públicos, mas também gera um problema: como fazer um plano integrado se as informações estão dispersas em diferentes canais? Essa é a questão que o chamado Marketing de Atribuição quer ajudar a responder.

Segundo Edmardo Galli, country manager da Ignition One no Brasil, o grande problema no marketing digital é que há diferentes canais gerando informações que não se comunicam. Isso acarreta um grande trabalho operacional e, muitas vezes, análises equivocadas dos resultados. A grande questão por trás disso tudo é saber de maneira precisa como as ações em diferentes canais estão impactando os clientes e quais estão gerando mais conversões – e, portanto, devem receber um volume maior de recursos e investimento.

Para isso, as agências e empresas que atuam com marketing digital estão investindo para criar um digital marketing suite  (DMS), um método centralizado que possa medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada canal contribuiu para a conversão do cliente. Sobre essa questão, um adendo: a empresa precisa ter de forma clara o que entende como conversão. Pode ser a venda de um produto, quando se trata de um canal de e-commerce, a geração de um seed (um cliente que pede o teste de um produto ou uma visita de um vendedor) ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca.

“A atribuição é a prática de alocar valores para cada canal (jogadores) na jornada do cliente até a conversão ou venda (o gol)”, diz Galli. A ideia é poder fazer o tracking da jornada de cada usuário. Um exemplo? Uma jovem inglesa procura um carro popular. Ela faz uma busca no Google com a expressão “carro popular barato” e é impactada por um link patrocinado de uma montadora. Ela acessa o site, vê algumas informações, mas é apenas isso. Dias depois, ela é impactada por um post sobre o mesmo veículo no Facebook. Volta ao site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão do algoritmo que calcula a temperatura do usuário. Ainda assim, não faz o pedido de teste do automóvel. Como o sistema já sabe que essa jovem está interessada em um carro, é capaz de gerar um banner a partir das informações emitidas por ela com uma promoção desse mesmo modelo de veículo em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada. Algumas semanas mais tarde, ela finalmente faz uma busca diretamente pelo nome do veículo, entra no site, e realiza o pedido do test drive. Como saber qual foi o momento de exposição que teve o peso mais importante nesse processo? O primeiro clique, no link patrocinado, ou o último? “Historicamente, a atribuição não considera a experiência do usuário (engajamento) considerando apenas a conversão final e dando grande peso ao último clique”, diz Galli.

Com o sistema integrado, é possível fazer uma atribuição dinâmica, baseada na experiência de cada usuário, o que pode ser chamado também de atribuição de comportamento. “A internet sempre foi uma comunicação para todo o mundo. A ideia, a partir de agora, é que o usuário seja impactado por coisas que ele realmente goste, realmente tenha interesse”, afirma.

Fonte: PEGN

As marcas de maior sucesso no Facebook em 2012

O levantamento mostra quem conseguiu maior engajamento e também os perfis que conquistaram mais fãs no ano passado. Além disso, o infográfico mostra também a quantidade total de pessoas conectadas à internet no Brasil e destaca o percentual desse total que está no Facebook.

 

Os dados apresentados tomam como base, no caso dos dados gerais sobre internet, o Ibope. E, no caso das fanpages, o monitoramento do próprio GraphMonitor.

 

Veja abaixo o infográfico:

 

 

Fonte: Administradores