Por Que Investir Em Marketing Digital É Importante?

Marketing-digitalEmpreendedor, se você anseia por ver seu negócio evoluindo a internet não é mais uma vantagem, ela é essencial para sua sobrevivência.

Em primeiro lugar, vamos mostrar a vocês alguns números que comprovam a eficiência do Marketing Digital:

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8 coisas que podem prejudicar sua marca

São envolvidas diversas estratégias e esforços quando o objetivo é o sucesso de uma marca. As empresas não podem se dar ao luxo de não investir em estratégias na web e esperar que somente a qualidade do produto o promova.

Tendo isso em mente, alguns erros ainda são cometidos e causam grande atraso no processo, ou até mesmo a falha dele como um todo. Veja alguns dos mais comuns abaixo:

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Branding – Elementos da Marca

Muita gente acha que marca é só um nome e um logo. É como se você quisesse descobrir quem é uma pessoa só com o nome e uma foto.

Realmente esses são os elementos mais visíveis e importantes. Porém existem muitos outros elementos que formam a marca:

– Nome
– Logo
– Símbolos
– Personagens
– Slogan ou frases descritivas
– Tipografia
– Paleta de cores
– Embalagem
– Elementos gráficos

A combinação desses elementos é a famosa Identidade da Marca. É por isso que criação de marca vai muito além do design do logo. Empresas especializadas em branding montam um Manual da Marca bem completo na hora de criar ou atualizar uma marca. Esse documento tem todos os elementos da marca.

Branding

Definindo elementos da marca

 

O objetivo dos elementos da marca é criar associações positivas e únicas com os consumidores. Por isso os elementos devem ser:

• Memoráveis: não adianta criar uma descrição com 50 palavras. Ninguém vai ler, muito menos lembrar disso.

• Ricos em significado: o seu logo é uma bolinha cinza? Ótimo, mas qual é o significado para seus clientes? Não importa quão simples seja o elemento, ele deve ter uma razão para existir.

• Apreciáveis: isso envolve um pouco de bom gosto. Saiba do que o seu público gosta e crie elementos agradáveis.

• Versáteis: elementos devem ser fáceis de adaptar e alterar.

• Originais: autenticidade é fundamental. Elementos devem ser únicos, diferentes e originais.

 

Fonte : Designerd

Experiência de marca: surpreender para encantar

 

Todos nós já tivemos uma experiência assim: somos convidados para visitar um amigo ou familiar. Finda a visita, saímos com a percepção de que crescemos, de que aquele tempo passado ali nos deixou maiores, mais renovados e motivados do que quando chegamos. É o tipo de reunião em que até a conversa de despedida chega a durar de 30 a 60 minutos, iniciados no momento em que declaramos que já é tarde e precisamos ir embora até a hora em que damos partida no carro.

 

O que diferencia este tipo de visita daquelas que cumprimos muitas vezes por obrigação, por formalidades familiares ou profissionais e que, de olho no relógio a cada minuto, percebemos que o tempo não passa, sinalizando que aquele enfado ou tortura está longe de acabar?

 

A diferença está na experiência que nos foi proporcionada, focada a cada instante no nosso encantamento. Tal atitude – no caso daqueles anfitriões – eleva a perspectiva do simples acolhimento a uma potência tamanha que, a cada nova atenção que nos é dedicada, amplia o encantamento, que não raro nos faz chegar a comentários do tipo “Poxa, já é madrugada e nem percebemos…”, “Podíamos ficar noites inteiras aqui conversando. Que pena que tenho que trabalhar amanhã…”, “Ah, não… precisamos marcar outro encontro destes…” e por aí vai.

 

Quando falamos de Experiência de Marca, não é raro pequenos e médios empreendedores excluírem-se da possibilidade de gerá-la aos seus clientes. Infelizmente, desde que essa expressão ganhou uma dimensão corporativa, geralmente está relacionada às ações de marketing, vendas e atendimento ao cliente de grandes corporações globais, o que, na prática, significava a necessidade de se despejar caminhões de investimentos em busca de um retorno de médio-longo prazo, difícil de tangibilizar.

 

Quando recorremos propositalmente ao exemplo que abre este texto, fazemos o caminho inverso, mostramos que a essência de uma ação consciente de experiência de marca com foco no encantamento do cliente é algo possível para empresas de qualquer tamanho ou setor, em especial aquelas que se dirigem ao consumidor final. Afinal, se aquela nossa tia ou amigo conseguem fazer isso, muitas vezes sem base teórica ou prática alguma de atendimento ao cliente, uma pequena empresa já pode considerar-se um pouco mais apta dentro deste objetivo: encantar o cliente.

 

A questão é simples: somos portadores de individualidades que nos tornam únicos. Mesmo assim, conseguimos extrair algo comum no comportamento de todas as pessoas, retornando um pouco ao meio da pirâmide de Maslow: a nossa necessidade de segurança, suprida pelo acolhimento físico e emocional, e a nossa necessidade social, suprida pelo reconhecimento de nossa identidade, e pelo respeito à nossa individualidade perante os grupos em que transitamos.

 

Logo, as ações de experiência de marca empreendidas por grandes corporações tentam, na essência, replicar em escala o mesmo espírito de acolhimento espontâneo daquele familiar ou amigo de cuja casa você não quer mais ir embora após uma visita.

 

Essa essência é composta por uma combinação de fatores – algumas ações combinadas e suas respectivas conseqüências. A primeira ação é a Comunicação Inteligente, somatória da forma como fomos “convidados” para a visita (a comunicação “out”) e da forma como fomos recebidos quando lá chegamos (a comunicação “in”). Do desdobramento da Comunicação Inteligente passamos, de forma muito suave, ao Atendimento Surpreendente, que é quando a conversa embala, os sonhos e expectativas são colocados à mesa, as sugestões são apresentadas de forma tranquila, o jantar é servido acompanhado sempre de uma boa conversa. Da Comunicação Inteligente somada ao Atendimento Surpreendente, que são ações, chegamos à primeira conseqüência: o Encantamento, a sensação de bem-estar, de “quero morar aqui”. Ao cliente encantado, nós, como anfitriões, temos duas alternativas: sugerir a repetição da experiência ou simplesmente não convida-lo para mais nada, deixando que aquela boa sensação se evapore frente às demandas naturais da vida (trabalho, despesas, problemas, etc).

 

A empresa consciente da Experiência de Marca sabe que um cliente encantado é uma poderosa ferramenta de comunicação “out”. Logo, trata de investir em novas repetições, as quais, por já possuírem o “marco regulatório” da primeira experiência, o mínimo que estamos esperando, devem funcionar com base na equação “x+1”, onde “x” é a primeira experiência ou a experiência anterior. Ou seja: a curva do encantamento deve ser sempre ascendente. Uma ascendência leve, sustentável, porém sempre ascendente.

 

A tendência natural do cliente que foi encantado mais que uma vez por uma mesma empresa é a de tornar-se gradativamente um advogado da marca, atingindo o sonho dourado de qualquer empresa: a fidelização. Essa é a hora em que, além de continuar como cliente, ele também compartilhará a experiência e o encantamento proporcionado com os amigos. Porém, convém sempre lembrar: a fidelização é sustentada pelo encantamento cotidiano, não apenas por contratos ou bancos de dados repletos de informações. O cliente não namora, noiva e casa, como antigamente. Ele simplesmente “fica”. Enquanto dura o encantamento, ele vai ficando, ficando, ficando…

 

Texto de Eduardo Zugaib (falecom@eduardozugaib.com.br) – é escritor, profissional de comunicação e marketing, professor de pós-graduação, palestrante motivacional e comportamental. Ministra treinamentos nas áreas de Desenvolvimento Humano e Performance Organizacional.

 

Fonte: Administradores

4 dicas para reforçar a marca da sua startup

Para que sua marca fique na cabeça do consumidor é preciso mais do que nome, slogan e logotipo.

“Amo muito tudo isso”. Se você identificou de cara a que empresa pertence esse slogan, não foi à toa. Uma boa estratégia de marca é aquela que faz com que o cliente associe valores e experiências positivas a ela. No caso do McDonald’s – dono do slogan –, a ideia é associar a marca a momentos felizes, pessoas sorrindo, crianças brincando e por aí vai.

Para criar essa identidade com o público, não basta só ter um bom nome, um slogan forte ou um logotipo bacana. A marca é tudo aquilo que engloba sua empresa – desde o espaço físico, passando pela cultura organizacional e pela a identidade visual, até o posicionamento de mercado e a maneira de se comunicar com o público.

Criar uma marca forte requer tempo e dedicação, mas se isso for bem-feito, trará resultados gratificantes. Confira as dicas da Logovia, startup que oferece um marketplace para a contratação de serviços criativos, para criar o branding da sua empresa:

1. Comece pelo ambiente interno

Antes de se posicionar para o mercado, você precisa ter um posicionamento claro dentro da empresa. Se sua empresa é jovem, dinâmica e criativa, isso se traduzirá na marca. Então, tenha uma cultura organizacional compatível com o que você deseja transmitir para fora. Se seu ambiente interno estiver harmônico e conciso, será mais fácil passar essa imagem à frente.

2. Concentre-se na experiência, e não somente na venda

Para que sua marca esteja sempre na mente do consumidor, é importante que ele a associe a boas experiências. Seja no processo de compra ou até mesmo antes, na pesquisa de preços, por exemplo.

Se você tem uma loja física, fique atento ao atendimento dos vendedores, ao odor do local, à música ambiente, ao tempo de atendimento, à facilidade de pagamento etc. O cliente deve se “esquecer” de tudo quando entra em sua loja.

Se sua startup for online, concentre-se na usabilidade do seu site, na arquitetura das informações, nas cores corretas, nas funcionalidades – tudo tem de ser simples e intuitivo. Dessa forma, o cliente será encantado por sua marca, e não simplesmente pelo produto ou serviço comprado.

3. Marketing – de guerrilha, viral, online ou offline. O importante é causar impacto

O processo de branding também exige uma parcela de tempo e dinheiro para ser investido em marketing. Existem várias formas de chegar ao seu cliente, mas qual delas é a correta? A resposta só virá com testes. Independentemente do seu tipo de cliente, vale a pena testar alguns meios e fazer ações estratégicas para tentar reforçar sua marca ou iniciar a presença dela na mente do consumidor.

Nesse momento não deve haver preconceito. Marketing de guerrilha pode funcionar tão bem para uma empresa online quanto para uma offline. Uma campanha de vídeos também pode dar a viralidade de que você precisa.

O importante é que as ações sejam planejadas, pois uma campanha mal executada trará sérios danos para sua marca.

4. Cliente quase sempre tem razão

O bom relacionamento com o cliente também é essencial para uma marca ter sucesso. O cliente precisa se sentir importante, parte daquela empresa. Por isso, busque sempre um atendimento humano, eficiente e objetivo. Entenda seu cliente, saiba quais são as necessidades que eles têm ou aquilo que consumiriam caso existisse.

Tenha sempre esse contato constante e seu público-alvo também sentirá prazer em acessar sua empresa e divulgá-la. Atualmente as mídias sociais vêm sendo um grande canal de comunicação entre empresas e consumidores. Vale a pena investir nesse meio.

 

Fonte: PEGN