Qualidades pessoais podem ser o seu ingresso em uma empresa

Personalidade, confiança, segurança no que está fazendo, iniciativa e vontade de aprender podem impressionar mais do que um currículo cheio.


Claro que ter um longo histórico profissional e boas referências ajudam na hora de conseguir um emprego, mas as empresas passaram a valorizar também as qualidades pessoais do possível funcionário.

Disposição para aprender, confiança e personalidade extrovertida são três características de profissionais que os gestores procuram naqueles que se candidatam às suas vagas. Veja a seguir três dicas a respeito dessas qualidades que estão sendo exigidas pelo mercado de trabalho:

1. Você não precisa ser especialista em algo para ser bem-sucedido

A vontade de aprender e o interesse podem ser os seus melhores amigos na hora de uma entrevista de emprego. O entusiasmo, vontade de trabalhar e humildade para aprender com os outros também são pontos ao seu favor.

2. A experiência apenas não é uma indicadora de sucesso

Não adianta ser experiente e não saber como se expressar ou ficar muito tímido na hora de passar os seus conhecimentos. É preciso destacar-se e estar sempre preparado para agir em situações que podem te deixar constrangidos, como falar em público.

3. Qualidades podem ser desenvolvidas até certo ponto

Você pode não ser a pessoa mais extrovertida, mas pode praticar até conseguir realizar uma tarefa. Nada é impossível. Basta ter a disposição para se esforçar e dar o seu melhor na empresa.

Fonte : Universia

7 erros que podem (e provavelmente vão) irritar seus clientes.

Conseguir um cliente pode ser difícil e trabalhoso. Perder um cliente pode ser fácil e exigir pouco esforço. Por isso é importante que designers, programadores, ilustradores e afins cuidem bem daqueles que são responsáveis pelo tão querido dinheirinho que entra na conta.

Pegue caneta e papel e anote 7 erros que devem ser evitados, pois provavelmente irritarão seus clientes.

1) Falta de comunicação

Uma grande porcentagem dos problemas que surgem com clientes (e mesmo com chefes e colegas de trabalho) poderiam ser resolvidos se a comunicação não fosse negligenciada. É de suma importância que o cliente esteja informado de todos os processos do serviço – inclusive o não cumprimento de prazos ou uma cagada que você cometeu no meio do processo. Muitos clientes não farão muito drama em aceitar o job com alguns dias de atraso, desde que sejam avisados disso, com certa antecedência.

2) Estrelismo

“Ai, eu sou designer, sou o rei do mundo. Meus layouts são os melhores, eu sei de tudo, não gostou vai se ferrar.” Pode acreditar, existem designers (e programadores, e ilustradores…) que se acham acima de qualquer opinião ou crítica. Dão piti quando um cliente não aprova aquilo que eles julgaram ser sua obra-prima. Saber negociar ao ouvir um "não" é essencial.

3) Usar muitos termos técnicos

Às vezes é sem querer, mas muitos profissionais acabam esquecendo que muitos clientes são leigos no assunto e acabam enchendo a mesa de reunião com termos técnicos, deixando o cliente com cara de ponto de interrogação. Talvez seja interessante explicar um assunto técnico de uma forma mais didática, talvez fazendo comparações e analogias.

4) Atrasos

A palavra “atraso” dificilmente estará em uma frase com um final feliz. Se marcou uma reunião com um cliente, esteja preparado para imprevistos saindo com no mínimo 30 minutos de antecedência. Lembre-se que a primeira impressão é a que fica. Chegar no local marcado para a reunião atrasado é péssimo. Se ver que o atraso é inevitável, não se esqueça de avisar o cliente antes e pedir sinceras desculpas. Para evitar essa “saia-justa”, procure organizar sua rotina.

5) Inflexibilidade

Situações mudam, pessoas mudam e talvez seja necessário mudar os planos. Pode ser que seu cliente lhe peça para diminuir o prazo do projeto pois surgiu um imprevisto enorme. Dizer logo de cara um sonoro “não” pode irritá-lo. Se o projeto estiver adiantado, agrade o cliente com o adiantamento do prazo final. Porém, se ver que realmente não é possível acatar o pedido de seu cliente, a melhor saída é a sinceridade. Seja flexível, mas dentro do possível.

6) Falta de tato

Por mais chato que o cliente seja, é essencial ter uma grande medida de tato ao lidar com eles. Isso significa ser firme no que diz, porém sem ofendê-lo ou irrita-lo. Grosseria não vai servir para nada. Mesmo que o cliente lhe ofenda, lembre-se que o profissional é você. Mantenha a calma, conte até dez e só depois disso xingue a mãe dele. (A última parte é brincadeira!)

7) Impaciência

Alguns clientes saberão exatamente o que querem. Outros não. Para alguns, serão necessárias várias reuniões para que entendam o propósito do projeto ou mesmo para que você descubra o que eles realmente querem. A paciência é uma das maiores virtudes. E, acredite, você precisará muito dela.

 

Fonte: Designerd

5 cuidados ao se inspirar em modelos de negócios estrangeiros

Sites de compras coletivas, lojas online de produtos para bebês, aplicativos móveis para pedir táxi, comparadores de preços de seguros. Estes são alguns exemplos de serviços que fizeram sucesso no exterior e foram trazidos para o Brasil por empreendedores interessados em replicar o modelo em uma economia menos impactada pela crise mundial, com um mercado consumidor crescente e, o melhor de tudo, com muito menos concorrentes – pelo menos até outros empreendedores terem a mesma ideia. 

Esse tipo de prática é conhecida no universo das startups como “copycat”. O termo é usado para definir startups inspiradas em modelos de negócios estrangeiros (geralmente americanos ou europeus). Ou seja, o empreendedor não cria nem inova. Ele adapta uma ideia que já foi validada em outro país para a nossa realidade.

Muitos negócios prosperaram por aqui usando essa fórmula – vide o caso do Peixe Urbano. O caminho pode ser mais seguro do que começar com uma ideia do zero e pode até facilitar a captação de investimentos. “A principal vantagem é que, teoricamente, existe menos risco, pois alguém já comprovou que o modelo tem aderência e que pode funcionar”, diz Anthony Eigier, cofundador da aceleradora Tree Labs. 

Por outro lado, o empreendedor que aposta em um modelo fácil de copiar está mais exposto à concorrência – é o caso dos sites de compras coletivas, que invadiram o mercado brasileiro às centenas. “Quando você cria algo realmente inovador, sem precedentes, o potencial da startup é muito maior. Você se torna o modelo que os outros querem copiar”, diz Eigier. 

Confira alguns cuidados que todo empreendedor deve ter ao se inspirar em um modelo de negócios de sucesso de fora: 

Fuja dos serviços massificados 

Oferecer uma versão local de serviços de massa que têm alcance global – como uma rede social ou um serviço de e-mail, por exemplo – é uma roubada. Clonar um Pinterest, um Twitter ou um Instagram dificilmente trará qualquer resultado, pois esses são serviços em que um único player domina o mercado. 

Invista na vantagem local 

Alguns serviços são mais locais por natureza. O e-commerce é um deles, já que é necessário ter toda uma operação de logística física por trás do negócio, além do conhecimento de leis e regulações e do relacionamento com os fornecedores do país. Dê preferência a esses modelos na hora de “se inspirar”. 

Outros serviços precisam de um suporte local mais forte – é o caso de soluções B2B, voltadas a empresas. O comprador pode se sentir mais seguro lidando com alguém que está mais próximo fisicamente, que conhece melhor o seu ambiente de negócios e pode dar um suporte mais completo na sua língua. 

Não compare alhos com bugalhos 

Importar um modelo sem adaptá-lo à realidade local é outro erro que deve ser evitado. O contexto cultural sempre tem de ser levado em conta. Quer um exemplo? O modelo do TaskRabbit, site americano em que é possível contratar “assistentes pessoais” para realizar tarefas como fazer suas compras ou levar seu cachorro para passear, nunca pegou por aqui. Um dos motivos é a desconfiança em relação à idoneidade do “prestador” de serviço, que é mais forte aqui do que lá. 

“Um erro frequente é a empresa partir do principio que o brasileiro vai reagir da mesma forma que o americano. Isso historicamente causa problemas”, alerta Eiger. Outros aspectos, como a maturidade na adoção de tecnologias, também podem influenciar nos resultados. Basta comparar a penetração da banda larga no Brasil e nos Estados Unidos, por exemplo. 

Seja ágil 

Se é para copiar, então saia na frente. Não vai demorar para outro empreendedor enxergar a mesma oportunidade e investir nela. Os primeiros entrantes sempre têm a vantagem – mais uma vez, o caso do Peixe Urbano mostra isso. Mas cuidado: a boa execução é fundamental. Não basta fazer primeiro, é preciso fazer bem, senão a concorrência poderá passar a rasteira em você. 

Dê um tempero próprio 

Se inspirar em um modelo de sucesso pode ser um bom ponto de partida, mas se a startup quiser ter futuro é necessário encontrar seu diferencial e continuar inovando. 

Poucos foram os sobreviventes da febre das compras coletivas. Aqueles que sobreviveram encontraram o seu nicho e souberam se diferenciar – seja pela qualidade das ofertas, pelo atendimento ou por outro aspecto relevante para o consumidor. O próprio Peixe Urbano, que deu início à moda, não parou de se reinventar e buscar outros serviços para oferecer. 
“No começo, simplesmente o modelo inovador já é uma vantagem, porém em um mercado saturado é importante que sua empresa se destaque das demais”, diz Eiger.

Fonte: PEGN

Como avaliar se vale a pena tirar sua ideia do papel

Vale a pena tirar a ideia do papel ou não? Esta é a pergunta que muitos empreendedores se fazem quando estão prestes a investir em algo novo. Quando se trata de projetos inovadores, a dúvida fica mais latente. Para Felipe Lachowski, cofundador da StartupHouse, especialista na criação de negócios, a melhor maneira de encontrar a resposta para esta pergunta é com o cliente. 

“Vale a pena tirar a ideia do papel se tem cliente disposto a pagar por isso. É fundamental entender qual é a dor do cliente e se a solução proposta a resolve. Quanto mais positivo for o feedback, mais vale a pena tirar a ideia do papel”, afirma. 

A grande maioria dos projetos não decola justamente porque o criador não procura esse “sinal verde”. E o pior: muitas startups só descobrem que estão no caminho errado tarde demais, quando já lançaram produtos que não vendem. 

“Muito provavelmente, este empreendedor não validou sua ideia com o cliente antes de tirá-la do papel”, afirma Lachowski. 

Confira algumas dicas para não cometer esse erro e começar sua empreitada com o pé direito: 

O cliente sempre tem razão 
Esta máxima também vale na hora de desenvolver seu produto. Identifique quem serão seus clientes, e escute-os. ”Não é o empreendedor quem vai montar o produto, e sim o cliente”, diz Lachowski. 

Entenda o mercado almejado 
Viu uma oportunidade? Então faça uma pesquisa sobre esse universo. Quem faz isso aqui? Quem faz isso lá fora? Qual é o tamanho do mercado? Aonde se pode chegar? Quem são as grandes empresas que se interessariam por isso (potencial parceiro e saída do investimento)? 

Substitua o “good to have” por “must to have” 
O seu produto deve atender a uma necessidade essencial na vida do cliente, e não solucionar apenas problemas superficiais. 

Teste antes de lançar o produto final 
Foi a campo e descobriu que vale a pena tirar a ideia do papel? Ótimo, então comece testando seu produto. ”Monte alguma coisa mínima, um MVP (Minimum Viable Product). Não precisa ser algo cheio de funcionalidades, mas faça bem feito e com qualidade”, recomenda o empreendedor.

 

Fonte: PEGN

Dê um tempo para a sua cabeça

Reserve um tempo no início do dia para pensar sobre tudo que você tem agendado, avalie o tempo que você vai levar em cada uma dessas questões e qual a melhor maneira realizá-las.

O número de compromissos e tarefas diárias só aumenta a cada dia e o tempo parece ser cada vez menor. Com tantas missões para cumprir, muitas vezes é difícil conseguir lembrar tudo que precisamos fazer durante o dia. Isso nos deixa irritados, eleva o nível de estresse e não nos permite dedicar bem a nenhuma tarefa cotidiana.

Nesse caso, organização é a palavra de ordem. Não dá para trabalhar de forma eficiente com uma rotina bagunçada. É um grande desafio organizar a rotina de modo que nenhuma tarefa fique de lado e nosso estresse não nos leve à loucura.

Tenha uma postura ofensiva diante das suas demandas, nada de ficar na defensiva. Não espere que os compromissos venham até você, antecipe-se a eles. Reserve um tempo no início do dia para pensar sobre tudo que você tem agendado, avalie o tempo que você vai levar em cada uma dessas questões e qual a melhor maneira realizá-las.

Relacione todas as suas tarefas de forma discriminada. É muito importante não deixar todos os seus compromissos e obrigações misturados, ou você acabará confundindo o que já foi feito com o que ainda precisa fazer. Procure deixar tudo esquematizado. Há muitas empresas que possuem sistemas que possibilitam esta organização. Se a sua empresa não possui ou se você for um empreendedor individual, sugiro organizar tudo em uma planilha.

Atente-se para não perder mais tempo do que o necessário em apenas um projeto. Isso aumenta o seu nível de ansiedade e diminui a sua capacidade de raciocínio e o seu cérebro perde a capacidade de resolver problemas.

Outra maneira de agir de forma ofensiva, diante da péssima situação de demandas em excesso e falta de tempo, é delegar funções. Não seja centralizador e tente assumir tudo sozinho. Procure estar rodeado de pessoas nas quais você confie e identifique as competências específicas de cada um. Divida as suas tarefas para que você não se sinta sobrecarregado. Sem muitas preocupações na cabeça você irá realizar tudo com muito mais competência.

E terá tempo para descansar a cabeça.

 

Fonte: Administradores