3 novas redes sociais brasileiras para ficar de olho

A Microsoft Brasil e a aceleradora Wayra, da Telefônica, anunciaram nesta semana uma ampliação de sua parceria no Brasil com investimentos em três novas startups. Com isso, sete empresas passam a fazer parte do BizSpark PLUS, uma extensão do BizSpark, programa de empreendedorismo digital da Microsoft, que disponibiliza, gratuitamente, acesso ilimitado ao Windows Azure.

Dessas sete jovens empresas, três são redes sociais que tentam inovar no mercado e se destacar. Conheça mais um pouco sobre elas:


1. Vozero

Criada pelos sócios Mario Nogueira Ramos e Everton Ribeiro, ela é uma rede de compartilhamento de mensagens curtas de voz, de 10 segundos. Como a dupla mesmo define, “um Twitter falado”. A ideia surgiu de uma análise do fenômeno social e crescimento do aplicativo Instagram e do mercado mundial de telefones celulares. “Dos mais de 6 bilhões de celulares em uso no mundo, pouco mais de 1 bilhão são smartphones”, diz Ramos. “A nossa rede quer atingir essas pessoas que usam os telefones comuns, ou feature phones.” Vale lembrar, porém, que ela também estará disponível em aplicativos e versão web.

A startup começou com um capital de R$ 200 mil da própria dupla, para depois conquistar R$ 100 mil da Wayra. Para este ano, Ramos e Ribeiro irão fazer uma nova rodada de investimentos para ampliar o time e lançar o produto finalizado. A aceleração na própria Wayra também já angariou uma importante parceria com a Telefônica.

2. ProprietárioDireto

Uma rede social que liga proprietários de imóveis a possíveis compradores. A ideia para a startup surgiu em 2009, quando o empresário Edgard Frazão passou pelas dores de tentar achar um apartamento próprio pelos meios tradicionais. Com a ajuda do amigo e engenheiro mecatrônico Flávio Maeda criaram a ProprietárioDireto, que usa o elemento social e colaborativo para facilitar essa busca. “A nossa visão é centrar a cadeia imobiliária nas pessoas, dando a elas o poder de decisão sobre como negociar seus imóveis”, diz Maeda. “No Proprietário Direto as pessoas podem usar suas conexões sociais para agilizar a compra e venda de imóveis e torná-la mais segura.”

Com o algoritmo da rede, uma pessoa pode encontrar um comprador ou vendedor dentro de seu círculo social, com um amigo de um amigo seu ou parente de um colega de trabalho, por exemplo. A primeira versão do site foi lançada em 2011 e ganhou uma reformulação no começo deste ano, depois do programa de aceleração na Wayra.

A plataforma já passou dos milhares de usuários cadastrados, em mais de 250 cidades em todo o Brasil. O próximo projeto é o lançamento de um canal direto entre as construtoras e os possíveis compradores de imóveis. “Hoje, as construtoras têm um problema grande de vender imóveis remanescentes depois um lançamento”diz Maeda. “Esse canal as ajudará a encontrar compradores de forma precisa e rápida.”

3. Spotwish

É um aplicativo para smartphone com geoposicionamento, que permite ao usuário socializar com outras pessoas próximas a ele e com interesses em comum. Fundado em 2011 por João Otero e Rafael Jannone como um serviço para formar casais, a startup hoje tem um foco maior nas atividades que as pessoas curtem e gostam de compartilhar. Uma pessoa próxima do usuário pode avisar por meio do aplicativo que está querendo ir ao cinema, e ele pode ir lá e se oferecer para acompanhá-la, por exemplo.

A ideia de permitir a paquera entre os usuários, porém, não deixou de ser um dos atrativos da plataforma. Com o recurso “Piscadinha”, uma pessoa pode mostrar interesse por alguém anonimamente. Sua identidade só é revelada se esse alguém corresponder com outra “Piscadinha”. “20% dos usuários que usaram esse recurso já conseguiram compatibilidade”, diz Otero.

A versão beta para web foi lançada no fim de 2011 e já conseguiu 1.500 usuários cadastrados. Com versões para iPhone e Android em 2012, a Spotwish chegou a 3.400, sem investir em publicidade. Otero afirma que uma nova versão – a final – estará disponível em quatro meses. Além dos R$ 100 mil da aceleradora Wayra, a startup já recebeu US$ 100 mil de investimento anjo. O objetivo é alcançar pelo menos 300 mil usuários até o fim de 2013.

Fonte: PENG

Qualquer pessoa pode ser encontrada nas Redes Sociais em apenas 12 horas de busca

Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia de Abu Dhabi, dos Emirados Árabes Unidos, mostra que é possível localizar qualquer pessoa nas redes sociais em apenas 12 horas de busca pela internet. Essa estimativa de tempo se aplica, inclusive, para encontrar perfis da qual se tem pouquíssimas informações com que trabalhar.

Para chegar a esse resultado, foi realizada uma competição em que os participantes deveriam encontrar cinco usuários escolhidos aleatoriamente em cidades norte-americanas e europeias. As únicas pistas que os participantes receberam foram uma foto da pessoa, o nome de sua cidade e a informação de que o perfil a ser encontrado teria um logotipo do evento.

Após 12 horas, três dos cinco escolhidos haviam sido encontrados. A tática mais eficiente, segundo os participantes, foi encontrar pessoas geograficamente próximas ao alvo e recrutá-las para ajudar na busca.

“O fenômeno das 12 horas de separação (entre uma pessoa e outra) depende crucialmente da capacidade de mobilização direcionada nas redes sociais, usando informações geográficas para recrutar pessoas”, afirma Alex Rutherford, responsável pelo estudo. Segundo ele, com o incentivo correto e mais conhecimento sobre o conteúdo procurado, é possível encontrar os perfis ainda mais rápidos.

Fonte: Intelligenza

90,8% dos internautas brasileiros acessam redes sociais

Qual é o perfil atual do brasileiro em cada uma das redes sociais? O que ele faz, com qual frequência usa as plataformas, tempo de permanência e ranking de visitas? Este belo infográfico mostra como está se movimentando o cenário das mídias sociais no país.

Via: Novas Digitais

Fonte: Galileu