Conheça 10 tipos de clientes e aprenda como se dar bem com eles

Confira as dicas para identificar e se dar bem nas negociações com dez tipos diferentes de clientes:

Simpático
Deixa o ambiente descontraído, atende o vendedor muito bem, sempre sorrindo, dando a falsa impressão que comprará o produto ou serviço. A conversa deve ser alegre e descontraída, mas não se deve ter a ilusão que está com o negócio fechado antes da hora. Seja cuidadoso com este cliente, não deixe que disperse, não misture simpatia com intimidade, mas seja sempre simpático e educado.

Impulsivo
É imprevisível, pensa em “flashes” e pode tornar sua apresentação desconexa e sem sentido com tantas interrupções. É importante ser ágil e flexível para lidar com ele. Este cliente quer mandar: ao ser interrompido, dê a informação que está querendo e retome o seu ritmo. Depois de fechar a venda, vá embora rapidamente, pois o cliente impulsivo pode mudar de ideia a qualquer momento.

Cético
Este cliente é muito desconfiado, por isso você terá que mostrar o valor do que está lhe oferecendo. Neste caso é importante não dar ponto sem nó, não ouse comentar algo que não tenha como provar. Depoimentos de outros clientes funcionam bem com o cliente cético. Estatísticas demonstrando o sucesso do produto ou do serviço podem ser igualmente úteis.

Metódico
Este tipo de cliente é detalhista ao extremo, quer saber parte por parte quais os impactos do produto ou serviço que está sendo oferecido. O vendedor precisa identificar este cliente logo nos minutos iniciais da conversa, para que possa ser mais meticuloso na apresentação, pois seu processo de decisão é lento, minucioso e estudado.

Indeciso
A insegurança é o principal obstáculo a ser vencido neste cliente, pois ele não gosta de tomar decisões sozinho. O vendedor deve estar preparado para decidir pelo cliente, deve ser mais agressivo na apresentação, forçando o fechamento com argumentos fortes. E no final sempre enfatizar para o cliente que “ele” fez um grande negócio, que “ele” tomou a decisão certa.

Indiferente
A dificuldade com este tipo de cliente é que ele não demonstra emoção durante a apresentação. É antipático e fechado, e, por isso, a melhor estratégia é ser inquisitivo, fazendo muitas perguntas abertas para forçá-lo a falar para conseguir pegar os ganchos certos. É muito importante tirar o cliente da zona de conforto, ou seja, o fundamental é não aceitar a indiferença.

Protelador
Este cliente tem como hábito deixar tudo para amanhã, e neste caso o importante é ser emocional para demonstrar a perda que ele poderá amargar por não fechar o negócio na hora. O vendedor precisa trabalhar o medo do cliente em empurrar a decisão, o que pode ser feito deixando claro possíveis alterações de preço, entrega, ou mesmo o fato de seu concorrente já estar mais avançado.

Exigente
Este é um cliente prepotente, que acha que conhece completamente do assunto, quer comandar a apresentação. Ele quer comprar e não quer que o vendedor venda. A melhor estratégia neste caso é ser passivo. Use o ego dele a seu favor, elogie suas conquistas, deixe claro como o seu produto ou serviço tornará a empresa dele ainda melhor e mais perfeita.

Prático
É decidido, confiante, não gosta de rodeios, desta forma o vendedor precisa ser objetivo nas colocações, indo direto ao ponto. As respostas precisam ser claras, objetivas e rápidas para passar confiança e credibilidade.

Vendedor
Conhece tanto ou mais de vendas do que o próprio vendedor que está lhe oferecendo o produto ou o serviço. Não fique elogiando nem faça rodeios. Vá direto aos benefícios, sendo muito profissional na apresentação. Respeite o cliente para conquistar sua confiança.

Fonte: Revista PEGN

Como aproveitar o poder das redes sociais para incrementar os negócios

Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn. Essas e outras redes sociais tornaram-se fenômeno que vieram para ficar. Esse cenário reflete a enorme importância que as mídias sociais estão ganhando no mundo moderno e a grande oportunidade que trouxeram para as empresas.

Agora, as organizações podem tirar proveito da extraordinária massa de informação das mídias sociais e até mesmo criar comunidades online para ajudar a melhorar os seus produtos e aumentar as vendas. Pode parecer simples à primeira vista, mas uma estratégia de sucesso no mundo social é realmente uma questão complexa.

Como criar comunidades autênticas na web que forneçam valor para as empresas? Basta criar fóruns e espaços virtuais para entrar em contato com os consumidores? Como os usuários podem colaborar ativamente para o crescimento e a melhoria da empresa? As respostas para essas perguntas são debatidas em um relatório recente do instituto de pesquisas Gartner. As principais conclusões estão resumidas abaixo:

Participação ativa
Para entender melhor seus clientes e até mesmo trabalhar com a criação de produtos, não basta somente solicitar. As redes sociais são bidirecionais e, como tem sido demonstrado ao longo dos últimos anos, requerem contato intensivo constante entre as duas partes [empresa e usuário]. No entanto, analistas do mercado observam que muitas organizações ainda estão olhando para as mídias sociais como um canal de comunicação corporativa simples, eliminando, assim, a possibilidade de colaboração em massa. Portanto, promover o diálogo ativo e realizar incentivos (concursos, presentes etc) com a comunidade, motiva a comunidade a gerar conteúdo e aumentar a participação no processo social do século XXI.

Aprovação da comunidade
Ao propor uma estratégia de mídia social, a primeira ação que deve ser feita é medir os objetivos que a empresa quer atingir. Esse princípio deve aplicar o método clássico de negócios, mas também usar a perspectiva dos usuários que irão colaborar com a empresa nas redes sociais.
Em outras palavras: as pessoas precisam de uma causa por participar, algo que envolve a adoção de iniciativa social pela comunidade. Quanto mais pessoas envolvidas, desde o início, mais vão contribui. Tornar a rede social atrativo para os usuários é fundamental para garantir o sucesso de um plano de mídia social. O Gartner aconselha que as organizações estabeleçam um objetivo específico e bem-definido que é facilmente identificável e significativo para o público. Por outro lado, é muito importante aproveitar os acontecimentos do mundo físico e utilizá-los como um catalisador para a participação social.

Transparência e persistência
As mídias sociais exigem que a empresa seja mais transparente com as pessoas com as quais se relacionam online. Isso é um imperativo do próprio conceito de mídias sociais (quebrar barreiras do mundo 1.0) e que deve ser abraçada por organizações.
Os comportamentos da colaboração em massa não podem ser modelados, concebidos ou controlados por sistemas tradicionais. Isso significa que as empresas devem, ter um cuidado especial com a atenção dada aos usuários, em tempo real.

Quem compra pela internet?

A Navegg analisou, durante um período de 30 dias, cerca de 19 milhões de internautas que demonstraram na web intenção de compra por algum produto – seja por meio de sites de comparação de preços, compras coletivas ou lojas virtuais.

Quando analisadas apenas as internautas do sexo feminino, as que mais demonstram intenções de compra foram as mulheres de classe A/B, com idade entre 25 e 34 anos. Em seguida, aparecem as internautas também de classe A/B, mas com idade entre 18 e 24 anos. O terceiro perfil feminino que mais procurou por produtos na web é formado por mulheres de classe C, entre 25 e 34 anos.

Ao analisar apenas os internautas do sexo masculino, o perfil mais presente é o composto por homens entre 25 e 34 anos, de classe A/B. Em seguida, homens da mesma faixa etária, mas de classe C. Em terceiro lugar, os homens entre 18 e 24 anos, de classe A/B, foram os que mais demonstram intenções de compra entre os internautas do sexo masculino.

O que os internautas querem comprar? Os grandes campeões são os aparelhos celulares, que foram pesquisados por cerca de 3,3 milhões de internautas. Em seguida, aparecem automóveis, pelos quais três milhões de pessoas demonstraram intenção de compra. Livros surgem em terceiro lugar (2,8 milhões), seguidos por informática (2,42 milhões) e artigos de casa e decoração (2,41 milhões).

Listas de intenções de compra Pelas mulheres, os produtos mais procurados são livros (1,72 milhões), casa e decoração (1,71 milhões) e celulares (1,6 milhões). Só então é que automóveis e informática aparecem: com 1,22 milhões de mulheres buscando esses tipos de produto. Já para os homens, o campeão são automóveis, com 1,6 milhões de internautas demonstrando intenção de compra. No “top 5″ masculino, entram também celulares (1,4 milhões), informática (1,1 milhões), livros (948 mil) e aparelhos de TV (650 mil).

Interesses e intenção de compra Muitos dos conteúdos que o internauta lê na web podem estar diretamente relacionados com suas intenções de compra. A Navegg confirmou isso através da análise da afinidade de determinados assuntos com alguns produtos. Por exemplo: os internautas que lêem sobre automóveis têm interesse 17 vezes maior na compra de um carro do que o restante da web.

Já os internautas que gostam de tecnologia estão 4,3 vezes mais propensos a comprar produtos de informática. O grande campeão é moda: pessoas que lêem sobre o assunto têm chances 18,6 vezes maiores de comprar roupas e acessórios.

Para os que gostam de ler sobre música, as chances de comprar produtos como CDs, DVDs e demais produtos relacionados é oito vezes maior do que a maioria dos internautas. Já para aqueles que lêem sobre beleza, os cosméticos são cinco vezes mais “atraentes” na hora das compras online do que para o restante da web.

Classe C e o desejo de comprar Os internautas de classe C têm 1,06 vezes mais interesse em comprar produtos na web do que a média dos internautas. Se analisarmos apenas internautas das classes A e B, eles demonstram intenções de compra 13% menor do que a média. Por fim, se analisadas as classes A, B, D e E, elas têm propensão a comprar online 20% menor. Ou seja, entre todas as classes sociais, a única que demonstra intenções de compra maiores do que a média da internet é a classe C.

Com esses dados em mãos, que tal começar a pensar em investir?

Fonte: Proxxima

Como transformar um hobby em um negócio?

Dicas de empreededorismo

Você tem um hobby, um passatempo, e quer transformá-lo em uma atividade remunerada e lucrativa? Tem dúvidas de como levar seus produtos ao mercado, com um preço adequado? Existem muitas maneiras de tornar sua paixão um negócio. O consultor Michael Kaleikini, fundador da empresa americana Business Refinement, mostrou, no site da Entrepreneur, algumas perguntas – e respostas – para fazer essa empreitada deslanchar. Confira.

1. Quem deseja aquilo que eu faço? Eles pagarão por isso?
Pergunte aos seus amigos se eles querem pagar uma quantia para aquilo que você oferece. Depois, fale com alguém que você não conheça e ofereça o mesmo item por aquele preço. Observe a reação dele. Você também pode fazer uma rápida pesquisa online entre seus amigos e perguntar se eles pagariam um determinado valor por um tipo de produto ou serviço. Isso vai ajudar no seu modelo de precificação.

2. Eu estou no lugar e na época certa para oferecer isso? (Em outras palavras: precisarei de muito ou pouco marketing?)
O marketing depende de quanto você quer investir. Uma vez que você tome essa decisão, vai precisar acompanhar o retorno que está obtendo por anúncios online, por exemplo. Você deverá pesquisar essas opções, já que não são tão simples. É necessário ter uma dose de conhecimento para fazer o marketing online funcionar. Alguns sites permitem que você mantenha uma loja online e compartilhe seus produtos nas mídias sociais. Não se esqueça de tuitar algumas promoções – mas não com muita frequência, para que não pareça spam.

3. Eu quero transformar isso em um negócio em período integral? A iniciativa consegue me sustentar?
Se é realmente só um hobby, comece com uma loja virtual e construa uma reputação devagar nas mídias sociais. Não se esqueça de fazer pequenos vídeos e postá-los no YouTube. Use uma webcam ou uma pequena câmera digital e compartilhe suas experiências – muitas pessoas prestam atenção nisso.

O resumo é: se você vai levar o seu hobby para o mundo do e-commerce, o processo deve ser razoavelmente simples, já que você terá todo o trabalho. Comece com os passos acima e desenvolva algo que seja confortável para você.

Inspire-se: “Onde há uma empresa de sucesso, alguém tomou alguma vez uma decisão valente.” Peter Drucker

Fonte: Papo de Empreendedor