Gestão ambiental empresarial

Administrar os componentes do meio ambiente pode ser um grande diferencial competitivo para as empresas atualmente.

Os clientes e o mercado em geral têm valorizado cada vez mais as empresas que demonstram preocupação com a preservação do meio ambiente, a ponto de se disporem cada vez mais a pagar mais pelos seus produtos ou serviços. A consciência ambiental mundial vem incentivando e valorizando intensamente o consumo de produtos e serviços ecologicamente corretos, e este ainda é um argumento de venda que deve ser mais explorado por parte dos empresários como um grande agregador de valor aos seus negócios.

De acordo com as características da sua empresa, podem ser feitas pequenas ações para administrar mais adequadamente a emissão de poluentes no meio ambiente, a redução ou reaproveitamento de resíduos, a diminuição do consumo de energia, de água, de produtos químicos, enfim, a implantação de uma educação ambiental, que pode gerar como consequência, além de economia direta nos processos de funcionamento um grande argumento para ser utilizado pelo marketing no momento de posicionar a empresa no mercado, agregando valor a sua marca e indiretamente aumentando a sua margem de lucro. Você deve considerar também que a legislação ambiental está em constante modificação, em busca de um equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico das empresas e a preservação dos recursos naturais, garantindo a sobrevivência com qualidade de vida para as próximas gerações e, assim, o investimento em uma gestão ambiental adequada ao tamanho do seu negócio, além dos benefícios vinculados à lucratividade. Você também pode evitar os custos com multas e punições pela inobservância de normas e leis que visam proteger o meio ambiente, e pode ainda beneficiar-se com alguns favorecimentos legais oferecidos pelo governo para as empresas que assumem uma política de desenvolvimento sustentável.

Fonte: Sebrae

6 etapas para uma mudança de carreira tranquila

Saiba quais aspectos levar em conta ao decidir dar uma guinada na vida profissional, na opinião de duas especialistas:

É comum que, em algum momento da carreira profissional, o desconforto em relação às escolhas já feitas apareça. Você pensa estar no lugar errado fazendo algo que não gosta e, então, a infelicidade toma conta. A vontade de mudança se instala, mas as dúvidas são muitas e você não sabe o que fazer.

1º Investigue os motivos

O que torna a sua vida profissional infeliz? Esta é primeira pergunta a ser respondida quando o descontentamento reina pleno e absoluto antes, durante e depois do expediente de trabalho.

“É importante porque as pessoas se sentem desconfortáveis, percebem que precisam mudar, mas não sabem direito o que”, diz Mariá Giuliese, diretora executiva da consultoria Lens e Minarelli.

De acordo com ela, é preciso saber o que está fora do lugar, antes de tomar qualquer decisão. “Muitas vezes as pessoas estão infelizes com algumas partes ou aspectos da carreira”, diz Adriana Felipelli, presidente da Felipelli.

É a carreira? É a empresa? É o tipo de projeto com o qual está envolvido? São as relações interpessoais no ambiente de trabalho?

2º Tenha clara a diferença entre profissão e carreira

Discriminar carreira de profissão é importante durante este processo de transição, na opinião de Mariá. “Uma mesma profissão permite carreiras diferentes”, lembra Mariá.

Por exemplo, antes de rasgar seu diploma de engenharia e optar abrir um pet shop – entrando em um ramo em que lhe falta habilidade e experiência -, talvez você devesse considerar as várias possibilidades dentro da sua atual profissão.

3º Faça uma autoanálise

Você sabe quais as suas aptidões e seus talentos? De acordo com as duas especialistas, não tome nenhuma decisão antes de fazer uma autoanálise. “Para quem não está feliz com a carreira escolhida, a primeira coisa a se fazer é se conhecer pensar em que tipo de ambiente gostaria de trabalhar”, diz Adriana.

“As pessoas precisam conhecer muito bem as suas habilidades, fazendo uma consulta interna”, diz Mariá. A especialista lembra que não é o mercado de trabalho que deve ditar essa mudança e, sim, o seu interesse e as suas competências.

4º Considere buscar ajuda especializada

Acha difícil passar pela etapa anterior sozinho? Profissionais especializados em aconselhamento de carreira e coaching podem ajudá-lo.

“A pessoa vai precisar de instrumentos para que perceba comportamentos e, com ajuda, pode encontrar as respostas e ser direcionado para a área de atuação em que suas competências intrínsecas sejam valorizadas”, diz Adriana.“Um profissional especializado vai ajudar na percepção do ônus e do bônus da mudança”, diz Mariá.

5º Trace o caminho

Toda mudança de direção pressupõe um novo caminho a ser percorrido. Você pode definir um curso que precisará fazer, ou perceber que a solução é conversar com o seu chefe e pedir transferência para outro departamento, ou ainda mudar de empresa.

Pode ainda descobrir que estágios em outros lugares – até outros países – trarão experiências interessantes para sua vida profissional. As possibilidades estão aí, resta saber qual delas trará mais satisfação para você.

6º Comece a transição

Mãos à obra. Chegou a hora de iniciar a transição. Adriana indica investir no networking. “O ideal é fazer essa mudança por meio da rede de relacionamentos”.

Conversando com as pessoas que você já conhece talvez seja mais fácil conseguir uma nova posição no mercado.Durante esta fase de transição, diz Mariá, é necessário, contudo, considerar um período de renúncias e perdas. “A transição nem sempre é fácil, muitas vezes, existe perda de remuneração”, alerta a especialista.

Fonte: Exame Abril

8 dicas para inovar na sua empresa

Para inovar ninguém precisa ser um poço de ideias. Ser inovador implica muito mais em estar atento ao que acontece ao seu redor do que ter criatividade. Tudo que melhore o funcionamento da empresa já é inovação.

Confira 8 dias para inovar na sua empresa:

Liderança
Sem o estímulo e o exemplo do líder, dificilmente se cria um ambiente propício para a inovação. Lembre-se: qualquer iniciativa começa pela direção da empresa.

Rede de relacionamento
É muito importante criar e sustentar relacionamentos saudáveis. Podem ser com parceiros, fornecedores, clientes, vizinhança ou investidores. Não esqueça: uma empresa não vive isolada.

Capacitação
Investir na equipe não pode e nem deve ser considerado um custo, mas sim uma oportunidade para ampliar a capacidade de usar melhor os recursos da empresa e desenvolver produtos e serviços diferentes.

Comunicação interna
O empresário deve estimular um ambiente de comunicação acessível. Murais, intranet, jornais internos e blogs corporativos são boas dicas.

Comunicação externa
Dependendo do negócio, é importante investir em canais diferentes e se comunicar de forma simultânea. O formato da comunicação deve ser flexível e estimular a interação com o público.

Concorrência
Procure sempre saber o que a concorrência está realizando. É importante saber o que o mercado está fazendo, as mudanças e onde moram seus diferenciais.

Ouça seus clientes
Essa é a fonte de informação mais barata e importante que existe, mas nem sempre é utilizada pelas empresas. Criar ferramentas que melhorem essa interação podem lhe fornecer boas ideias de oportunidades de negócio para a empresa.

Reconhecimento
Valorizar o esforço pessoal e em equipe, estabelecer objetivos claros e determinar formas de mensuração são fundamentais. As recompensas podem ser financeiras ou podem vir na forma de presentes, placas, troféus, folgas ou até comunicações públicas.

Via Faça Diferente – Sebrae

Por que estar na Internet?

A Internet revolucionou a maneira como as empresas fazem negócios.

Na Internet, informações promocionais, como anúncios de novos produtos, serviços, catálogos de produtos, seminários e depoimentos de clientes fiéis podem ser colocados à disposição de novos clientes. Assim, clientes interessados em produtos e pessoas que estejam buscando informações específicas dos produtos podem clicar no nome da sua empresa e rapidamente ver o que ela tem a oferecer; e até mesmo responder interativamente.

Para pensar na aplicação da Internet como ferramenta estratégica empresarial, se deve descobrir antes como a rede pode reduzir os custos operacionais da empresa. Só depois, é que se deve pensar em como fazer dinheiro com ela. Pode-se afirmar categoricamente que os efeitos da Internet são inúmeros e inevitáveis, entre eles podemos citar, por exemplo: redução das despesas; aumento de receita; agilidade nas negociações com fornecedores e parceiros comerciais.

Além disso, deve-se utilizar a Internet para criar uma relação mais próxima com o cliente, permitindo a ele opinar sobre a qualidade do produto e serviço ofertados. Desta forma, o cliente passa a ser um vendedor virtual da empresa.

Algumas maneiras de usar a Internet para alavancar negócios:

a) disponibilizar informações sobre a empresa;

b) fazer um pequeno anúncio, como numa revista ou jornal;

c) automaticamente, distribuir dados, palestras, discursos, cartas da empresa e muito mais, via e-mail;

d) promover produtos e serviços para o mundo;

e) mostrar novidades e lançamentos;

f) atrair novos clientes;

g) prover comunicação com prováveis e já existentes clientes, via e-mail, formulário eletrônico, blogs e redes de relacionamento;

h) responder às perguntas mais frequentes;

i) permitir que aos clientes preencher os formulários eletrônicos contendo ordens de compras dos produtos;

j) receber relatórios contendo informações e estatísticas sobre a origem das visitas e sobre em quê os visitantes estão mais interessados;

k) abrir novos mercados, impossíveis de serem atingidos sem grandes despesas com propaganda.

Fonte: Sebrae