Quer ter sucesso? Então abandone a autoestima

No lugar dela, cultive a autocompaixão, pois esta pode ser a sua chave da vitória.

Um grupo cada vez maior de pesquisadores e estudiosos está defendendo uma teoria que pode parecer estranha em um primeiro momento: para que você tenha sucesso, é necessário abandonar a sua autoestima. E depois que você se livrar dela, comece a usar uma “atitude” bem parecida: a autocompaixão.

Como explicação, os estudiosos alegam que a autoestima faz com que você se veja obrigado a ser uma pessoa alegre, bem-sucedida e que não comete erros. Quando esses requisitos são alcançados — ou estão bem encaminhados — você já pode se sentir bem e em paz.

O problema começa quando você erra ou quando os seus planos dão errado. Devido a essa “obrigatoriedade” de ser feliz, esses momentos são especialmente trágicos. Dessa maneira, é normal que você encare qualquer situação desfavorável com olhares muito críticos — especialmente em relação às suas atitudes.

Tá, mas e o que é essa autocompaixão?

Quando você sente compaixão por outra pessoa, é normal ver os erros e defeitos dela de maneira compreensiva. Ou seja, a autocompaixão pode ser explicada como o ato de observar os seus próprios erros com brandura — mas sem se esquecer de tentar corrigi-los.

Dessa maneira, você vai entender melhor todos os seus defeitos e vai saber como agir em momentos críticos. Além disso, também vai começar a entender melhor as suas capacitações, de modo que seja possível aceitar momentos negativos sem afetar o seu ego, o que vai pavimentar a sua “trilha do sucesso”.

E quem disse tudo isso?
Essa teoria é baseada em alguns estudos sérios, como o que foi realizado pelas cientistas Juliana Breines e Serena Chen, da Universidade de Berkeley. Elas reuniram diversos voluntários, sendo que uma parte desse grupo falou de si mesmo do ponto de vista da compaixão e a outra da autoestima.

O primeiro grupo soube falar muito bem de todas as suas qualidades e defeitos, sem ser pedante ou injusto com a própria personalidade. Enquanto isso, o segundo teve resultados piores e não conseguiu avançar na pesquisa como os outros.

Fonte:  Tecmundo

Três ferramentas para posicionar melhor sua empresa e seus produtos

Sua empresa vai bem e a cada dia conquista mais clientes? Ou enfrenta uma fase de dificuldades? Fazer uma análise do negócio e dos produtos, além de estudar a concorrência, pode ajudar tanto a superar os obstáculos quanto a crescer mais. Três ferramentas podem ser úteis para esse processo de análise.

Para começar, olhe para dentro da empresa. Como está seu negócio? Que pontos vão bem? O que precisa melhorar? Use a ferramenta  Análise SWOT. Com ela, você consegue olhar para dentro da empresa e analisar os pontos fortes e fracos. Depois, deve voltar-se para fora e observar as oportunidades e as possíveis ameaças ao seu negócio. Em seguida, pode organizar um plano de ação para diminuir os riscos e aumentar as chances de sucesso.

Depois da Análise SWOT, vale a pena dedicar um tempo à  Matriz BCG, para examinar os produtos ou serviços que você oferece. A matriz pode – e deve – ser usada com frequência. Com ela você pode melhorar sua oferta de produtos ou serviços existentes, dando prioridade aos que geram (ou podem gerar) mais caixa e que exigem menor esforço ou menos investimentos para a venda. Na Matriz BCG, os produtos são divididos em quatro categorias: vacas-leiteiras, estrelas, pontos de interrogação e abacaxis. Os dois primeiros são os mais rentáveis, enquanto os abacaxis devem ser eliminados.

Feita a lição de casa de olhar para dentro, chega-se ao momento de voltar a atenção para fora. É a hora de estudar a concorrência. Para isso, use a ferramenta  5 Forças de Porter. Ela serve para analisar o ambiente competitivo em que a empresa está enquadrada. Assim será possível determinar o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes. Ela é útil porque ajuda a dar uma visão mais abrangente da concorrência e de como tirar proveito disso.


Esqueça as tendências. Planeje com base em 4 paradigmas

Nosso país ainda é afoito por novidades, mas estas são passageiras e é preciso mirar em estudos sociológicos de mudanças estruturais.

Ainda que a economia estável e a facilidade de acesso ao crédito tenham fortalecido as marcas nacionais e trazido outras de fora, o mercado brasileiro vive atualmente uma síndrome das tendências. A avidez por novidades, no entanto, não é vista com bons olhos e o país precisa estar preparado para entender novos paradigmas que têm se revelado com o impulso dos negócios. A avaliação é do Future Concept Lab, instituto italiano de pesquisas que após 21 anos na Europa abriu no país sua primeira filial.

De acordo com o grupo, esta diferença conceitual é crucial para que as empresas entendam seu papel, construam estratégias de Marketing, estabeleçam relacionamento mais duradouro com os consumidores e evoluam financeiramente. A tendência é passageira e dura, no máximo, cinco anos. Já o paradigma pode quebrar regras pré-estabelecidas, influenciar a vida e os hábitos de gerações, chegando a durar em média 20 anos.

A confusão gera instabilidade e, na ânsia de melhorar o faturamento, as marcas definem táticas que podem não ser as melhores. “No Brasil é tendência falar sobre tendência, mas não adianta só observá-la, é preciso entendê-la. O país é um laboratório do futuro, só que falta cultura e profundidade para diferenciar o que é evento do que é projeto. As marcas querem resolver os problemas rapidamente, aí surge o relatório de tendências, que pode inclusive piorar a situação. Não adianta, por exemplo, mudar a embalagem, se não há proposta de valor junto”.

Os paradigmas brasileiros
Na avaliação do instituto italiano, antes das empresas traçarem estratégias ousadas de Marketing é preciso entender os quatro paradigmas pelos quais o país vem passando. O primeiro deles é o “Compartilhamento e Confiança”, que mostra a capacidade dos brasileiros de entender que os territórios virtual e real não são opostos e sim complementares e potencializadores um do outro.

Isso significa que na rede é o compartilhamento que dará força para a marca e, por consequência, gerará confiança no consumidor. “As pessoas estão buscando cada vez mais inovação e se tornando especialistas. Só que é impossível uma empresa conseguir seu espaço se não juntar forças em um processo de compartilhamento. É preciso convocar o consumidor, pedir ajuda a ele, trabalhar em co-criação. Não estamos mais na década de 1980 quando os valores eram outros e a publicidade era mais persuasiva. Autenticidade é muito importante, assim como transparência”.

Outro paradigma é o “Único e universal”, conceito que mistura o local com o global, em que ambos funcionam em sintonia e não em contraposição como se pensava anteriormente. O erro, segundo o Future Concept Lab, é ter imaginado que a globalização e a abertura de fronteiras faria do mundo um lugar homogêneo, com consumidores pensando da mesma forma e comprando as mesmas coisas, sem consciência.

Nesse cenário, o destaque foi exatamente para marcas que conseguiram manter características locais com visões globais. A Havaianas é um caso de sucesso nessa área. “Quando um estrangeiro compra Havaianas, compra o imaginário brasileiro. É importante reforçar a identidade local, mas com linguagem universal. Assim como ela, o design e o conceitos dos irmãos Campana são exemplos. Eles olham para a realidade brasileira e conseguem tirar dela algo que vai além do folclore e bem além do artesanato”.

Rápido e sustentável
A possibilidade de consumo do brasileiro abriu as portas também para um modelo mais consciente e rigoroso de compras. O paradigma “Rapidez e profundidade” explica o fato: ao desejo une-se o imediatismo e também a vontade de se aprofundar nas experiências. Ainda que pareça paradoxal, o exemplo, de acordo com o Future Concept Lab, é a “fast good”. “Eu quero uma comida rápida, mas que seja saudável. Por que não?”.

O último paradigma é a “Sustentabilidade”, que nasceu como tendência, mas encontrou no Brasil um discurso engajado por parte das marcas. A diferença, no entanto, está exatamente nos canais que os grupos encontram para falar com seus públicos. “Não adianta fazer camiseta e falar que é sustentável: os processos também precisam ser sustentáveis. O consumidor não quer mais ouvir mensagem de emergência ‘o planeta está acabando’. A gente pode unir ética com estética, sem ser superficial. Essa é a grande mudança e as marcas precisam enxergá-las”.

Entrevista: Sabina Deweik, representante da Future Concept Lab no Brasil.

Fonte: Mundo do Marketing

A grande diferença entre ser bom e ser ótimo

Aqui vai um pequeno resumo dos principais pontos para a transformação de uma empresa:

- O bom é inimigo do ótimo. A maioria das empresas nunca se torna excelente, pois antes torna-se “boa o bastante”. É importante definir bem a estratégia. Concentrar-se naquilo que “se deve fazer”, (mas os dados indicam que as empresas excelentes também estão atentas ao que “não fazer”).

- A empresa precisa de líderes nível 5. Esses líderes são o oposto do egocêntrico. Eles combinam a determinação profissional com a humildade pessoal. Eles se mantêm focados em fazer a coisa certa para o bem da empresa, no longo prazo, e preparam os seus sucessores para um sucesso ainda maior que o deles, e não para o fracasso.

- As pessoas certas nos lugares certos. Em vez de começar com uma nova visão (para onde o ônibus está indo), primeiro colocar no ônibus as pessoas certas, retirar as erradas, colocar as certas nos lugares certos e só então decidir para onde o ônibus vai. “As pessoas não são o seu melhor ativo. As pessoas certas são!”

- Enfrente os fatos brutais (mas mantenha a fé). Não ignore a realidade, mas é preciso manter a fé em que vai dar certo no final. Somente com informações precisas você poderá alcançar o sucesso.

- Conceito porco-espinho. Significa ter um conceito simples e muito claro de que o seu negócio é – por exemplo: é lucrativo, é algo por que você é apaixonado ou que você faz melhor do que ninguém.

- A tecnologia é um acelerador. E não um agente de mudança. Boas empresas a utilizam para melhorar sua performance, mas ela não vai salvar uma empresa medíocre.

Por que a excelência?

Porque não é muito mais difícil ser ótimo do que bom. É preciso ir somente um pouco além. E, se não temos motivação para sermos ótimos no que fazemos atualmente, será que não é hora de considerar alguma outra coisa que nos motive à excelência? Vale a pena refletir!

Fonte: Mulheres Empreendedoras

13 logos com significados ocultos incríveis

Pergunte a qualquer profissional de publicidade e ele responderá: criar logos dá trabalho. O designer tem que levar em conta, entre outras coisas, as características da empresa, a mensagem que ela quer passar e o gosto do público. Por causa desta complexidade, muito desastre gráfico acaba acontecendo. Mas o desafio também faz surgir trabalhos muito bacanas. Nesta lista, confira 13 logos legais que trazem significados nem sempre aparentes.

1. FedEx

FedEx logo

Já reparou na seta escondida entre a letra “E” e “X” do logo da FedEx Express? Ela simboliza a rapidez dos serviços de entrega da empresa. O famoso logo foi desenhado por Lindon Leader, em 1994. O designer precisou fazer mais de 200 criações diferentes para chegar a este resultado final. Tanto esforço valeu a pena: o logo ganhou mais de 40 prêmios de design.

2. Sony VAIO

Logo Sony VAIO

De primeira, este logo parece apenas utilizar uma tipografia moderna. Mas, na verdade, existe um significado por trás do desenho: as duas primeiras letras representam um sinal analógico e as duas últimas são os números 1 e 0, em referência ao sistema binário. Uma maneira legal de representar uma linha de notebooks voltada para a integração de áudio e vídeo, não?

3.Toblerone

Logo Toblerone

A cidade de Berna (Suíça), conhecida por suas altas montanhas, é chamada também de “A Cidade dos Ursos”. A companhia de chocolate Toblerone, que fica na cidade, resolveu homenagear Berna usando esses elementos no próprio logo da empresa. É possível encontrar a silhueta de um urso na ilustração da montanha. Olhe bem!

4. Eight

Logo Eigth

Este logo, obra da agência londrina Stylo Design, foi criado com apenas um número: o 8. Repare como todas as letras do nome da marca surgem a partir da omissão de certas partes do número.

5. Northwest Airlines

Aqui são dois significados ‘escondidos’. Primeiro, o logo forma dentro do círculo as letras “N” e “W”. Além disso, há outra ideia menos aparente. O pequeno triângulo vermelho aponta para o noroeste (“northwest”, em inglês) se pensarmos no círculo como uma bússola.

6. ED – “Elettrodomestici -Home Appliances”

Esta é uma das criações mais legais. Dá uma olhada em como o designer conseguiu apresentar as letras “E” e “D” (iniciais da marca) e, ao mesmo tempo, formar um plug elétrico. Simples, mas genial.

7. Snooty Peacock

Esta loja de jóias que leva o nome de “Pavão Esnobe”, em uma tradução livre, conseguiu introduzir os dois conceitos da marca no logo. Encontrou o pavão? E a mulher com uma jóia no pescoço?

8. Amazon

A seta amarela do logo da Amazon não é apenas um sorriso. Ela também sugere que você pode comprar tudo, de “A” a “Z”, no site de vendas da empresa.

9. Carrefour

O logo do Carrefour é um dos mais famosos. Muita gente conhece a ‘surpresa’ escondida nele – a primeira letra da marca (“C”) no espaço em branco. Mas nem todo mundo sabe a origem deste design. Em francês, o nome da empresa significa “cruzamento”. A ideia do logo é justamente simbolizar essa palavra por meio de duas setas opostas.

10. Unilever

Uma das principais características da Unilever é a sua diversidade de produtos. Por isso, o logo preenche a letra “U” com símbolos que representam todos esses produtos e o que eles representam para os consumidores.

11. Hope for African Children Initiative

É um mapa da África? Sim. E seria uma ideia não muito criativa se fosse só isso, afinal é o logo da “Hope for African Children Initiative”, uma organização de apoio às crianças do continente. Mas você reparou nos dois perfis de pessoas se olhando?

12. Spartan Golf Club

Esse logo conceitual mostra um jogador de golfe durante uma tacada e a cabeça de um guerreiro espartano ao mesmo tempo. Curtiu ou achou ‘forçado’?

13. Fórmula 1

O truque deste logo é simples, mas bem feito: o número 1 oculto entre a letra F e as linhas indicando rapidez.

Bem criativo, não é?
Pra quem fala que criar é simples… ;)

Fonte: Super Abril