Por que estar na Internet?

A Internet revolucionou a maneira como as empresas fazem negócios.

Na Internet, informações promocionais, como anúncios de novos produtos, serviços, catálogos de produtos, seminários e depoimentos de clientes fiéis podem ser colocados à disposição de novos clientes. Assim, clientes interessados em produtos e pessoas que estejam buscando informações específicas dos produtos podem clicar no nome da sua empresa e rapidamente ver o que ela tem a oferecer; e até mesmo responder interativamente.

Para pensar na aplicação da Internet como ferramenta estratégica empresarial, se deve descobrir antes como a rede pode reduzir os custos operacionais da empresa. Só depois, é que se deve pensar em como fazer dinheiro com ela. Pode-se afirmar categoricamente que os efeitos da Internet são inúmeros e inevitáveis, entre eles podemos citar, por exemplo: redução das despesas; aumento de receita; agilidade nas negociações com fornecedores e parceiros comerciais.

Além disso, deve-se utilizar a Internet para criar uma relação mais próxima com o cliente, permitindo a ele opinar sobre a qualidade do produto e serviço ofertados. Desta forma, o cliente passa a ser um vendedor virtual da empresa.

Algumas maneiras de usar a Internet para alavancar negócios:

a) disponibilizar informações sobre a empresa;

b) fazer um pequeno anúncio, como numa revista ou jornal;

c) automaticamente, distribuir dados, palestras, discursos, cartas da empresa e muito mais, via e-mail;

d) promover produtos e serviços para o mundo;

e) mostrar novidades e lançamentos;

f) atrair novos clientes;

g) prover comunicação com prováveis e já existentes clientes, via e-mail, formulário eletrônico, blogs e redes de relacionamento;

h) responder às perguntas mais frequentes;

i) permitir que aos clientes preencher os formulários eletrônicos contendo ordens de compras dos produtos;

j) receber relatórios contendo informações e estatísticas sobre a origem das visitas e sobre em quê os visitantes estão mais interessados;

k) abrir novos mercados, impossíveis de serem atingidos sem grandes despesas com propaganda.

Fonte: Sebrae

Quer ter sucesso? Então abandone a autoestima

No lugar dela, cultive a autocompaixão, pois esta pode ser a sua chave da vitória.

Um grupo cada vez maior de pesquisadores e estudiosos está defendendo uma teoria que pode parecer estranha em um primeiro momento: para que você tenha sucesso, é necessário abandonar a sua autoestima. E depois que você se livrar dela, comece a usar uma “atitude” bem parecida: a autocompaixão.

Como explicação, os estudiosos alegam que a autoestima faz com que você se veja obrigado a ser uma pessoa alegre, bem-sucedida e que não comete erros. Quando esses requisitos são alcançados — ou estão bem encaminhados — você já pode se sentir bem e em paz.

O problema começa quando você erra ou quando os seus planos dão errado. Devido a essa “obrigatoriedade” de ser feliz, esses momentos são especialmente trágicos. Dessa maneira, é normal que você encare qualquer situação desfavorável com olhares muito críticos — especialmente em relação às suas atitudes.

Tá, mas e o que é essa autocompaixão?

Quando você sente compaixão por outra pessoa, é normal ver os erros e defeitos dela de maneira compreensiva. Ou seja, a autocompaixão pode ser explicada como o ato de observar os seus próprios erros com brandura — mas sem se esquecer de tentar corrigi-los.

Dessa maneira, você vai entender melhor todos os seus defeitos e vai saber como agir em momentos críticos. Além disso, também vai começar a entender melhor as suas capacitações, de modo que seja possível aceitar momentos negativos sem afetar o seu ego, o que vai pavimentar a sua “trilha do sucesso”.

E quem disse tudo isso?
Essa teoria é baseada em alguns estudos sérios, como o que foi realizado pelas cientistas Juliana Breines e Serena Chen, da Universidade de Berkeley. Elas reuniram diversos voluntários, sendo que uma parte desse grupo falou de si mesmo do ponto de vista da compaixão e a outra da autoestima.

O primeiro grupo soube falar muito bem de todas as suas qualidades e defeitos, sem ser pedante ou injusto com a própria personalidade. Enquanto isso, o segundo teve resultados piores e não conseguiu avançar na pesquisa como os outros.

Fonte:  Tecmundo

Três ferramentas para posicionar melhor sua empresa e seus produtos

Sua empresa vai bem e a cada dia conquista mais clientes? Ou enfrenta uma fase de dificuldades? Fazer uma análise do negócio e dos produtos, além de estudar a concorrência, pode ajudar tanto a superar os obstáculos quanto a crescer mais. Três ferramentas podem ser úteis para esse processo de análise.

Para começar, olhe para dentro da empresa. Como está seu negócio? Que pontos vão bem? O que precisa melhorar? Use a ferramenta  Análise SWOT. Com ela, você consegue olhar para dentro da empresa e analisar os pontos fortes e fracos. Depois, deve voltar-se para fora e observar as oportunidades e as possíveis ameaças ao seu negócio. Em seguida, pode organizar um plano de ação para diminuir os riscos e aumentar as chances de sucesso.

Depois da Análise SWOT, vale a pena dedicar um tempo à  Matriz BCG, para examinar os produtos ou serviços que você oferece. A matriz pode – e deve – ser usada com frequência. Com ela você pode melhorar sua oferta de produtos ou serviços existentes, dando prioridade aos que geram (ou podem gerar) mais caixa e que exigem menor esforço ou menos investimentos para a venda. Na Matriz BCG, os produtos são divididos em quatro categorias: vacas-leiteiras, estrelas, pontos de interrogação e abacaxis. Os dois primeiros são os mais rentáveis, enquanto os abacaxis devem ser eliminados.

Feita a lição de casa de olhar para dentro, chega-se ao momento de voltar a atenção para fora. É a hora de estudar a concorrência. Para isso, use a ferramenta  5 Forças de Porter. Ela serve para analisar o ambiente competitivo em que a empresa está enquadrada. Assim será possível determinar o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes. Ela é útil porque ajuda a dar uma visão mais abrangente da concorrência e de como tirar proveito disso.


Esqueça as tendências. Planeje com base em 4 paradigmas

Nosso país ainda é afoito por novidades, mas estas são passageiras e é preciso mirar em estudos sociológicos de mudanças estruturais.

Ainda que a economia estável e a facilidade de acesso ao crédito tenham fortalecido as marcas nacionais e trazido outras de fora, o mercado brasileiro vive atualmente uma síndrome das tendências. A avidez por novidades, no entanto, não é vista com bons olhos e o país precisa estar preparado para entender novos paradigmas que têm se revelado com o impulso dos negócios. A avaliação é do Future Concept Lab, instituto italiano de pesquisas que após 21 anos na Europa abriu no país sua primeira filial.

De acordo com o grupo, esta diferença conceitual é crucial para que as empresas entendam seu papel, construam estratégias de Marketing, estabeleçam relacionamento mais duradouro com os consumidores e evoluam financeiramente. A tendência é passageira e dura, no máximo, cinco anos. Já o paradigma pode quebrar regras pré-estabelecidas, influenciar a vida e os hábitos de gerações, chegando a durar em média 20 anos.

A confusão gera instabilidade e, na ânsia de melhorar o faturamento, as marcas definem táticas que podem não ser as melhores. “No Brasil é tendência falar sobre tendência, mas não adianta só observá-la, é preciso entendê-la. O país é um laboratório do futuro, só que falta cultura e profundidade para diferenciar o que é evento do que é projeto. As marcas querem resolver os problemas rapidamente, aí surge o relatório de tendências, que pode inclusive piorar a situação. Não adianta, por exemplo, mudar a embalagem, se não há proposta de valor junto”.

Os paradigmas brasileiros
Na avaliação do instituto italiano, antes das empresas traçarem estratégias ousadas de Marketing é preciso entender os quatro paradigmas pelos quais o país vem passando. O primeiro deles é o “Compartilhamento e Confiança”, que mostra a capacidade dos brasileiros de entender que os territórios virtual e real não são opostos e sim complementares e potencializadores um do outro.

Isso significa que na rede é o compartilhamento que dará força para a marca e, por consequência, gerará confiança no consumidor. “As pessoas estão buscando cada vez mais inovação e se tornando especialistas. Só que é impossível uma empresa conseguir seu espaço se não juntar forças em um processo de compartilhamento. É preciso convocar o consumidor, pedir ajuda a ele, trabalhar em co-criação. Não estamos mais na década de 1980 quando os valores eram outros e a publicidade era mais persuasiva. Autenticidade é muito importante, assim como transparência”.

Outro paradigma é o “Único e universal”, conceito que mistura o local com o global, em que ambos funcionam em sintonia e não em contraposição como se pensava anteriormente. O erro, segundo o Future Concept Lab, é ter imaginado que a globalização e a abertura de fronteiras faria do mundo um lugar homogêneo, com consumidores pensando da mesma forma e comprando as mesmas coisas, sem consciência.

Nesse cenário, o destaque foi exatamente para marcas que conseguiram manter características locais com visões globais. A Havaianas é um caso de sucesso nessa área. “Quando um estrangeiro compra Havaianas, compra o imaginário brasileiro. É importante reforçar a identidade local, mas com linguagem universal. Assim como ela, o design e o conceitos dos irmãos Campana são exemplos. Eles olham para a realidade brasileira e conseguem tirar dela algo que vai além do folclore e bem além do artesanato”.

Rápido e sustentável
A possibilidade de consumo do brasileiro abriu as portas também para um modelo mais consciente e rigoroso de compras. O paradigma “Rapidez e profundidade” explica o fato: ao desejo une-se o imediatismo e também a vontade de se aprofundar nas experiências. Ainda que pareça paradoxal, o exemplo, de acordo com o Future Concept Lab, é a “fast good”. “Eu quero uma comida rápida, mas que seja saudável. Por que não?”.

O último paradigma é a “Sustentabilidade”, que nasceu como tendência, mas encontrou no Brasil um discurso engajado por parte das marcas. A diferença, no entanto, está exatamente nos canais que os grupos encontram para falar com seus públicos. “Não adianta fazer camiseta e falar que é sustentável: os processos também precisam ser sustentáveis. O consumidor não quer mais ouvir mensagem de emergência ‘o planeta está acabando’. A gente pode unir ética com estética, sem ser superficial. Essa é a grande mudança e as marcas precisam enxergá-las”.

Entrevista: Sabina Deweik, representante da Future Concept Lab no Brasil.

Fonte: Mundo do Marketing

A grande diferença entre ser bom e ser ótimo

Aqui vai um pequeno resumo dos principais pontos para a transformação de uma empresa:

- O bom é inimigo do ótimo. A maioria das empresas nunca se torna excelente, pois antes torna-se “boa o bastante”. É importante definir bem a estratégia. Concentrar-se naquilo que “se deve fazer”, (mas os dados indicam que as empresas excelentes também estão atentas ao que “não fazer”).

- A empresa precisa de líderes nível 5. Esses líderes são o oposto do egocêntrico. Eles combinam a determinação profissional com a humildade pessoal. Eles se mantêm focados em fazer a coisa certa para o bem da empresa, no longo prazo, e preparam os seus sucessores para um sucesso ainda maior que o deles, e não para o fracasso.

- As pessoas certas nos lugares certos. Em vez de começar com uma nova visão (para onde o ônibus está indo), primeiro colocar no ônibus as pessoas certas, retirar as erradas, colocar as certas nos lugares certos e só então decidir para onde o ônibus vai. “As pessoas não são o seu melhor ativo. As pessoas certas são!”

- Enfrente os fatos brutais (mas mantenha a fé). Não ignore a realidade, mas é preciso manter a fé em que vai dar certo no final. Somente com informações precisas você poderá alcançar o sucesso.

- Conceito porco-espinho. Significa ter um conceito simples e muito claro de que o seu negócio é – por exemplo: é lucrativo, é algo por que você é apaixonado ou que você faz melhor do que ninguém.

- A tecnologia é um acelerador. E não um agente de mudança. Boas empresas a utilizam para melhorar sua performance, mas ela não vai salvar uma empresa medíocre.

Por que a excelência?

Porque não é muito mais difícil ser ótimo do que bom. É preciso ir somente um pouco além. E, se não temos motivação para sermos ótimos no que fazemos atualmente, será que não é hora de considerar alguma outra coisa que nos motive à excelência? Vale a pena refletir!

Fonte: Mulheres Empreendedoras