Por que investir em links patrocinados?

Com a publicidade online, o anunciante paga por clique e exibe anúncios para pessoas já interessadas em seus produtos.

Atualmente, a maioria dos brasileiros (63%) já faz pesquisas na internet antes de adquirir um produto ou serviço. Assim, os buscadores se transformaram em um elemento-chave no processo de decisão de compra. Quem nunca recorreu à internet para encontrar um chaveiro 24 horas ou serviço de bufê para aquela festa infantil? Neste exato momento, milhares de potenciais clientes podem estar procurando exatamente aquilo que a sua empresa oferece. E como aproveitar essa chance para conquistá-los?

Existe um conjunto de ações que todo empresário dono de um site pode tomar para conseguir se posicionar bem nos resultados de busca, e elas se dividem entre duas categorias:
SEO (Search Engine Optimization): medidas voltadas para melhorar a posição de uma página nos resultados de pesquisa gratuitos, também conhecidas como resultados orgânicos. São desde pequenas ações, como incluir imagens e conteúdo relevante, até fazer links com outros sites.
SEM (Search Engine Marketing): engloba campanhas de publicidade dentro dos programas de links patrocinados dos buscadores, que também podem exibir anúncios pagos como resultado das pesquisas. Vamos falar sobre as principais características desta forma de publicidade online, na qual o anunciante paga por clique e exibe anúncios apenas para pessoas já interessadas em seus produtos ou serviços.

Os anúncios de links patrocinados, como o Google AdWords, aparecem com os resultados não pagos ou orgânicos da pesquisa, sempre destacados do restante para que o usuário saiba diferenciar os anúncios de resultados naturais. Como não há custo mínimo, qualquer negócio, desde o microempresário até as empresas mais estruturadas, pode fazer publicidade online. Além disso, como o custo de cada clique é determinado por uma combinação de fatores que inclui, entre outras coisas, a relevância para tal busca, muitas vezes os pequenos saem na vantagem. Se alguém buscar “chaveiro pinheiros”, terão mais relevância os anúncios que levem aos negócios daquela região, independentemente do porte ou da verba disponível. Entre os benefícios da publicidade por links patrocinados estão:

1. Alta segmentação. É possível escolher idioma, localização geográfica e até dia da semana ou horário para a veiculação de anúncios. Assim, se tenho um restaurante que serve almoço em Campinas, posso concentrar meus anúncios para aquela região na parte da manhã, por exemplo.
2. Relevância. Os anúncios só aparecem para quem estiver procurando ao menos uma das palavras-chave ligadas ao seu negócio. Assim, se o anunciante dedicar-se a criar uma campanha bem direcionada, com palavras estrategicamente selecionadas, uma alta porcentagem dos usuários de buscadores pode se transformar em clientes.
3. Flexibilidade. A qualquer momento, o anunciante pode fazer ajustes em sua conta e estas mudanças têm efeito imediato. Por exemplo, se uma confeitaria recebe mais pedidos do que pode atender em determinada semana, é possível pausar a campanha até normalizar o atendimento.
4. Controle de gasto. É o anunciante quem decide qual será o investimento. Todo pequeno e médio empresário precisa ter controle de seu orçamento, e o valor pode variar bastante de um mês para o outro. No Google AdWords, ele pode aumentar ou diminuir os investimentos para adequar-se.
5. Resultados mensuráveis. Com as ferramentas disponíveis, a publicidade online é completamente mensurável. É possível acompanhar de onde vem o tráfego do site e qual porcentagem se converte em vendas e, assim, fazer os ajustes necessários.

A internet já transformou a maneira como nós pesquisamos e compramos. Cada vez mais, as pessoas recorrem à web em busca de informações, produtos e serviços, o que representa uma oportunidade sem precedentes para negócios de todos os tamanhos. Tirar proveito das ferramentas de marketing online pode ajudar empresários a conquistar novos clientes e alavancar seus negócios.

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Fonte: Revista PEGN

Por que sua empresa precisa de uma estratégia?


Primeiro, o que é estratégia?

- Estratégia é mais do que um conjunto de ações;

- Estratégia trata das condições únicas a que uma empresa quer chegar;

- Estratégia trata de coisas concretas;

- Estratégia é diferente de visão, missão, metas e ações;

- Estratégia é escolher o que não fazer (trade off).

Já dizia Michael Porter: estratégia é um caminho a ser seguido. Se o caminho escolhido é o melhor, somente o tempo vai dizer. De fato, não existe estratégia certa ou errada. Existe, sim, estratégia que deu certo ou estratégia que deu errado.

Para que serve a estratégia?

Abrir uma empresa é fácil. Manter uma empresa e conseguir bons resultados, é um desafio. Empreendedores de todas as idades competem num mercado que privilegia, basicamente, a persistência, o planejamento e as vantagens competitivas duradouras.

Estratégia, aliada ao bom planejamento, serve para posicionar corretamente uma empresa no mercado e definir as principais diretrizes do negócio. Segundo Peter Drucker e Michael Porter, uma boa estratégia deve responder a quatro questões fundamentais:

- Em que negócio você está? (Segmento)

- O que você realmente vende? (Produto ou Serviço)

- Qual é o seu público-alvo (Foco)

- Qual é o seu diferencial competitivo? (Vantagem Competitiva)

Assim sendo, uma boa estratégia de mercado resume-se em: (1) reforçar os seus pontos fortes, a ponto torná-los uma vantagem competitiva, (2) reduzir os seus pontos fracos, a fim de reduzir a vulnerabilidade do seu negócio, (3) aproveitar as boas oportunidades para se tornar ainda mais rentável e, finalmente, (4) precaver-se contra as ameaças que surgem todos os dias.

Por que sua empresa precisa de uma boa estratégia?

Sua empresa precisa de uma boa estratégia para:

Criar um modelo de negócio diferenciado: não basta ser mais um na multidão; os clientes estão cada vez mais exigentes, querendo mais por menos;

Garantir o retorno sobre o investimento: empresas são criadas para enriquecer os donos, gerar empregos e beneficiar a sociedade por meio de impostos.

Adotar um posicionamento estratégico correto: quanto mais claro este posicionamento, mais rápido se dará a percepção do cliente; imagine-se tentando vender equipamentos eletrônicos, frutas, remédios e roupas íntimas, tudo no mesmo lugar; nesse caso, quem é o seu cliente? O que você realmente vende? Quem é o seu público-alvo?

Atrair bons investidores e/ou agentes de financiamento: todo negócio precisa de investimentos; olhe para o negócio como se fosse um potencial investidor e pergunte a si mesmo: eu investiria nesse negócio?

Tomar decisões melhores: quando você conhece seus pontos fortes e reconhece suas fraquezas, tem mais embasamento para tomar decisões coerentes com a realidade do seu negócio.

Garantir a sustentabilidade do negócio: prosperar significa criar riqueza suficiente para garantir a sustentabilidade do negócio e atender a diversos interesses, além dos seus.

E lembre-se: “Arrisque-se! O homem que vai mais longe é geralmente aquele que está disposto a fazer e a ousar. O barco da segurança nunca vai muito além da margem.” Dale Carnegie

Fonte: Faça Diferente

Gestão ambiental empresarial

Administrar os componentes do meio ambiente pode ser um grande diferencial competitivo para as empresas atualmente.

Os clientes e o mercado em geral têm valorizado cada vez mais as empresas que demonstram preocupação com a preservação do meio ambiente, a ponto de se disporem cada vez mais a pagar mais pelos seus produtos ou serviços. A consciência ambiental mundial vem incentivando e valorizando intensamente o consumo de produtos e serviços ecologicamente corretos, e este ainda é um argumento de venda que deve ser mais explorado por parte dos empresários como um grande agregador de valor aos seus negócios.

De acordo com as características da sua empresa, podem ser feitas pequenas ações para administrar mais adequadamente a emissão de poluentes no meio ambiente, a redução ou reaproveitamento de resíduos, a diminuição do consumo de energia, de água, de produtos químicos, enfim, a implantação de uma educação ambiental, que pode gerar como consequência, além de economia direta nos processos de funcionamento um grande argumento para ser utilizado pelo marketing no momento de posicionar a empresa no mercado, agregando valor a sua marca e indiretamente aumentando a sua margem de lucro. Você deve considerar também que a legislação ambiental está em constante modificação, em busca de um equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico das empresas e a preservação dos recursos naturais, garantindo a sobrevivência com qualidade de vida para as próximas gerações e, assim, o investimento em uma gestão ambiental adequada ao tamanho do seu negócio, além dos benefícios vinculados à lucratividade. Você também pode evitar os custos com multas e punições pela inobservância de normas e leis que visam proteger o meio ambiente, e pode ainda beneficiar-se com alguns favorecimentos legais oferecidos pelo governo para as empresas que assumem uma política de desenvolvimento sustentável.

Fonte: Sebrae

6 etapas para uma mudança de carreira tranquila

Saiba quais aspectos levar em conta ao decidir dar uma guinada na vida profissional, na opinião de duas especialistas:

É comum que, em algum momento da carreira profissional, o desconforto em relação às escolhas já feitas apareça. Você pensa estar no lugar errado fazendo algo que não gosta e, então, a infelicidade toma conta. A vontade de mudança se instala, mas as dúvidas são muitas e você não sabe o que fazer.

1º Investigue os motivos

O que torna a sua vida profissional infeliz? Esta é primeira pergunta a ser respondida quando o descontentamento reina pleno e absoluto antes, durante e depois do expediente de trabalho.

“É importante porque as pessoas se sentem desconfortáveis, percebem que precisam mudar, mas não sabem direito o que”, diz Mariá Giuliese, diretora executiva da consultoria Lens e Minarelli.

De acordo com ela, é preciso saber o que está fora do lugar, antes de tomar qualquer decisão. “Muitas vezes as pessoas estão infelizes com algumas partes ou aspectos da carreira”, diz Adriana Felipelli, presidente da Felipelli.

É a carreira? É a empresa? É o tipo de projeto com o qual está envolvido? São as relações interpessoais no ambiente de trabalho?

2º Tenha clara a diferença entre profissão e carreira

Discriminar carreira de profissão é importante durante este processo de transição, na opinião de Mariá. “Uma mesma profissão permite carreiras diferentes”, lembra Mariá.

Por exemplo, antes de rasgar seu diploma de engenharia e optar abrir um pet shop – entrando em um ramo em que lhe falta habilidade e experiência -, talvez você devesse considerar as várias possibilidades dentro da sua atual profissão.

3º Faça uma autoanálise

Você sabe quais as suas aptidões e seus talentos? De acordo com as duas especialistas, não tome nenhuma decisão antes de fazer uma autoanálise. “Para quem não está feliz com a carreira escolhida, a primeira coisa a se fazer é se conhecer pensar em que tipo de ambiente gostaria de trabalhar”, diz Adriana.

“As pessoas precisam conhecer muito bem as suas habilidades, fazendo uma consulta interna”, diz Mariá. A especialista lembra que não é o mercado de trabalho que deve ditar essa mudança e, sim, o seu interesse e as suas competências.

4º Considere buscar ajuda especializada

Acha difícil passar pela etapa anterior sozinho? Profissionais especializados em aconselhamento de carreira e coaching podem ajudá-lo.

“A pessoa vai precisar de instrumentos para que perceba comportamentos e, com ajuda, pode encontrar as respostas e ser direcionado para a área de atuação em que suas competências intrínsecas sejam valorizadas”, diz Adriana.“Um profissional especializado vai ajudar na percepção do ônus e do bônus da mudança”, diz Mariá.

5º Trace o caminho

Toda mudança de direção pressupõe um novo caminho a ser percorrido. Você pode definir um curso que precisará fazer, ou perceber que a solução é conversar com o seu chefe e pedir transferência para outro departamento, ou ainda mudar de empresa.

Pode ainda descobrir que estágios em outros lugares – até outros países – trarão experiências interessantes para sua vida profissional. As possibilidades estão aí, resta saber qual delas trará mais satisfação para você.

6º Comece a transição

Mãos à obra. Chegou a hora de iniciar a transição. Adriana indica investir no networking. “O ideal é fazer essa mudança por meio da rede de relacionamentos”.

Conversando com as pessoas que você já conhece talvez seja mais fácil conseguir uma nova posição no mercado.Durante esta fase de transição, diz Mariá, é necessário, contudo, considerar um período de renúncias e perdas. “A transição nem sempre é fácil, muitas vezes, existe perda de remuneração”, alerta a especialista.

Fonte: Exame Abril