Marcas se reinventam nas mídias sociais

Não é de hoje que os publicitários descobriram que mexer com as emoções das pessoas é uma fórmula infalível para conquistar a atenção. Sim, infalível quando bem feita, claro. Fazer chorar e fazer rir são os maiores desafios na hora da criação, por que não se trata de uma pessoa, e sim de uma massa que você precisa comover.

O bom humor é bem aceito. Quando bem aplicado, sutil e natural, é uma delícia de ver e “vende”. Nas redes sociais é unânime que as coisas mais engraçadas são as que mais viralizam. E para quem trabalha com Social Media, o difícil é fazer os clientes entenderem que lá nas suas páginas sociais, eles precisam ser descontraídos, deixar aquela postura institucional e séria de lado, e relacionar-se com os seus consumidores da forma mais natural possível, sem formalidades e sobre assuntos diferentes, inusitados, corriqueiros.

 

Sim, porque ninguém tá na rede social para se relacionar com um computador ou uma marca chata que não aceita críticas ou brincadeiras, correto? Pessoas se relacionam, e muito bem, com pessoas. O jeito então é? Ser uma marca humana!

 

Pois bem, este post é um salve para as marcas que estão se reinventando nas redes sociais e tirando de letra essa lição. É muito bacana ver as marcas aproveitando as oportunidades que seus próprios consumidores criam para elas. Algumas entram na dança dos memes, outras revertem uma situação de crise e saem muito bem na fita.

Seguem alguns exemplos que andaram chamando a atenção. Começando pelo Bradesco. Exemplo de um banco que aposta na postura descontraída nas redes sociais, e caiu até na brincadeira do véi na boa:

 

 

É só dar uma passada rápida para ver como a linguagem é bem simples e casual. Com dicas disfarçadas de brincadeiras, bordões e em um português bem claro.

Algumas marcas já foram alvo de sátiras, mas entraram na brincadeira e se deram bem: Spoletto e Coca-Cola Zero. Depois da repercussão dos vídeos do Porta dos Fundos, as empresas não ficaram #chatiadas e geraram ainda mais buzz por reagirem positivamente. (palmas!)

Outro exemplo, é a Starbucks, que driblou seu problema de fidelização de clientes abrindo canais para ouvir a opinião de seus consumidores (O My Starbucks Idea) . Conquistou o carinho e o respeito deles, e hoje é exemplo de relacionamento e atendimento. Em sua página no Facebook, aproveita o conteúdo de seus usuários no Instagram para gerar ainda mais interação.

Ah! O Ponto Frio também é um case muito intrigante. No Twitter, construiu um canal de comunicação bem divertido, descontraído, cheio de piadas e sacadinhas:

 

 

Cada uma dá o seu jeitinho para se virar nas redes sociais, chamar a atenção e conquistar engajamento. Elas têm reinventado sua comunicação, criado multiplataformas de relacionamento, canais de venda e vão continuar fazendo tudo o que for preciso para estar presente onde seu público está.

A P&G é totalmente focada nas mulheres, transmite muita atenção e carinho à mães por meio de dicas e frases que causam identificação e motivam!

 

 

Vale tudo por engajamento? Não exatamente, é preciso planejamento, conteúdo de qualidade e adequação à identidade e essência da empresa. Mas, vale tudo por relacionamento, sim, porque os resultados quantitativos são pura consequência.

Ah! E relacionamento é uma via de mão-dupla, é aproveitar o engajamento conquistado com mais conteúdo, e respostas à sugestões, ideias, elogios e críticas. Marcas que ignoram os fãs nas redes sociais dão os primeiros passos para o fracasso nesse relacionamento.

 

Via: Publistagram

 

 

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