Por que fazer pesquisa de mercado?

Um estudo conduzido pela CB Insights revelou que quase 42% das startups falham pelo mesmo motivo: a falta de uma necessidade de mercado para determinado produto. O que você pensa sobre isso?

A pesquisa de mercado é mais importante do que se pode imaginar, porque ela permite a compreensão do processo de compra do consumidor. Isso porque  ao pesquisar o que os consumidores estão procurando e o envolvimento deles com um determinado produto e/ou serviço, é possível desenvolver uma estratégia de marketing inteligente, ou seja, com base em dados e não somente em opiniões.

Seguindo a tese defendida pelo livro A Arte da Guerra, de Sun Tzu, a pesquisa de mercado é essencial porque permite a observação da concorrência, ou seja, é uma excelente ferramenta para a melhoria de produtos e serviços da sua empresa. Além disso, você identifica onde o seu negócio se encaixa dentro da indústria global, aspecto fundamental para a consolidação da sua marca!

Os tipos de pesquisa

Primária | Secundária

A pesquisa de mercado primária  é um tipo de pesquisa realizada no início de um processo. Através dela,  é possível coletar informações sobre as vendas e a produção de marketing, por exemplo.

O segundo tipo de pesquisa de mercado é chamado secundária; utiliza sempre como base dados já existentes, fornecidos pelo IBOPE ou pelo IBGE, por exemplo.

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Erros​ ​que​ ​a​ ​sua​ ​marca​ ​não​ ​deve​ ​cometer​ ​nas​ ​redes​ ​sociais

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Não é novidade que as redes sociais estão entre as plataformas mais poderosas de comunicação e, como consequência, vem se tornando, cada vez mais, um conjunto de ferramentas super eficaz para anúncios digitais. Exemplo disso são as redes como o Facebook, Instagram, Twitter e Linkedin, capazes de dar um retorno muito positivo quando bem utilizadas.

Você sabia que cerca de 90% dos usuários de internet, na faixa de idade dos 18 aos 29 anos, usam alguma mídia social e 75% acessa via algum dispositivo móvel? Pois é, esse motivo por si só bastaria, mas nós damos mais!

O Facebook, por exemplo, conta com mais de 1,13 bilhões de usuários por dia no mundo. De acordo com o SEJ (Search Engine Journal), mais de 1 milhão de páginas podem ser acessadas com a opção “Fazer login com Facebook” e 23% dos usuários dessa rede social acessam, pelo menos, cinco vezes por dia. E você se pergunta: mas e os resultados? Bem, 70% dos profissionais de marketing conseguem novos clientes através do Facebook.

O Twitter é outra plataforma que não pode nem deve ser ignorada, conta com cerca de 1,3 bilhões de contas e 310 milhões de usuários ativos mensalmente.

O Google+ também desempenha um papel relevante, principalmente para quem busca visibilidade na web. Criado pelo Google, ele é o mais importante mecanismo de busca na web e tem uma influência expressiva nos rankings de busca.

Agora que vimos alguns dados sobre algumas das redes sociais que impulsionam pequenas, médias e grandes empresas, vamos conhecer alguns erros que a sua marca não deve cometer nessas plataformas.

Ser​ ​radical

Em outras palavras, postar demais ou de menos. Isso porque se você posta demais há grandes chances de causar um sentimento de repulsa e, consequentemente, unfollow. Por outro lado, postando de menos você não lembra ao seu cliente de que você está ali. No lugar disso, a sua concorrência pode acabar ganhando espaço. Não queremos que isso aconteça, né?

Ignorar​ ​os​ ​seus​ ​seguidores

Muitas empresas contratam um serviço de gestão de redes sociais que não é eficiente e isso pode ser extremamente prejudicial à imagem do negócio. A comunicação é tudo. Por isso, ter uma equipe que se preocupa em responder o feedback dos clientes é fundamental pra consolidação da sua marca!

Não​ ​ter​ ​um​ ​planejamento​ ​de​ ​marketing

Às vezes, na tentativa de economizar, empresas de diversos segmentos deixam a criação, curadoria e redação de posts nas mãos de pessoas que não são qualificadas; o que pode destruir a imagem da empresa na internet. É sempre válido lembrar que as redes sociais são uma extensão da sua marca, é a sua empresa na internet, e um meio cada vez mais utilizado para avaliar seus produtos e/ou serviços e recomendar (ou não) para amigos e familiares. E você, como usa as redes sociais para impulsionar a sua empresa?

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Marketing viral ​:::​ ​viralidade​ ​não​ ​nasce​ ​de​ ​berço,​ ​é​ ​construída

Um conteúdo viral é aquele que foi altamente compartilhado e reconhecido, dando visibilidade para a mensagem. Como isso acontece?

- Boca a boca é o principal fator; ele é responsável por 20 a 50% de todas as decisões de compra.

- 92% das pessoas que assistem vídeos em mobile compartilham com os amigos.

- 78% dos pequenos negócios atraem clientes através das redes sociais.

- 68% dos consumidores buscam empresas nas redes sociais antes de comprar qualquer produto.

Você​ ​sabia?

A geração Z busca 2x mais informações em redes sociais do que a geração Y e 4x mais do que a X.

- Mais de 50% dos executivos dão notas abaixo de 3 para suas empresas no seu trabalho com redes sociais.

- 50% dos consumidores são mais propensos a clicar em um link se a marca já apareceu múltiplas vezes nas suas pesquisas.

- 93% das pesquisas online começam com um mecanismo de busca.

Os​ ​7​ ​tipos​ ​de​ ​conteúdos​ ​virais

★ Artigos e posts de blogs Eles disponibilizam um conteúdo com fácil acesso e variadas visões de mundo.

★ Apps Unem utilidade com diversão, sempre há um espaço para um app novo no mercado.

★ Quizz As pessoas adoram responder um quizz, isso alimenta seus desejos.

★ Vídeo (incluindo vlogs) 69% dos usuários de smartphone acham que vídeos são a solução perfeita para consumir conteúdo neste dispositivo.

★ Áudio (incluindo podcasts) A melhor opção para atividades que ocupam o corpo (dirigir, fazer exercícios, trabalhar, etc.)

★ Infográficos Uma informação visualmente organizada, fácil e rápida de ser consumida.

★ Jogos A rotina estressante dá abertura para um momento de diversão; os jogos conquistam as pessoas e ajudam a relaxar.

Conheça​ ​as​ ​ ​características​ ​do​ ​Marketing​ ​Viral

#1 Artigos com mais de 2.000 palavras têm quase o dobro de compartilhamentos do que artigos com menos de 1.000 palavras;

#2 Listas têm altos números de compartilhamento (principalmente quando possuem 10 itens);

#3 ​Imagens ajudam um conteúdo a trazer, aproximadamente, o dobro de compartilhamentos;

#4​ ​O título é como uma paraquedas, se seus clientes não clicam nele é um mal sinal;

#5 ​Pra ser viral, o conteúdo precisa ser gratuito. Um conteúdo pago é difícil de ser compartilhado;

#6 Apela para as emoções. A neurociência mostra que as emoções são essenciais para quase todas as decisões que tomamos;

#7 Oferece umas promessa para o leitor: o que ele muda na sua vida, nos seus relacionamentos? Agregar valor é a palavra-chave;

#8 Apresentam números e estatísticas; esse tipo de dado é mais completo e traz uma visão mais clara sobre o assunto;

#9 ​Traz informações de uma fonte confiável, a autoridade de quem produz o conteúdo o torna muito mais atrativo;

#10​ ​Fornece o conteúdo relevante, de qualidade e que vale a pena ser compartilhado. Como podemos ver, adaptando Shakespeare, há mais coisas entre o céu e o marketing viral do que pode imaginar nossa vã filosofia. As pessoas agem pelo princípio de ação e reação, por isso, com o marketing viral não seria diferente.

Duas frases podem ajudar a refletir sobre tudo dito até então:

{O que está sempre na mente tem compartilhamento frequente.}

{Quando gostamos, compartilhamos.}

Na prática, é preciso pensar​ ​como o cliente.

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Por que sua empresa precisa de um app móvel?

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Que os apps móveis estão transformando negócios e impactando pessoas ao redor do mundo, todo mundo sabe. Sua criação está crescendo de forma exponencial, o que era de se esperar, levando em consideração a velocidade da tecnologia de informação. A tendência é que os apps mobile sejam tão comuns como são os sites para pequenas e grandes empresas.

Fato é que os seus clientes não querem ou não podem perder tempo com deslocamentos físicos, buscando telefones de assistência, sendo atendidos por scripts de call centers, entre outras situações bem comuns, embora desagradáveis. O que eles buscam? SOLUÇÃO. Seus clientes desejam uma resposta ágil, adequada e eficiente. Aí é que entra o canal de comunicação oferecido pelo app móvel. No Brasil, é um grande diferencial dispor desse recurso, já que é necessária uma estrutura das empresas para que ele seja criado. Além disso, como mencionado anteriormente, o nível de atendimento a que estamos acostumados é muito baixo. De forma que o suporte oferecido pelo app móvel, mesmo no pós-venda, é alto e é a oportunidade para que você surpreenda os seus clientes e impulsione esse relacionamento tão importante para o bom funcionamento do seu negócio! Isso porque quando os serviços pós-vendas são ruins, o cliente não enxerga nenhum motivo para continuar fiel à sua marca – e muda para seus concorrentes por qualquer oferta de preço, mesmo que a qualidade de serviço seja inferior.

Pense em tudo o que um aplicativo móvel pode proporcionar aos seus clientes e obtenha um retorno positivo do seu investimento! Agora ficou fácil fidelizar sua base de clientes!

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Tudo o que você precisa saber sobre Marketing Sensorial

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“Não somos impulsionados pela realidade, mas sim por nossa percepção da realidade.” {Anthony Robbins}

Visão, audição, tato, paladar e olfato são os nossos primeiros receptores de sensações e criadores de memórias. Nesse contexto, o Marketing Sensorial é a área do marketing que diz respeito a todas as percepções sensoriais que envolvem uma marca: os sentidos são usados para estimular a venda. A ideia de trabalhar os sentidos surgiu na Inglaterra, mas já se propagou por todo o mundo.

Alguns​ ​bons​ ​exemplos​ ​desse​ ​tipo​ ​de​ ​estratégia

“Quando vamos nos alimentar, comemos primeiro com os olhos”: quem nunca ouviu essa frase? Pois é, está aí um forte exemplo quando o assunto é fotografia de produto, mais especificamente de comida. Por outro lado, também há uma atração imediata pelo cheiro, certo? Exemplo disso é quando alguém está na cozinha fazendo um bolo, por exemplo, e conseguimos identificar o cheiro, na maioria das vezes, desejando comer um pedaço generoso; o mesmo acontece nos restaurantes.

Os seres humanos têm cerca de cinco milhões de células receptoras olfativas, um cão de caça tem 100 milhões, e um nariz humano treinado que pode distinguir até cerca de 10.000 odores. Embora o sentido humano do olfato seja muito menos desenvolvido do que nos animais, o cheiro pode evocar extraordinariamente intensas emoções.

Segundo Randall Reed, neurocientista da Universidade John Hopkins, com um simples aroma, diversos sentimentos podem vir a tona. Isso acontece devido ao olfato estar ligado ao sistema límbico do cérebro, área associada à memória e as emoções. Outra pesquisa, realizada por Simon Harrop, CEO da Brand Sense, nos mostra que um cheiro positivo tem um maior impacto emocional sobre o nosso humor do que um som, e pode vir a ser uma excelente ferramenta para converter clientes, além de associar o produto e/ou serviço à uma ideia positiva.

O Marketing Sensorial cria identidade para as marcas. Sapatos não são comestíveis, mas quem disse que uma loja não pode ter um cheiro de chiclete, como faz a Melissa?

Quer um outro exemplo? Pense numa loja de móveis. O que buscamos, além da beleza e estilo? Conforto! Por isso, a loja de móveis não deixa uma sala montada à toa. Ainda que o objetivo do consumidor seja apenas encontrar uma poltrona para completar a disposição da sua sala de estar e ela não seja muito confortável, apesar de bonita, é bem provável que haja um tapete peludinho por perto capaz de disfarçar essa situação. Pense no sentido do tato da seguinte maneira: os clientes precisam tocar os produtos e experimentá-los, mas não é só isso. O tecido que você está usando nos assentos dos provadores, em almofadas, cortinas e demais itens, onde o cliente possa ter acesso, também influencia na percepção geral do ambiente. Olha aí: visão e tato.

O​ ​que​ ​o​ ​Marketing​ ​Sensorial​ ​pode​ ​fazer​ ​pela​ ​sua​ ​empresa

Usar marketing sensorial é perceber no seu produto e serviço inúmeras oportunidades para envolver involuntariamente seu público, seja lá com qual sentido for. Para implantá-lo na sua empresa é importante seguir três dicas básicas: os valores da marca, o seu mix de produtos (ou serviços) e a preferência do seu público.

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