Por que sua empresa precisa de um app móvel?

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Que os apps móveis estão transformando negócios e impactando pessoas ao redor do mundo, todo mundo sabe. Sua criação está crescendo de forma exponencial, o que era de se esperar, levando em consideração a velocidade da tecnologia de informação. A tendência é que os apps mobile sejam tão comuns como são os sites para pequenas e grandes empresas.

Fato é que os seus clientes não querem ou não podem perder tempo com deslocamentos físicos, buscando telefones de assistência, sendo atendidos por scripts de call centers, entre outras situações bem comuns, embora desagradáveis. O que eles buscam? SOLUÇÃO. Seus clientes desejam uma resposta ágil, adequada e eficiente. Aí é que entra o canal de comunicação oferecido pelo app móvel. No Brasil, é um grande diferencial dispor desse recurso, já que é necessária uma estrutura das empresas para que ele seja criado. Além disso, como mencionado anteriormente, o nível de atendimento a que estamos acostumados é muito baixo. De forma que o suporte oferecido pelo app móvel, mesmo no pós-venda, é alto e é a oportunidade para que você surpreenda os seus clientes e impulsione esse relacionamento tão importante para o bom funcionamento do seu negócio! Isso porque quando os serviços pós-vendas são ruins, o cliente não enxerga nenhum motivo para continuar fiel à sua marca – e muda para seus concorrentes por qualquer oferta de preço, mesmo que a qualidade de serviço seja inferior.

Pense em tudo o que um aplicativo móvel pode proporcionar aos seus clientes e obtenha um retorno positivo do seu investimento! Agora ficou fácil fidelizar sua base de clientes!

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Tudo o que você precisa saber sobre Marketing Sensorial

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“Não somos impulsionados pela realidade, mas sim por nossa percepção da realidade.” {Anthony Robbins}

Visão, audição, tato, paladar e olfato são os nossos primeiros receptores de sensações e criadores de memórias. Nesse contexto, o Marketing Sensorial é a área do marketing que diz respeito a todas as percepções sensoriais que envolvem uma marca: os sentidos são usados para estimular a venda. A ideia de trabalhar os sentidos surgiu na Inglaterra, mas já se propagou por todo o mundo.

Alguns​ ​bons​ ​exemplos​ ​desse​ ​tipo​ ​de​ ​estratégia

“Quando vamos nos alimentar, comemos primeiro com os olhos”: quem nunca ouviu essa frase? Pois é, está aí um forte exemplo quando o assunto é fotografia de produto, mais especificamente de comida. Por outro lado, também há uma atração imediata pelo cheiro, certo? Exemplo disso é quando alguém está na cozinha fazendo um bolo, por exemplo, e conseguimos identificar o cheiro, na maioria das vezes, desejando comer um pedaço generoso; o mesmo acontece nos restaurantes.

Os seres humanos têm cerca de cinco milhões de células receptoras olfativas, um cão de caça tem 100 milhões, e um nariz humano treinado que pode distinguir até cerca de 10.000 odores. Embora o sentido humano do olfato seja muito menos desenvolvido do que nos animais, o cheiro pode evocar extraordinariamente intensas emoções.

Segundo Randall Reed, neurocientista da Universidade John Hopkins, com um simples aroma, diversos sentimentos podem vir a tona. Isso acontece devido ao olfato estar ligado ao sistema límbico do cérebro, área associada à memória e as emoções. Outra pesquisa, realizada por Simon Harrop, CEO da Brand Sense, nos mostra que um cheiro positivo tem um maior impacto emocional sobre o nosso humor do que um som, e pode vir a ser uma excelente ferramenta para converter clientes, além de associar o produto e/ou serviço à uma ideia positiva.

O Marketing Sensorial cria identidade para as marcas. Sapatos não são comestíveis, mas quem disse que uma loja não pode ter um cheiro de chiclete, como faz a Melissa?

Quer um outro exemplo? Pense numa loja de móveis. O que buscamos, além da beleza e estilo? Conforto! Por isso, a loja de móveis não deixa uma sala montada à toa. Ainda que o objetivo do consumidor seja apenas encontrar uma poltrona para completar a disposição da sua sala de estar e ela não seja muito confortável, apesar de bonita, é bem provável que haja um tapete peludinho por perto capaz de disfarçar essa situação. Pense no sentido do tato da seguinte maneira: os clientes precisam tocar os produtos e experimentá-los, mas não é só isso. O tecido que você está usando nos assentos dos provadores, em almofadas, cortinas e demais itens, onde o cliente possa ter acesso, também influencia na percepção geral do ambiente. Olha aí: visão e tato.

O​ ​que​ ​o​ ​Marketing​ ​Sensorial​ ​pode​ ​fazer​ ​pela​ ​sua​ ​empresa

Usar marketing sensorial é perceber no seu produto e serviço inúmeras oportunidades para envolver involuntariamente seu público, seja lá com qual sentido for. Para implantá-lo na sua empresa é importante seguir três dicas básicas: os valores da marca, o seu mix de produtos (ou serviços) e a preferência do seu público.

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Neurovendas: feche mais negócios com os Princípios da Neurociência

{Pesquisas mostram que 95% das nossas decisões de compra são inconscientes}

Por que você acha que 80% dos produtos lançados no mercado falham? Quando conduzimos um processo tradicional de pesquisa de mercado acabamos perguntando para a parte mais consciente do nosso cérebro, que é Cérebro Novo, a parte que representa somente 5% do nosso processo decisório de compra. Sabendo que o verdadeiro decisor de compras é o cérebro reptiliano, todas as estratégias de vendas devem ser aplicadas com os princípios de comunicação que falem diretamente com ele.

Cristophe Morin, CEO da Sales Brain e autor do bestseller Neuromarketing: entendendo os botões de compra do cérebro do seu cliente, revelou qual é a parte do nosso cérebro que orquestra o processo de compras e quais são os passos que devemos percorrer para estimulá-lo e ganharmos o sim dos nossos clientes. Por isso, ele denominou as três partes cerebrais responsáveis em:

Cérebro Novo – É a região do córtex, parte do cérebro que pensa e processa os dados racionais e compartilha suas deduções com os outros dois cérebros – o Médio e o Velho.

Cérebro Médio ​– Também conhecido como o sistema límbico, é a parte do cérebro que sente, processa emoções e intuições e também compartilha suas descobertas com os outros dois cérebros.

Cérebro Velho – Parte mais primitiva do cérebro humano, chamado também de cérebro reptiliano, pois ele continua presente nos répteis. Sempre leva em consideração o resultado dos outros dois cérebros, porém, é ele que controla e toma as decisões.

Os Princípios Básicos na Tomada de Decisão

➔ Egocentrismo: o “Cérebro Reptiliano” é muito egocêntrico, considerações com os outros não estão a seu alcance. Na prática, significa que seus clientes precisam escutar primeiro o que você pode fazer por eles.

➔ Contrastes: ​o Cérebro Reptiliano é sensível a contrastes: bom/ruim; antes/depois; com/sem; arriscado/seguro; devagar/rápido. Com o contraste, o cérebro reptiliano toma decisões mais rápidas e seguras. Sem o contraste, ele pode entrar em um estado de confusão, que resulta em adiar uma decisão, ou pior, não decidir. Na prática significa que você deve, ao prospectar, apresentar ao seu cliente as vantagens e situações da diferença com aquele produto/serviço na vida dele.

➔ Tangibilidade: números funcionam para o novo cérebro, mas o reptiliano não decide nada baseado em números, pelo contrário, está constantemente à procura de coisas familiares e amigáveis, que podem ser reconhecidas rapidamente. Além disso, ele prefere conceitos fáceis para serem compreendidos, tais como: “respostas em 24 horas”, “produto que não quebra”, “mais dinheiro no seu bolso” ou mesmo o título desse post: “Neurovendas: Feche mais negócios com os Princípios da Neurociência”.

➔ Começo e fim: ​o tempo de atenção de um comprador pode ter implicações significativas no fechamento do seu negócio. O cérebro reptiliano esquece a maioria das coisas que estão no meio do seu discurso. Por isso, colocar os conteúdos mais importantes no começo é essencial. Na prática, os três primeiros minutos são fundamentais para fazer uma boa impressão. Reforce sua oferta ou proposta com os seus benefícios no final também.

➔ Visual: o cérebro reptiliano é extremamente visual. Estudos da neurociência demonstram que quando você vê algo que se parece com uma cobra, o seu cérebro reptiliano sinaliza uma ameaça. Por isso, estimular os seus clientes com imagens dos seus produtos é fundamental. Faça ele olhar e sentir os seus detalhes. Isso fará grande diferença no seu processo de tomada de decisão.

➔ Emoção: o cérebro reptiliano é fortemente desencadeado por emoções. A neurociência demonstra que as reações emocionais influenciam como você processa e, principalmente, memoriza as informações.

Como o neuromarketing pode ajudar a sua empresa a vender mais

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O neuromarketing busca entender como funcionam as decisões de compra dos clientes. Nesse sentido, vender é o objetivo de todas as empresas, sejam elas grandes ou pequenas. Aí é que entra o neuromarketing: como funciona o cérebro do seu cliente? Imagine só saber que fatores são levados em consideração para decidir (ou não) por uma compra?! Segundo Werner Görlich, presidente da Neuromarketing Business Association: “O neuromarketing é vender ao subconsciente, diretamente ao cérebro. Não é lavagem cerebral e sim ser direto, efetivo e econômico na hora da persuasão.”

 

Mas como utilizar o neuromarketing para vender mais?

Focando em imagens

A ciência já descobriu que o ser humano processa imagens muito mais rapidamente do que compreende as palavras, certo? Sendo assim, abuse das mensagens visuais. Exemplo prático disso é: imagine diversas lojas na mesma rua que utilizem a palavra {promoção}. Ao invés de fazer o mesmo, experimente associar uma imagem que “resuma” essa palavra. Uma dica é incluir uma imagem ao lado da palavra, que remeta a um desejo de felicidade; ideias vendem mais do que qualquer outra coisa. Lembrar disso na hora de pensar estrategicamente é uma das saídas para vender mais.

Contando a sua história: Storytelling

Como fazer isso? Poupando esforços ligados a venda diretamente e se preocupando em contar a sua história para os seus clientes, visto que o ser humano lembra das coisas via histórias. Na prática, se sua empresa é familiar, faça com que o cliente saiba disso e valorize sua empresa/loja. Pense como ele, quem não acha bonito ouvir: “Nossa loja existe há 3 gerações e aqui tudo é feito com muito amor.”? Acredite, seu negócio será visto com outros olhos. Além do mais, esses detalhes é que mostram a diferença entre o que você e a sua concorrência oferece. Qual é seu diferencial? Sentimento, valorização da família, tradição e por aí vai.

Pensando na necessidade do seu cliente

A neurociência comprovou que o ser humano não assimila a mensagem quando o vendedor diz sobre o quão bom determinado produto é. No lugar disso, é mais eficaz falar sobre o que o produto X faz para o cliente. Ou seja, chega de gastar energia falando de todos os atributos do produto e foque no resultado e benefício para o cliente. Na prática, se você tem uma loja de móveis e está prestes a vender uma cadeira de madeira, ao invés de falar sobre a qualidade dela, que é a melhor possível, diga ao seu cliente que ele vai utilizá-la pelos próximos 30 anos. Pronto, venda fechada.

Cuidando do local do seu negócio

Parece óbvio, mas é importante se preocupar com o público-alvo. Ou seja, sua loja física e virtual está de acordo? Identidade, ideologia, produtos, serviços? Essas coisas, muitas vezes, passam despercebidas para o empreendedor, que acaba tendo outras preocupações e se esquece dessa, super importante.

Apelando para as emoções

Segundo a Neuromarketing Business Association, um bom truque para chamar a atenção em meio aos concorrentes é transmitir uma mensagem que converse com o lado emocional do cliente. Então, se você tem um petshop fica fácil explorar esse lado; quem não gosta de animais? Mas e se você tem uma loja de roupas, por exemplo? Explorar questões como promoção, conforto e qualidade são uma ótima opção.

Atentando para a sua linguagem corporal

O corpo fala, não é mesmo? Por isso, cuidar da postura na hora da venda e orientar seus colaboradores da forma correta é fundamental para que se tenha êxito com o cliente. Algumas dicas são: mostrar o produto olhando no olho do cliente, fazer gestos; evitar posturas evasivas como desviar o olhar ou tampar a boca; cruzar os braços: jamais; evitar posturas que denunciem cansaço. É interessante observar, razoavelmente, para que o seu cliente não ache estranho, o padrão corporal que ele tem, seu tipo de empatia e interesse, e conversar em sintonia com ele. Assim, ele vai se sentir mais à vontade e relaxado e você se livra de um inimigo na hora da venda: a ansiedade.

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Social Selling – A estratégia para impulsionar as suas vendas nas redes sociais

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As vendas são cada vez mais nutridas pelas redes sociais. Através delas é possível construir relacionamentos sólidos com os nossos clientes. Esse é o princípio do Social Selling, o de fortalecer o relacionamento entre empresa e clientes, utilizando ferramentas e estratégias de gerenciamento das mídias sociais para alavancar as vendas.

Para isso é necessário, antes, conhecer o seu cliente.

Conheça a conexão entre o seu perfil e o seu cliente

Conexão aqui fazendo referência a interesses. As pessoas estão ligadas às marcas por diversos interesses, pode ser o simples ato da compra, compatibilidade de ideias, busca por informações relevantes ou, simplesmente, entretenimento e diversão. O que atrai os seus clientes até você? Saber a resposta é fundamental para dar o próximo passo.

Saiba qual é a necessidade do seu seguidor

É ela o combustível para converter um lead em um comprador. Basta que haja conhecimento da real necessidade do seu potencial cliente e como você pode ajudá-lo naquele momento.

Seja sutil, mas não perca a prospecção

Estratégias que definam um equilíbrio entre publicações informativas e comerciais são fundamentais no investimento assertivo do social selling. Dessa forma, a imagem transmitida estará associada à confiabilidade, integridade e autenticidade, outra característica fundamental para a construção da sua identidade e diferenciação das demais marcas do mercado.

Mensurando resultados

Estudos realizados pela empresa de pesquisas norte-americana Aberdeen Group mostram que mais de 70% dos representantes comerciais que utilizam Social Selling como parte do seu processo, frequentemente, superam seus pares e atingem as metas 23% mais vezes.